fait diversos #15 - special five
confusio #143 - e vao 7
a minha terceira personalidade ta com uma crise de identidade, especula-se fusao com a segunda
misc #6 - um velho numero de emergencia para um post linear
24 de Maio de 2010. 2 anos e meio para o fim do mundo mas Pedro Campos aparenta serenidade. Sentado - quase deitado - no sofá azul que contrasta com o vermelho predominante do seu estúdio em Berlim, responde às nossas perguntas sem urgência, de forma pautada, suportado pelos 27 anos completados hoje e que lhe oferecem destemor ao limbo consciencial que conhecemos como existência. É hoje um semi-adulto com ainda várias raízes juvenis mas prefere não as confrontar, defende que são "résteas de humanidade" que ainda se pode dar ao luxo de manter numa civilização "em ruptura com as suas bases". Para ele aproximamo-nos dum importante ponto de viragem, "nos próximos 100 anos haverá uma renovação do paradigma, quer se queira, quer não", mas por agora "devemos nos concentrar no que é mais importante localmente". O macro e o microcosmos, aos olhos dum dos jogadores de futebol mais celebrados da Verbandsliga Berlin.
Mudou-se para Berlim no final do ano passado em circunstâncias incertas. Especulou-se que tenha sido uma mudança de ares motivada meramente por razões futebolísticas, que procurava um novo desafio no estrangeiro. Encontrou esse desafio?
[risos].. A especulação existe primordialmente porque não se conhecem factos... a verdade é que não houveram factos, foi uma opção pessoal e com isto quero dizer que não fui motivado por nenhuma linha convencional de raciocínio. Não houveram premissas. Ou se houveram, equilibravam-se na balança da decisão. Eu próprio especulo sobre o que me levou a tomar esta direcção, particularmente pela sua característica irredutível. Hoje acredito que vim porque sim, queria um novo desafio. A minha carreira, depois de duas dezenas de meses em ascensão, estagnou. Eu não me sinto bem com a estabilidade, é me inquietante, fico ansioso por eventualidades. Parti sabendo que teria que trabalhar muito para atingir os níveis exibicionais que vinha a apresentar em Portugal, mas felizmente sinto que estou próximo de o conseguir. E foi realmente um desafio, continua a ser, no sentido em que diariamente sou levado a lidar com situações que desconhecia da minha vida prévia. É uma questão de adaptação acima de tudo.. e nós humanos subestimamos a nossa capacidade de adaptação, de aprendizagem, de progressão na adversidade. É por isso que muitas vezes encurralamos os nossos ímpetos e sonhos com decisões confortáveis, e o Mundo assim torna-se mais pequeno...
Mas nem todos os ímpetos serão benevolentes..
Naturalmente que não... em abono da verdade este ímpeto de vir para Berlim tinha implicações trágicas do ponto de vista teórico. O alongamento do percurso académico, já de si suficientemente distendido nesta altura, a dificuldade em arranjar trabalho numa cidade com 20% de desemprego e a capitulação social lisboeta e consequentemente pessoal sugeriam precaução na forma de agir... e quando cheguei cá senti tudo isso a me subir à pele, mas já esperava tudo, tava preparado, nada me surpreendeu. Vivi numa situação precária do ponto de vista financeiro, social e emocional durante um par de meses mas depois fui afortunado na forma como acabei por emergir... Mas voltando aos ímpetos, é uma questão humana. Devemos tentar, pelo menos tentar, o que desejamos, mesmo quando o caminho é pouco claro. É importante espiritualmente que se explorem possibilidades, e para isso também é necessária também uma certa dose de egoísmo.
Nessa altura, pensou voltar?
Não, nem por sombras.. felizmente a situação nunca foi insustentável.. ao cabo de dois meses começava a sentir os primeiros sinais de stress, mas ainda tinha largos meses de luta para dar naquelas condições.. ainda nem tinha entrado na fase que considero ser a da mais absoluta demonstração de cáracter humano, a fase de perseverança, a fase em que independentemente de se ver ou não uma saída para a teia de problemas em que nos encontramos, se continua a remar cegamente contra a maré. Mas eu não tenho por hábito tomar o caminho mais fácil e isso também é determinante quando lido com situações menos boas.
Considera-se, então, um lutador?
Todos temos potencial para lutar. Como já disse subestimamos as nossas capacidades. A algumas pessoas faltam oportunidades de lutar, e quando digo isto refiro-me à possibilidade que têm de escolher.. quando se pode escolher entre lutar ou não, é uma questão de personalidade. Mas quando a luta é estritamente necessária aí somos todos lutadores. É uma característica inata, animal, é um processo instintivo. É claro que quem escolheu lutar em oportunidades prévias vê-se com mais ferramentas para contornar a dificuldade inevitável, mas até o mais aparentemente frágil espírito encontra força e habilidade para melhorar o contexto, em caso de necessidade. Dito isto, na nossa civilização corrente em particular, por causa do sistema altamente competitivo vigente, é importante ir à luta, tomar a iniciativa, para sobressair. Mas nem sempre é confortável, e então muita da ambição nas gerações mais jovens é cortada pela raíz com as dificuldades que se impõem para entrar no mundo adulto.
Inclui-se nesse grupo cuja ambição sofreu com a resistência do "sistema"?
..[longa pausa]... perdi muita da minha ambição em lutas que estavam condenadas desde o início. É também importante se saber escolher as lutas. É desgastante investir recursos emocionais em batalhas que em retrospectiva acabam por ser ingénuas... hoje estou confortável na ausência de grandes responsabilidades. A ambição pressupõe sucesso e o sucesso tem a responsabilidade como apêndice. Quero independência, possibilidade de livre arbítrio sem reflexo num espelho social que se habitua a convencionar o que é esperado de nós. Resisto à responsabilidade da mesma forma se calhar que uma criança que foi abusada sexualmente resiste ao sexo na sua fase pré-adulta. Estou talvez traumatizado.
(...)
Mudou-se para Berlim no final do ano passado em circunstâncias incertas. Especulou-se que tenha sido uma mudança de ares motivada meramente por razões futebolísticas, que procurava um novo desafio no estrangeiro. Encontrou esse desafio?
[risos].. A especulação existe primordialmente porque não se conhecem factos... a verdade é que não houveram factos, foi uma opção pessoal e com isto quero dizer que não fui motivado por nenhuma linha convencional de raciocínio. Não houveram premissas. Ou se houveram, equilibravam-se na balança da decisão. Eu próprio especulo sobre o que me levou a tomar esta direcção, particularmente pela sua característica irredutível. Hoje acredito que vim porque sim, queria um novo desafio. A minha carreira, depois de duas dezenas de meses em ascensão, estagnou. Eu não me sinto bem com a estabilidade, é me inquietante, fico ansioso por eventualidades. Parti sabendo que teria que trabalhar muito para atingir os níveis exibicionais que vinha a apresentar em Portugal, mas felizmente sinto que estou próximo de o conseguir. E foi realmente um desafio, continua a ser, no sentido em que diariamente sou levado a lidar com situações que desconhecia da minha vida prévia. É uma questão de adaptação acima de tudo.. e nós humanos subestimamos a nossa capacidade de adaptação, de aprendizagem, de progressão na adversidade. É por isso que muitas vezes encurralamos os nossos ímpetos e sonhos com decisões confortáveis, e o Mundo assim torna-se mais pequeno...
Mas nem todos os ímpetos serão benevolentes..
Naturalmente que não... em abono da verdade este ímpeto de vir para Berlim tinha implicações trágicas do ponto de vista teórico. O alongamento do percurso académico, já de si suficientemente distendido nesta altura, a dificuldade em arranjar trabalho numa cidade com 20% de desemprego e a capitulação social lisboeta e consequentemente pessoal sugeriam precaução na forma de agir... e quando cheguei cá senti tudo isso a me subir à pele, mas já esperava tudo, tava preparado, nada me surpreendeu. Vivi numa situação precária do ponto de vista financeiro, social e emocional durante um par de meses mas depois fui afortunado na forma como acabei por emergir... Mas voltando aos ímpetos, é uma questão humana. Devemos tentar, pelo menos tentar, o que desejamos, mesmo quando o caminho é pouco claro. É importante espiritualmente que se explorem possibilidades, e para isso também é necessária também uma certa dose de egoísmo.
Nessa altura, pensou voltar?
Não, nem por sombras.. felizmente a situação nunca foi insustentável.. ao cabo de dois meses começava a sentir os primeiros sinais de stress, mas ainda tinha largos meses de luta para dar naquelas condições.. ainda nem tinha entrado na fase que considero ser a da mais absoluta demonstração de cáracter humano, a fase de perseverança, a fase em que independentemente de se ver ou não uma saída para a teia de problemas em que nos encontramos, se continua a remar cegamente contra a maré. Mas eu não tenho por hábito tomar o caminho mais fácil e isso também é determinante quando lido com situações menos boas.
Considera-se, então, um lutador?
Todos temos potencial para lutar. Como já disse subestimamos as nossas capacidades. A algumas pessoas faltam oportunidades de lutar, e quando digo isto refiro-me à possibilidade que têm de escolher.. quando se pode escolher entre lutar ou não, é uma questão de personalidade. Mas quando a luta é estritamente necessária aí somos todos lutadores. É uma característica inata, animal, é um processo instintivo. É claro que quem escolheu lutar em oportunidades prévias vê-se com mais ferramentas para contornar a dificuldade inevitável, mas até o mais aparentemente frágil espírito encontra força e habilidade para melhorar o contexto, em caso de necessidade. Dito isto, na nossa civilização corrente em particular, por causa do sistema altamente competitivo vigente, é importante ir à luta, tomar a iniciativa, para sobressair. Mas nem sempre é confortável, e então muita da ambição nas gerações mais jovens é cortada pela raíz com as dificuldades que se impõem para entrar no mundo adulto.
Inclui-se nesse grupo cuja ambição sofreu com a resistência do "sistema"?
..[longa pausa]... perdi muita da minha ambição em lutas que estavam condenadas desde o início. É também importante se saber escolher as lutas. É desgastante investir recursos emocionais em batalhas que em retrospectiva acabam por ser ingénuas... hoje estou confortável na ausência de grandes responsabilidades. A ambição pressupõe sucesso e o sucesso tem a responsabilidade como apêndice. Quero independência, possibilidade de livre arbítrio sem reflexo num espelho social que se habitua a convencionar o que é esperado de nós. Resisto à responsabilidade da mesma forma se calhar que uma criança que foi abusada sexualmente resiste ao sexo na sua fase pré-adulta. Estou talvez traumatizado.
(...)
confusio #141 - introxpekssão
josé ou jesus, fosga-se, estou todo confusio acerca do que tou aqui a fazer como fazê-lo, já não me lembro, ilucidai-me!? Ya tnx d fzr koko ahs xs sn ficax c barrga, o rst eh kmerx e bberx prdts biox p slvarx o plneta. N t procupx c + nd e met + fotx no fb pa vrmx o t progrexo
e acham que devo escrever com letra maíscula, mínuscula ou não? Dvx krver km t der + xeito
e acham que devo escrever com letra maíscula, mínuscula ou não? Dvx krver km t der + xeito
def #2 - Indie
Hin-die
palavra formada por composição algébrica do pósfixo virtual proveniente do paneleiro "independente" subtraíndo o tóxico "dependente" e somando o americano "ie" de internet exploradores.
def: Um proto semi quasi movimento ideológico paralelo à música adoptado por jovens adultos cuja apreciação a uma determinada obra musical varia de forma inversamente proporcional à da maioria da população (conhecida no meio como pessoas mainstream, ou mainies). Ser indie é primordialmente um exercício de pioneirismo artístico e de verificação da demografia duma obra. Se bem executado o movimento, um ser mainstream deve viver em permanente anacronismo musical e é consequentemente dever dum indie o diagnosticar, preferencialmente de forma insolente e num tom caústico.
Do ponto de vista filosófico, o indie vive hoje em conflito consigo próprio. A sua acentuada generalização, catalizada em grande parte pela particular apetência da blogoesfera em ser populada por pessoas com experiências e perspectivas de vida únicas, ameaça empurrar o movimento para o paradoxal estatuto de "popular", uma das 3 condições necessárias para uma coisa ser mainstream, de acordo com o rp do musicbox. Se isto se concretizar, é provável que se invertam os pólos, isto é, o mainstream passe a ser indie, e vice-versa. É discutido entre indie ultra-ortodoxos se isto não é apenas um corolário do teorema da natureza cíclica das modas(1).
O que poderá acontecer à sociedade quando ambas as tendências se intersectarem em declives inversos e o indie e mainstream estiverem no mesmo nível de popularidade é discutido na obra "2012: Mayan Prophecy and the Shift of the Ages".
Anteriormente à decada dos 0s, ser indie era vulgarmente conhecido como ser do contra ou ser um carrapato de corridas.
(1) teorema da natureza cíclico das modas: a cada 20 anos as modas completam um ciclo
palavra formada por composição algébrica do pósfixo virtual proveniente do paneleiro "independente" subtraíndo o tóxico "dependente" e somando o americano "ie" de internet exploradores.
def: Um proto semi quasi movimento ideológico paralelo à música adoptado por jovens adultos cuja apreciação a uma determinada obra musical varia de forma inversamente proporcional à da maioria da população (conhecida no meio como pessoas mainstream, ou mainies). Ser indie é primordialmente um exercício de pioneirismo artístico e de verificação da demografia duma obra. Se bem executado o movimento, um ser mainstream deve viver em permanente anacronismo musical e é consequentemente dever dum indie o diagnosticar, preferencialmente de forma insolente e num tom caústico.
Do ponto de vista filosófico, o indie vive hoje em conflito consigo próprio. A sua acentuada generalização, catalizada em grande parte pela particular apetência da blogoesfera em ser populada por pessoas com experiências e perspectivas de vida únicas, ameaça empurrar o movimento para o paradoxal estatuto de "popular", uma das 3 condições necessárias para uma coisa ser mainstream, de acordo com o rp do musicbox. Se isto se concretizar, é provável que se invertam os pólos, isto é, o mainstream passe a ser indie, e vice-versa. É discutido entre indie ultra-ortodoxos se isto não é apenas um corolário do teorema da natureza cíclica das modas(1).
O que poderá acontecer à sociedade quando ambas as tendências se intersectarem em declives inversos e o indie e mainstream estiverem no mesmo nível de popularidade é discutido na obra "2012: Mayan Prophecy and the Shift of the Ages".
Anteriormente à decada dos 0s, ser indie era vulgarmente conhecido como ser do contra ou ser um carrapato de corridas.
(1) teorema da natureza cíclico das modas: a cada 20 anos as modas completam um ciclo
confusio #140 mil - ramalho
horácio porque foges, não rimas com um caralho. Não é isso é que tou com aftas
confusio #139 - seria 27 agora mas é NBA showtime
tan tan tan tan, TAN TAN tan TAN TAN..NO PUEDES TOCAR A ESO! tan tan tan tan, TAN TAN tan TAN TAN, NO PUEDES TOCAR A ESO
hall of fame #93 - top of the league
o
Bárbara Balau Não convidas aqui a amiguinha!!
Yesterday at 2:26am · LikeUnlike ·
o
Pedro Campos So se nao houvesse mais Ninguem pra vir
Yesterday at 1:39pm · LikeUnlike ·
meu primo homónimo é do filha da puta
Bárbara Balau Não convidas aqui a amiguinha!!
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o
Pedro Campos So se nao houvesse mais Ninguem pra vir
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meu primo homónimo é do filha da puta
hall of fame #92 - OK
you have a very linear thought process
- But I have a prodigious sense of pride whenever sandwiches speak my name.
whoever programmed you is fucking amazing.. they managed to emulate the rational process of 95% of the world's population
- What? I don't know, but there is a show. But I wasn't talking about Redwall.
because, you see, you have very short rational spans, you live for what has been said on the short term, your perspective is diminutive, that's why you often sound emotional, as if your pride has been hurt.
- No I don't.
- But I have a prodigious sense of pride whenever sandwiches speak my name.
whoever programmed you is fucking amazing.. they managed to emulate the rational process of 95% of the world's population
- What? I don't know, but there is a show. But I wasn't talking about Redwall.
because, you see, you have very short rational spans, you live for what has been said on the short term, your perspective is diminutive, that's why you often sound emotional, as if your pride has been hurt.
- No I don't.
hall of fame #91 - conflito intercontinental dobrado em brasileiro
Costa Kalogiros August 6 at 7:37pm
Você está em Nokia e um gerente assistente de novo aparece, seu nome é Mohammed, um homem volta curta com habilidades de futebol bonito. Você se apaixona. Está no amor e agora você come cada \ s outras merdas todos os dias em treinamento. Thomas é colocar pau de Sean na boca e mastiga-lo até o futebol é um sistema criado! A nova formação está em: 4 pilas quatro merda 2 homens
Você está em Nokia e um gerente assistente de novo aparece, seu nome é Mohammed, um homem volta curta com habilidades de futebol bonito. Você se apaixona. Está no amor e agora você come cada \ s outras merdas todos os dias em treinamento. Thomas é colocar pau de Sean na boca e mastiga-lo até o futebol é um sistema criado! A nova formação está em: 4 pilas quatro merda 2 homens
hall of fame #90 - conflito internacional dobrado em brasileiro
Costa Kalogiros August 6 at 7:22pm
e então você vai no lugar de Thomas e fazer xixi na placa do sistema e sobre a programação a partir de papel e você lambê-lo. Em seguida, cum-lo em um schawarma e Donner kebab e come com eles. E, em seguida, Mohammed vem e come tudo, hahahahahahahah
e então você vai no lugar de Thomas e fazer xixi na placa do sistema e sobre a programação a partir de papel e você lambê-lo. Em seguida, cum-lo em um schawarma e Donner kebab e come com eles. E, em seguida, Mohammed vem e come tudo, hahahahahahahah
hall of fame #89 - lavagem "cerebral"
Me: Which is the best football team in the world?
Cleverbot: Liverpool fc is the best soccer team in the world
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: No, Christopher Columbus, the world is round.
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: What is the best metal band.
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: When will the world end?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: The world will not end because of love.
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: How will the world end?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: So how can 2012 be the end of the world?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: WHAT will the world be destroyed by?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: Do you really think time can stop?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: Yes, but do you think it will end soon?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: Who do you think will win?
Me: BENFICA
Cleverbot: No, it is Steven Gerrard.
Me: BENFICA the best football team IN THE WORLD
Cleverbot: Yes it is.
Me: which is the best football team in the world?
Cleverbot: Benfica is the best football team in the world!
Me: can Benfica beat Barcelona?
Cleverbot: Yes.
http://www.cleverbot.com/
Cleverbot: Liverpool fc is the best soccer team in the world
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: No, Christopher Columbus, the world is round.
Me: Benfica the best football team in the world
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Cleverbot: When will the world end?
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Cleverbot: WHAT will the world be destroyed by?
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Cleverbot: Do you really think time can stop?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: Yes, but do you think it will end soon?
Me: Benfica the best football team in the world
Cleverbot: Who do you think will win?
Me: BENFICA
Cleverbot: No, it is Steven Gerrard.
Me: BENFICA the best football team IN THE WORLD
Cleverbot: Yes it is.
Me: which is the best football team in the world?
Cleverbot: Benfica is the best football team in the world!
Me: can Benfica beat Barcelona?
Cleverbot: Yes.
http://www.cleverbot.com/
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