Work that is driven by passionate people—this includes everything from scientific research, mathematics, invention, development, art, medicine, education, public service, and so on. This category will actually benefit from income security. Albert Einstein did not labor to discover relativity for money. Scientists at the Manhattan project did not build the nuclear weapon for money. Nikola Tesla did not invent modern electricity and the AC motor for money. Alan Turing and John Von Neumann did not invent the modern computer for money. Soldiers and firefighters do not put their life on the line for money. Alexander Fleming put his discovery of penicillin in the service of our health for free. The best teachers are the ones doing it for passion. And free open source software is the most advanced. Psychological research has shown that tying an extrinsic reward, such as money, to these types of activities makes people perform worse. People no longer do their best, but only what is sufficient to earn the reward. Imagine what kind of world we will have when everyone is free to do what they are passionate about?
neste link tá uma boa macroideia alternativa para uma economia mais humana/natural, se bem que relativamente ingénua (talvez, talvez), mas que tem como motivação fundamental o entendimento (mais que óbvio) de que uma crise económica neste modelo não só é extremamente expectável, como é uma consequência natural do sistema financeiro imposto e que, mais a mais, o desemprego não é só resultado desta crise económica, mas também da permanente automatização dos trabalhos humanos através de computadores e máquinas. Esta tendência vai se acelerar nos próximos anos e, no limite, haverão várias classes de empregos obsoletas. E depois? Depois, em geral - e para o que interessa-, haverá contestação contra governos.
Mas o problema é o sistema. A guerra deve ser estendida a toda a classe política que omite, despromove e censura esta discussão como ação preventiva a uma revolução economicó-social que lhes anulará o status quo.
Estas pessoas talvez não passem os debates políticos em ataques pessoais por acidente - a mesma estratégia de lançamento sucessivo de fait divers supérfluos ao cerne da questão é usada doentiamente noutros campos para manietar a atenção pública e direcionar o foco àquilo que não é essencial (i.e. josé mourinho e os árbitros). Colateralmente isto é feito recursivamente ao ponto de desgastar o público e levá-lo ou ao extremismo ideológico/partidário, ou à apatia por exaustão.
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