confusio #173 - adler dose
o idose, fds, pensava que ia me mandar pra outra holorealidade mas ainda tou aqui no mesmo domingo à noite. só me parece transmutações de símbolos satanicos. como um gajo cresce com grande impressões semioticas talvez flipe malta no limite de substâncias. Espero que sim, merecem essa trip. conheci uma deusa grega hoje, acho que é mentira, a propósito. um dia.
confusio #172 - adler life
jhesus, when u smile? caralho; doutro mondo, inda bem q tou na bhase. fayen, volta.
confusio #171 - adler gin
#define cyclo infermal
#define now_ NOW
#define end wk42
//#define wife
//#define work
struct life;
float konto;
int QI;
life.zyklon(now_)= {"kosta_hobo_gin";
concatenate ("henriques_alkoginius");}
life.zyklon(wk39)= {"johan_sant";
GoTo "esselbê_jeder" Then
GoTo "9_oirou_fassbier";
concatenate("le_duo_de_lutetia_falcos");}
life.zyklon(wk40)= {"firpark_corner_praha_tour"}
life.zyklon(wk41)= {"gate5_6h_initiation_ritual"}
for life.zyklon(now_) to life.zyklon(end){
puts("és tou num zyklon infermal");
konto--;
wife--;
work=0;
QI=-2;
date=+1;
}
end
gcc -g -pedant zyklon.c zyklon.o
line 16: undefined reference to variable wife
line 17: undefined reference to variable work
*ignore*
./run zyklon
#define now_ NOW
#define end wk42
//#define wife
//#define work
struct life;
float konto;
int QI;
life.zyklon(now_)= {"kosta_hobo_gin";
concatenate ("henriques_alkoginius");}
life.zyklon(wk39)= {"johan_sant";
GoTo "esselbê_jeder" Then
GoTo "9_oirou_fassbier";
concatenate("le_duo_de_lutetia_falcos");}
life.zyklon(wk40)= {"firpark_corner_praha_tour"}
life.zyklon(wk41)= {"gate5_6h_initiation_ritual"}
for life.zyklon(now_) to life.zyklon(end){
puts("és tou num zyklon infermal");
konto--;
wife--;
work=0;
QI=-2;
date=+1;
}
end
gcc -g -pedant zyklon.c zyklon.o
line 16: undefined reference to variable wife
line 17: undefined reference to variable work
*ignore*
./run zyklon
hall of fame #98 - a sara carbonerizada
#14 manuel_getafe 22.Sep.2010 | 19:18
pues yo la ponia una naranja en el la boca y la comia el culo hasta que supiera a fanta
pues yo la ponia una naranja en el la boca y la comia el culo hasta que supiera a fanta
hall of fame #96 - o nosso colega
[0:21:09] Pedro: so tamos nos as duas aqui Sara?
[0:21:19] Sara Duarte: os dois pedro
[0:21:19] Sara Duarte: os dois pedro
um ano em Agosto, uma ilha no mediterraneo (memoria do tipo "jazuz")
+ vale saltar já pró últimate fotokilograma pq isto é td prosa-superflua (mas de grande nível) pra poder pôr essa RF-erência fotobinária aqui sem dar cana de açucar pra fazer aguardente em casa (note-se a utilização_de váriadias ténicas de quebra de transdução pra emcriptar o 1º parógrafo abaixo de zero - podes usar o que quiseres só te sai esta frase, namorada estrangeira)
olá!
decorria o ano de todas as mudanças, e em particular, a mudança que viria a ser a maior tinha ocorrido por via duma dança no carpe diem II há 3000 anos atrás.
em 2,7 mil eu brincava ao associativismo juvenil, o que me fodeu 93% da vontade de me deslocar ao IST por razões académicas, por razões óbvias, por razões matrimoniais, por razões psicomotoras, por razões de trissomia, por razões de burnout. Mas ao menos mamei dinheiro à pala do tencnico e safei me à filha da puta pra um interrail com guita dos contribuintes. Por ir a reuniões e defender os alunos e isso.

Nisto tavamos em belgrado e apanhamos o suburbano pra atenas por entre choros e remorsos de não termos tentado flash mob gang bang na sanja durante a última noite. Paramos em várias estações das quais destaco por ordem de chegada à memória ruud van Nis , scófia, testalónica, larissa riquelme e umas vistas pro monte olimpico de munique 36. Escusado será dizer que em testa assistimos ao paokara, do qual trouxe um caxecool a dizer em maiúsculas pi-A-o-K o que significa pantestalónicos atlético regressados de konstantinopla. Os testalónicos são loucos pra começar. Era um jogo amigável contra o liforno e mesmo assim amandaram com bués da verylights e torchas.
(antes da simetrização facial, obrigado doutor jones)
Entretanto desde que tinhamos bazado de branco castelo já mais de 30 horas se tinham evaporado sem que tivesse havido oportunidade de recomposição higiénica por exemplo. Eu pessoalmente ainda tava a cajú e everlong mas sobrevivia. As estações de comboio têm sandes de merda, quando me tento lembrar de qualquer coisa morro sempre neste pensamento.
(pat sonha com rúben)
O último comboio de testalónica pra antenas partiu às 22h com 55º à sombra, e não tinha cadeiras mas só beliches. o nosso quarto era partilhado com um indivíduo de raça negra e uma gaja grega in medias res da sua 3ª década, vulgo frustrada. Todos entramos no comboio a apelar ao futuro que não nos reservasse convergência de cabine mas assim foi e 2 minutos volvidos na carruagem o caldo já se entornava. A gaja grega acho que era um bocado racista, e nas montanhas anti-europeista. Olhando pra isto agora assim friamente, a gaja até se calhar tinha razão na cena da europa. O coitado do black dormiu isolado no beliche, há males que vêm por bem e a catinga é bem capaz de ser uma arma contra vários incómodos. O patrício e a grega viveram um romance aceso durante toda a viagem, jogados no chão como almas livres a viver uma efémera paixão de comboio.
(o preto a dormir no beliche, visto do corredor)
Chegamos fortes, com 46 horas de viagem em cima, sem barco, sem dignidade e não vimos a acrople. Porque fomos directos pró porto de recreio do metro de syntagma pra sermos naturalmente enrabados na venda dos bilhetes de catamarande. Foram 7 da manhã carregadas de forte névoa cansática que condicionaram esta previsibilidade. Felizmente ao menos só tivemos que esperar mais 8 horas pelo barco. A Grécia fica mesmo a norte do egipto, daí a mútua influência pagã se reparares - difícil acreditar que os minoanos é que fizeram a ponte, uma ilha tão tretas, sem um clube de futebol a sério sequer.
(pat sonha "acordado")
Descansamos de forma desortodoxa em frente dumas escadas ortodoxas em pireias mas houve uma alta ideia em ir procurar uma lavandaria. Tava com tanta vontade de ir procurar uma lavandaria como de enfiar uma knifa no ocipital e começar a ver só pilas à frente mas as coisas são assim e manada é mainada. Já antes todos nós nos tinhamos-nos nos chateado-nos uns cús outros por diversas razões, o que fora, fazendo a regra de 3 simples, um x na cheque list do interrail, que já tinhamos lido antes em sites da especialidade. Mas em toda a honestidade foi uma ideia do topo da liga porque - tinha me esquecido ao abrigo das temperaturas exruciantes -, eu já não tinha roupa boa pra atacar o pat/rúben na ilha de santorini morango e avelã, e na minha cabeça ou era em santorini no pôr do sol em oia que vi em fotos na internet ou nunca mais na vida lhes alcancaria um beijo, ou quiça talvez mais qualquer coisa... deixo em aberto.
(isto foi no carnaval de torres)
Então fomos perdidos em direcção a uma levandaria sem ter sequer mapas porque o lonely planet não pensava num gajo querer lavandarias em olympiakos piraeus. o lonely planet - prós novos em 2028 (aviva/mia/kratos) -, era aquela cena que os backpackers vulgo commonwealthers levavam há uns anos pra se orientarem mas que agora são bué mainstream para além de que só compilam tourist trumps. O melhor agora é saberes a word da street à moda antiga - e só assim pra te levares a sério cómum viajante "autêntico". E foi assim que na realidade encontrámos a lavandaria e na realidade lavámos a roupa e na realidade fómos "dormir" pro pé do barco depois.
(levandaria socrática secreta)
(pat sempre alerta)
Entretanto à medida que o relógio batia nas 5 da tarde o nosso ponteiro subia ao meio-dia com o afluxo de pitas gyras (HAHA) a embar/borcar pela popa rasa do navio adentro como se tivessem a distribuir proas, perdão, rebuçados, na proa (HAHAH). E é então que começamos a voar baixinho enquanto personagens espirituosos e dominantes socialmente:
(descontrolados de entusiasmo a caminho de santorini)
A viagem em si foi de grande camaradagem e companheirismo individual. Mesmo assim, a bordo do navio ultrasónico do tipo catamaran houve ainda tempo para desbravar estéticamente a inteira totalidade da península do pelopopepmpeso kalamaratiotis susudoeste. E que estética:
o pelopopepmpeso, na horizontal amarela
Piada é que nisto um dá-se de si e ascende espiritualmente a um hieróglifo. Mar jónio, onde tudo aconteceu: onde passaram os barcos com o bronze de erzebirge pro colllosso de rodas..., onde passaram os barcos com a madeira romena pro cavalo de trojan..., onde passaram os barcos com filósofos gregos prá pedoparade de helicarnasso '577 AC..., onde atravesseram em trajectória túnel-de-luz os fotões mágicos a azeite do grande faraó de alexandria..., onde se encontra o ponto heléniocêntrico de iluminação máxima do intelecto humano de todos os tempos, em knossos, entre hypatia, eratostenes, dramasco, shtambul e parabólicas ao mesmo tempo. Tudo isto serve pra um gajo se interrogar sobre cenas realmente relevantes. Porque é que o egiptos não puseram um acabamento em diamante na keops? Se os grandes cientistas naturais todos eram larilas, será a homossexualidade um sintoma de genialidade? Se os grandes cientistas naturais todos eram pedófilos, serão as crianças uma fonte de inspiração intelectual? constantinopla afinal foi grega alguma vez ou não? o chipre é a nova ibiza? se o danilo tá no delta do nilo, o alfa onde tá? será que vão haver mais atentados terroristas em luxor/sharm-el-sheikh ou os 20 club meds de haifa já têm a taxa de ocupação a 100% prós próximos 50 séculos?
(se o sol se põe nas minhas costas, como fodo a luana?)
(pat em altas)
como é óbvio, acabamos por nunca chegar ao nosso destino. tou a brincar, o barco afundou. E o tony the legend(/) disse nos(*)
/where are you from?
*portugal
/AH PORTUGALIA, MY FRIENDS! You need place to stay?
*we don't have much money
/NO PROBLEM! I KNOW YOUR SITUATION, COME WITH ME
*we can't afford much
/I KNOW PORTUGALIA, MY FRIEND, I KNOW YOUR SITUATION, WAIT HERE FOR ME
o tony deixou-nos intencionalmente numa área reservada imaginária dum canto notoriamente mal iluminado e foi recrutar mais malta à saida do barco. Presumo que tenha sido uma estratégia pra não sermos interpolados por outro touripredador.
passados 5 minutos o tony volta com uma gaja boa e um piolho namorado dela, ela era capaz de ser francesa e ele americano ou talvez vice-versa, ambas as hipóteses fazem sentido
o tony levou-nos pra uma ford transit se calhar vermelha sem nunca nos atirar um preço pró ar. /WE WILL SEE, COME WITH ME, WE TALK AFTER, DONT WORRY PORTUGALIA. Tivemos quase a lhe atirar um bife com batatas fritas.
(a ford transit "vermelha" do tony)
o pat ao se sentar no banco de trás da ford, o estofe deu um mortal à rectaguarda, ainda bem que o tony não viu. No caminho fomos a ouvir um monólogo de marketing do Tony.
podia explicar o que significa privar com o tony the legend mas é perder tempo. Não existe semântica pra um personagem destes. Ele basicamente domina de forma avassaladora a sociedade de perissa, é uma vila que gira em torno do seu astro maior, o rei tony e o resto deverá se adaptar. Prós turistas, ele no fundo tá ali pra ganhar dinheiro, mas é acho que é também bom rapaz. Nós não pagamos uma noite, talvez por lapso da mulher dele, que faz a contabilidade. Nunca vamos saber. Eis como tony the legend se descreve a si próprio:
"Antonio Prekas, born and raised in Santorini is a very succesful hotel owner who started creating his art work as a hobby in 2000. His art is many hotels around Santorini Island. Tony began creating his art while working as a carpenter for twelve years. Over the years his art work has developed and become very popular."
um dia alguma cena vai me fazer escrever o que se passou em santorini, mas agora não tenho paxorra e acho que se meter esta merda agora aqui já não dá grande cana porque é a continuação da história.
No tony the legend villa conhecemos umas italianas
(primeira vez que provei amstel)
olá!
decorria o ano de todas as mudanças, e em particular, a mudança que viria a ser a maior tinha ocorrido por via duma dança no carpe diem II há 3000 anos atrás.
em 2,7 mil eu brincava ao associativismo juvenil, o que me fodeu 93% da vontade de me deslocar ao IST por razões académicas, por razões óbvias, por razões matrimoniais, por razões psicomotoras, por razões de trissomia, por razões de burnout. Mas ao menos mamei dinheiro à pala do tencnico e safei me à filha da puta pra um interrail com guita dos contribuintes. Por ir a reuniões e defender os alunos e isso.
Nisto tavamos em belgrado e apanhamos o suburbano pra atenas por entre choros e remorsos de não termos tentado flash mob gang bang na sanja durante a última noite. Paramos em várias estações das quais destaco por ordem de chegada à memória ruud van Nis , scófia, testalónica, larissa riquelme e umas vistas pro monte olimpico de munique 36. Escusado será dizer que em testa assistimos ao paokara, do qual trouxe um caxecool a dizer em maiúsculas pi-A-o-K o que significa pantestalónicos atlético regressados de konstantinopla. Os testalónicos são loucos pra começar. Era um jogo amigável contra o liforno e mesmo assim amandaram com bués da verylights e torchas.
Entretanto desde que tinhamos bazado de branco castelo já mais de 30 horas se tinham evaporado sem que tivesse havido oportunidade de recomposição higiénica por exemplo. Eu pessoalmente ainda tava a cajú e everlong mas sobrevivia. As estações de comboio têm sandes de merda, quando me tento lembrar de qualquer coisa morro sempre neste pensamento.
O último comboio de testalónica pra antenas partiu às 22h com 55º à sombra, e não tinha cadeiras mas só beliches. o nosso quarto era partilhado com um indivíduo de raça negra e uma gaja grega in medias res da sua 3ª década, vulgo frustrada. Todos entramos no comboio a apelar ao futuro que não nos reservasse convergência de cabine mas assim foi e 2 minutos volvidos na carruagem o caldo já se entornava. A gaja grega acho que era um bocado racista, e nas montanhas anti-europeista. Olhando pra isto agora assim friamente, a gaja até se calhar tinha razão na cena da europa. O coitado do black dormiu isolado no beliche, há males que vêm por bem e a catinga é bem capaz de ser uma arma contra vários incómodos. O patrício e a grega viveram um romance aceso durante toda a viagem, jogados no chão como almas livres a viver uma efémera paixão de comboio.
Chegamos fortes, com 46 horas de viagem em cima, sem barco, sem dignidade e não vimos a acrople. Porque fomos directos pró porto de recreio do metro de syntagma pra sermos naturalmente enrabados na venda dos bilhetes de catamarande. Foram 7 da manhã carregadas de forte névoa cansática que condicionaram esta previsibilidade. Felizmente ao menos só tivemos que esperar mais 8 horas pelo barco. A Grécia fica mesmo a norte do egipto, daí a mútua influência pagã se reparares - difícil acreditar que os minoanos é que fizeram a ponte, uma ilha tão tretas, sem um clube de futebol a sério sequer.
Descansamos de forma desortodoxa em frente dumas escadas ortodoxas em pireias mas houve uma alta ideia em ir procurar uma lavandaria. Tava com tanta vontade de ir procurar uma lavandaria como de enfiar uma knifa no ocipital e começar a ver só pilas à frente mas as coisas são assim e manada é mainada. Já antes todos nós nos tinhamos-nos nos chateado-nos uns cús outros por diversas razões, o que fora, fazendo a regra de 3 simples, um x na cheque list do interrail, que já tinhamos lido antes em sites da especialidade. Mas em toda a honestidade foi uma ideia do topo da liga porque - tinha me esquecido ao abrigo das temperaturas exruciantes -, eu já não tinha roupa boa pra atacar o pat/rúben na ilha de santorini morango e avelã, e na minha cabeça ou era em santorini no pôr do sol em oia que vi em fotos na internet ou nunca mais na vida lhes alcancaria um beijo, ou quiça talvez mais qualquer coisa... deixo em aberto.
(isto foi no carnaval de torres)Então fomos perdidos em direcção a uma levandaria sem ter sequer mapas porque o lonely planet não pensava num gajo querer lavandarias em olympiakos piraeus. o lonely planet - prós novos em 2028 (aviva/mia/kratos) -, era aquela cena que os backpackers vulgo commonwealthers levavam há uns anos pra se orientarem mas que agora são bué mainstream para além de que só compilam tourist trumps. O melhor agora é saberes a word da street à moda antiga - e só assim pra te levares a sério cómum viajante "autêntico". E foi assim que na realidade encontrámos a lavandaria e na realidade lavámos a roupa e na realidade fómos "dormir" pro pé do barco depois.
Entretanto à medida que o relógio batia nas 5 da tarde o nosso ponteiro subia ao meio-dia com o afluxo de pitas gyras (HAHA) a embar/borcar pela popa rasa do navio adentro como se tivessem a distribuir proas, perdão, rebuçados, na proa (HAHAH). E é então que começamos a voar baixinho enquanto personagens espirituosos e dominantes socialmente:
A viagem em si foi de grande camaradagem e companheirismo individual. Mesmo assim, a bordo do navio ultrasónico do tipo catamaran houve ainda tempo para desbravar estéticamente a inteira totalidade da península do pelopopepmpeso kalamaratiotis susudoeste. E que estética:
Piada é que nisto um dá-se de si e ascende espiritualmente a um hieróglifo. Mar jónio, onde tudo aconteceu: onde passaram os barcos com o bronze de erzebirge pro colllosso de rodas..., onde passaram os barcos com a madeira romena pro cavalo de trojan..., onde passaram os barcos com filósofos gregos prá pedoparade de helicarnasso '577 AC..., onde atravesseram em trajectória túnel-de-luz os fotões mágicos a azeite do grande faraó de alexandria..., onde se encontra o ponto heléniocêntrico de iluminação máxima do intelecto humano de todos os tempos, em knossos, entre hypatia, eratostenes, dramasco, shtambul e parabólicas ao mesmo tempo. Tudo isto serve pra um gajo se interrogar sobre cenas realmente relevantes. Porque é que o egiptos não puseram um acabamento em diamante na keops? Se os grandes cientistas naturais todos eram larilas, será a homossexualidade um sintoma de genialidade? Se os grandes cientistas naturais todos eram pedófilos, serão as crianças uma fonte de inspiração intelectual? constantinopla afinal foi grega alguma vez ou não? o chipre é a nova ibiza? se o danilo tá no delta do nilo, o alfa onde tá? será que vão haver mais atentados terroristas em luxor/sharm-el-sheikh ou os 20 club meds de haifa já têm a taxa de ocupação a 100% prós próximos 50 séculos?
como é óbvio, acabamos por nunca chegar ao nosso destino. tou a brincar, o barco afundou. E o tony the legend(/) disse nos(*)
/where are you from?
*portugal
/AH PORTUGALIA, MY FRIENDS! You need place to stay?
*we don't have much money
/NO PROBLEM! I KNOW YOUR SITUATION, COME WITH ME
*we can't afford much
/I KNOW PORTUGALIA, MY FRIEND, I KNOW YOUR SITUATION, WAIT HERE FOR ME
o tony deixou-nos intencionalmente numa área reservada imaginária dum canto notoriamente mal iluminado e foi recrutar mais malta à saida do barco. Presumo que tenha sido uma estratégia pra não sermos interpolados por outro touripredador.
passados 5 minutos o tony volta com uma gaja boa e um piolho namorado dela, ela era capaz de ser francesa e ele americano ou talvez vice-versa, ambas as hipóteses fazem sentido
o tony levou-nos pra uma ford transit se calhar vermelha sem nunca nos atirar um preço pró ar. /WE WILL SEE, COME WITH ME, WE TALK AFTER, DONT WORRY PORTUGALIA. Tivemos quase a lhe atirar um bife com batatas fritas.
o pat ao se sentar no banco de trás da ford, o estofe deu um mortal à rectaguarda, ainda bem que o tony não viu. No caminho fomos a ouvir um monólogo de marketing do Tony.
podia explicar o que significa privar com o tony the legend mas é perder tempo. Não existe semântica pra um personagem destes. Ele basicamente domina de forma avassaladora a sociedade de perissa, é uma vila que gira em torno do seu astro maior, o rei tony e o resto deverá se adaptar. Prós turistas, ele no fundo tá ali pra ganhar dinheiro, mas é acho que é também bom rapaz. Nós não pagamos uma noite, talvez por lapso da mulher dele, que faz a contabilidade. Nunca vamos saber. Eis como tony the legend se descreve a si próprio:
"Antonio Prekas, born and raised in Santorini is a very succesful hotel owner who started creating his art work as a hobby in 2000. His art is many hotels around Santorini Island. Tony began creating his art while working as a carpenter for twelve years. Over the years his art work has developed and become very popular."
um dia alguma cena vai me fazer escrever o que se passou em santorini, mas agora não tenho paxorra e acho que se meter esta merda agora aqui já não dá grande cana porque é a continuação da história.
No tony the legend villa conhecemos umas italianas
Etiquetas:
Crónica,
Flashbecker,
Fotolog
o arquivo das fotos da semana - wk36
confusio #167 - supermarcado da vida
dar lhe 40 por semana fode um bocado a vida a um gajo mas ao menos dá pra comer salmão à noite
confusio #166 - reavaliação de carreira
acho duas merdas: que vou ficar aqui algum tempo à pala da nowkia; que é capaz de ser boa ideia casar, por razões fiscais - é que são 10% de diferença.
misc #9 (acho) - Europa, pussies since 1945
Nathan Eitelberg 06 September at 23:20
Mate... I agreed with you in that fight, and I wish you wouldn't back down.
I don't know why you are afraid to "take over" a status. I removed people who can't behave when I talk about serious issues, and I think that whoever is left would not get offended by you, or by Omry.
I actually enjoyed reading intelligent debate, even if it came from one side on a certain subject... I don't know Omry irl, but I have common friends with him, and because we agreed on some things I added him. I wish I'd have been here to back you up on the Europe vs the world argument, but work fucks me....
Regarding BS on global empathy.. I apoligise. I just don't know how to word my opinion exactly. I do think that Europe shouldn't give a fuck, but that's because there is no real suffering here..... Seriously. Come visit Jerusalem and I will take you around and with your European passport you can go visit inside of "Palestine" if you feel brave enough.
That pisses me off that Europeans feel holier than thou to condemn Israel on something they have NO clue about, meanwhile why not focus all that self-righteous anger to people who REALLY NEED help? Fuck, even in South Africa I saw starvation all around me....
In Israel, the beggars piss me off. No Jew starves here, but no Arab either. They have work, they drive BMW's, and they have access to unemployment benefits if they don't, plus they don't pay tax.... What the fuck do they need money for? To buy AK47's?
So you see my problem... I should have worded it that empathy should be given where it is deserved, and not just where the media says it should go.
Add me on skype if you have me: Nathan.Eitelberg
I'd love to talk sometimes. :)
Have a good night!
Pedro Campos 10 September at 19:43
Hey man,
i backed down out of experience. There is nothing that will deter that guy from thinking he's more intelligent and more informed than others, you can tell by the assertiveness of his writing that he's one of those guys that has no doubts over his opinions. For me that isn't something i want when i put some effort into a discussion. I don't wanna be right or wrong, i want for everyone to seek the truth and if possible by the end of the conversation be closer to it.
I come home from work to relax, not to get pissed at a random guy i will never meet. Better to drop it with a bit of sarcasm. For him, he won, for me i made fun, for the others it's irrelevant, except for you, of course.
I was hoping you would agree with me, having lived in Africa. What i said wasn't from seeing shit on history books or CNN but by talking with people who have lived and still live in Africa. I wish the problem would have been only from colonialism, because in that case, it would be a matter of time before things got better.
Unfortunately it's not, it's deeply anthropological and sociological. The concept of society, or civilization, in Africa, is very different, from what i can understand. That in itself cannot be criticized in any way, because no one can be sure of what the fuck is the right way to structure society. All the values we got came directly from theological morals, a matrix of jewish/christian commandments that still, to this day, dictate the pillars of our constitutions and sociological principles.
The fact that, in practice, the African way leads to an extremely unbalanced power scale between social stratus is first of all inhumane (there is no compassion for the next one - i believe we are inherently kind to other beings and corrupt this natural quality through personal traumas leading to indiscriminate anger and through diverting factors like money, sense of status quo and social popularity) and secondly immoral (morals, as i have mentioned, are an artificial creation of man based on a theological event and therefore, if you are non religious like i am, you have no rational basis to acknowledge them - but i practice them, i'm not a fool)
And that is mainly the problem and why everyone should worry.
I know that you didn't mean the thing about the empathy, i know you already for a few years and fortunately have had the opportunity to understand that you are a full human and not one of those transhuman cynical bastards that are popping out everywhere now. Those persons who are clinically cynics, besides being sad puppets of their own pessimism have this intrinsic belief that everyone else sees the world from their perspective, and if not, it's because they are still stuck to some sort of arcane naivety. There is no admission for the human condition being still valid in our days of hyper informed smart asses.
Really interesting stuff about the benefits palestines have inside Israel. Man, no one in Europe in their right mind thinks that people are suffering there like they suffer in Sudan or Somalia. The idea we have of the whole area is that it's a geopolitically volatile area, with profoundly deep roots for the current conflict. We besides that suspect that there is some day to day instability at the border, 99% of it at a cosmetic/aesthetic level (verbal abuse of some kind).
No one thinks people it's an disaster area of apocalyptical proportions, but we know things aren't good and that at any moment it could turn into one. That is what worries Europeans. And for Europeans that like to keep up to date in geopolitical matters, it's a domino trigger waiting to be pulled and precipitate the world into WW3.
What is worrying personally is that people don't really give a fuck anymore. Contrary to what you and Omry were implying, europeans NEVER talk about the israelo-palestine conflict, AT ALL. Unless you are an activist of some sort (probably how the media paints european over there) you just don't care anymore, which is sad. You don't care about the gaza strip, you don't care about darfur, tibet, mogadishu, you just don't fucking care. You care much more on whether Amy is going to win X-Factor tonight than if Hillary's meeting with Benjamin will, in a unprecedented fashion, yield any results for the conflict.
I think probably europeans are not well depicted by the media over there.
Israeli clubs play for football european competitions every year, Champions league, UEFA cup etc, this is a sign of at least some sort of political and social stability within a country, otherwise the fucking pedants at UEFA wouldn't even allow games to take place there. That, even if unconsciously, makes people realize Israel is not a war zone.
With those few people i have talked to about the settlement problems, no one has a clue on whose fault is it and what should be done. I repeat: only far left wing sensationalistic che guevera cannabis cuba clueless infant minds believe Israel to carry the whole onus of fault.
I personally think the Israel state is too right-wing, too isolationist, too bilateral (with the US) and too proud but if i get a map and look at the countries around Israel, if i take a history book and study the history of the area, i can't see how thing could be in any other way. There is no space for a fantasy hippie ultra liberal state when your neighbors openly admit they strive for your unconditional annihiliation.
There are different contexts in the world stage, and you have to play with the cards you have. If you are, let's say, Greenland, you can't incline your whole economy towards agriculture if you don't have arable land, you must invest in other areas in order to be able to afford importing food. Same shit different story as Israel.
Following this thought, it seems to me that Europeans are generally seen as liberal pussies. That is probably in all honesty a misconception, but if it were to be true, it would make sense. We've gone through our fair share of wars and probably no continent has been more devastated and reconstructed as many times as Europe, but now things are ok, and people start believing in other values other than strength and national identity, because there is no enemy, no common national goal. People develop primordialy humane senses and ideologies. This isn't better or worse than anything else in the world, naturally it brings much less problems than to be agressive towards others, but ultimately it just comes from the context.
take care mate
Mate... I agreed with you in that fight, and I wish you wouldn't back down.
I don't know why you are afraid to "take over" a status. I removed people who can't behave when I talk about serious issues, and I think that whoever is left would not get offended by you, or by Omry.
I actually enjoyed reading intelligent debate, even if it came from one side on a certain subject... I don't know Omry irl, but I have common friends with him, and because we agreed on some things I added him. I wish I'd have been here to back you up on the Europe vs the world argument, but work fucks me....
Regarding BS on global empathy.. I apoligise. I just don't know how to word my opinion exactly. I do think that Europe shouldn't give a fuck, but that's because there is no real suffering here..... Seriously. Come visit Jerusalem and I will take you around and with your European passport you can go visit inside of "Palestine" if you feel brave enough.
That pisses me off that Europeans feel holier than thou to condemn Israel on something they have NO clue about, meanwhile why not focus all that self-righteous anger to people who REALLY NEED help? Fuck, even in South Africa I saw starvation all around me....
In Israel, the beggars piss me off. No Jew starves here, but no Arab either. They have work, they drive BMW's, and they have access to unemployment benefits if they don't, plus they don't pay tax.... What the fuck do they need money for? To buy AK47's?
So you see my problem... I should have worded it that empathy should be given where it is deserved, and not just where the media says it should go.
Add me on skype if you have me: Nathan.Eitelberg
I'd love to talk sometimes. :)
Have a good night!
Pedro Campos 10 September at 19:43
Hey man,
i backed down out of experience. There is nothing that will deter that guy from thinking he's more intelligent and more informed than others, you can tell by the assertiveness of his writing that he's one of those guys that has no doubts over his opinions. For me that isn't something i want when i put some effort into a discussion. I don't wanna be right or wrong, i want for everyone to seek the truth and if possible by the end of the conversation be closer to it.
I come home from work to relax, not to get pissed at a random guy i will never meet. Better to drop it with a bit of sarcasm. For him, he won, for me i made fun, for the others it's irrelevant, except for you, of course.
I was hoping you would agree with me, having lived in Africa. What i said wasn't from seeing shit on history books or CNN but by talking with people who have lived and still live in Africa. I wish the problem would have been only from colonialism, because in that case, it would be a matter of time before things got better.
Unfortunately it's not, it's deeply anthropological and sociological. The concept of society, or civilization, in Africa, is very different, from what i can understand. That in itself cannot be criticized in any way, because no one can be sure of what the fuck is the right way to structure society. All the values we got came directly from theological morals, a matrix of jewish/christian commandments that still, to this day, dictate the pillars of our constitutions and sociological principles.
The fact that, in practice, the African way leads to an extremely unbalanced power scale between social stratus is first of all inhumane (there is no compassion for the next one - i believe we are inherently kind to other beings and corrupt this natural quality through personal traumas leading to indiscriminate anger and through diverting factors like money, sense of status quo and social popularity) and secondly immoral (morals, as i have mentioned, are an artificial creation of man based on a theological event and therefore, if you are non religious like i am, you have no rational basis to acknowledge them - but i practice them, i'm not a fool)
And that is mainly the problem and why everyone should worry.
I know that you didn't mean the thing about the empathy, i know you already for a few years and fortunately have had the opportunity to understand that you are a full human and not one of those transhuman cynical bastards that are popping out everywhere now. Those persons who are clinically cynics, besides being sad puppets of their own pessimism have this intrinsic belief that everyone else sees the world from their perspective, and if not, it's because they are still stuck to some sort of arcane naivety. There is no admission for the human condition being still valid in our days of hyper informed smart asses.
Really interesting stuff about the benefits palestines have inside Israel. Man, no one in Europe in their right mind thinks that people are suffering there like they suffer in Sudan or Somalia. The idea we have of the whole area is that it's a geopolitically volatile area, with profoundly deep roots for the current conflict. We besides that suspect that there is some day to day instability at the border, 99% of it at a cosmetic/aesthetic level (verbal abuse of some kind).
No one thinks people it's an disaster area of apocalyptical proportions, but we know things aren't good and that at any moment it could turn into one. That is what worries Europeans. And for Europeans that like to keep up to date in geopolitical matters, it's a domino trigger waiting to be pulled and precipitate the world into WW3.
What is worrying personally is that people don't really give a fuck anymore. Contrary to what you and Omry were implying, europeans NEVER talk about the israelo-palestine conflict, AT ALL. Unless you are an activist of some sort (probably how the media paints european over there) you just don't care anymore, which is sad. You don't care about the gaza strip, you don't care about darfur, tibet, mogadishu, you just don't fucking care. You care much more on whether Amy is going to win X-Factor tonight than if Hillary's meeting with Benjamin will, in a unprecedented fashion, yield any results for the conflict.
I think probably europeans are not well depicted by the media over there.
Israeli clubs play for football european competitions every year, Champions league, UEFA cup etc, this is a sign of at least some sort of political and social stability within a country, otherwise the fucking pedants at UEFA wouldn't even allow games to take place there. That, even if unconsciously, makes people realize Israel is not a war zone.
With those few people i have talked to about the settlement problems, no one has a clue on whose fault is it and what should be done. I repeat: only far left wing sensationalistic che guevera cannabis cuba clueless infant minds believe Israel to carry the whole onus of fault.
I personally think the Israel state is too right-wing, too isolationist, too bilateral (with the US) and too proud but if i get a map and look at the countries around Israel, if i take a history book and study the history of the area, i can't see how thing could be in any other way. There is no space for a fantasy hippie ultra liberal state when your neighbors openly admit they strive for your unconditional annihiliation.
There are different contexts in the world stage, and you have to play with the cards you have. If you are, let's say, Greenland, you can't incline your whole economy towards agriculture if you don't have arable land, you must invest in other areas in order to be able to afford importing food. Same shit different story as Israel.
Following this thought, it seems to me that Europeans are generally seen as liberal pussies. That is probably in all honesty a misconception, but if it were to be true, it would make sense. We've gone through our fair share of wars and probably no continent has been more devastated and reconstructed as many times as Europe, but now things are ok, and people start believing in other values other than strength and national identity, because there is no enemy, no common national goal. People develop primordialy humane senses and ideologies. This isn't better or worse than anything else in the world, naturally it brings much less problems than to be agressive towards others, but ultimately it just comes from the context.
take care mate
hall of fame #96 - consultor vápido
Vikrant Dev Singh Saturday at 06:50
need help................
Pedro Campos Saturday at 21:55
what's wrong man?
Vikrant Dev Singh 06 September at 11:40
nothing is wrong.... just needed ur advice to go for job or establish some thing of my own?
Pedro Campos 06 September at 21:25
in India, with the market in expansion, if you have capital, establish some thing of your own.
need help................
Pedro Campos Saturday at 21:55
what's wrong man?
Vikrant Dev Singh 06 September at 11:40
nothing is wrong.... just needed ur advice to go for job or establish some thing of my own?
Pedro Campos 06 September at 21:25
in India, with the market in expansion, if you have capital, establish some thing of your own.
o arquivo das fotos da semana - wk34

ela só se excita assim
9 meses de sedimentação serafínica da serra d'água
zoom nevrálgico de 350 kilómetros da mais pura fantasia metálica
às 20:30 levantam-se todos e começam a jogar tango, todos contra todos
réplica do meu despertar aos domingos
uma gaja com um lençol amarrado nas ventas, em frente a um horário (SÓ VISTO EM BERLIM)
já tou um bocado farto
confusio #163 - possibilidade
acho que a principal razão de bué blogs parecerem desconexos é que o pessoal bêbedo fica confiante
estudo da mulher e do meio que a rodeia #8 - chegou o dia
[alienado do mundo, a ouvir música de headphones em posição fetal, a proteger a hemorroida trombosada]
F.A. - Is it possible, since you don't care so much about cleaning it, that you pee sitting down on the toilet?
- ok! (outra enganada)
F.A. - Is it possible, since you don't care so much about cleaning it, that you pee sitting down on the toilet?
- ok! (outra enganada)
hall of fame #95 - fantasy bollywood plot
You: Hello,
Stranger: hi..
Stranger: asl?
You: u first, i will adapt
Stranger: 1900 alien mars
You: -33 tsirhc heaven
You: but i take an alias on earth, im a male human
You: i was born in 1983
You: i was born in portugal, live in effing germany though
You: u?
Stranger: india..
Stranger: 19 m
(...)
Stranger: how u met her
You: she was travelling in portugal and we met on the beach
You: then we went out at night that night
You: and realized we liked to be around each other
You: then i came to visit her in berlin with some friends and went my friends went back i told them i was going to stay here
You: and i stayed
Stranger: this will make a masala bollywood movie.............
Stranger: hi..
Stranger: asl?
You: u first, i will adapt
Stranger: 1900 alien mars
You: -33 tsirhc heaven
You: but i take an alias on earth, im a male human
You: i was born in 1983
You: i was born in portugal, live in effing germany though
You: u?
Stranger: india..
Stranger: 19 m
(...)
Stranger: how u met her
You: she was travelling in portugal and we met on the beach
You: then we went out at night that night
You: and realized we liked to be around each other
You: then i came to visit her in berlin with some friends and went my friends went back i told them i was going to stay here
You: and i stayed
Stranger: this will make a masala bollywood movie.............
confusio #162 - utopia representativa alimentar altamente regulada
devia haver uma cena pra teleportar comida para pessoas a seguir um ranking mundial de fome.
Ya? como?
O ranking seria estabelecido anualmente, através de votações globais associadas a um programa de TV tipo eurovisão, apresentado por uma gaja boa mas não muito voluptuosa para evitar controvérsia.
como é que se poderia implementar isto de forma "democrática"?
Haveria um período de campanha pra cada país mostrar os seus argumentos de carência. Depois, na fase de votação, haveriam desfiles em bikini de indivíduas-protótipo de cada país, pra dar aos globoespectadores uma ideia in loco do índice de massa corporal de cada nacionalidade. O programa culminaria, claro, com a votação em directo e simultâneo por TV interactiva, net, e-mail, skype, telefone, correio ou sinais de fumo, com camêras espalhadas pelas praças principais das capitais dos maiores candidatos à vitória final, pra se poderem captar as reacções espontâneas de rejubilo/desilusão de cada povo. As votações seriam na verdade pontuações: cada habitante do mundo pontuaria cada país de 1 a 5 de acordo com a sua "urgência alimentar", baseado nos argumentos apresentados pela máquina de marketing do país (sensibilização intelectual), e pela visualização da manequim étnica/nacional no próprio programa (sensibilização sensorial).
como evitar que países como israel ou espanha morressem à fome por demanda popular?
Questão legítima mas de resolução fácil. Cada uma das pontuações seria "corrigida" por um factor (de 0.01 a 3) que tomaria em consideração o historial de animosidade religiosa, política, social, cultural e futebolística entre o país de origem do votante e o país pontuado, assim evitar-se-iam decisões demasiado "populistas" baseadas em vendettas ou mero desreconhecimento internacional. A tabela de factores correctivos seria actualizada anualmente numa assembleia alimentar mundial (mais sobre isto adiante). Outros factores correctivos poderiam também ser introduzidos - por exemplo baseados na performance desse país ao longo do ano em termos de benefícios e prejuízos ambientais, científicos, culturais, artísticos ou desportivos à humanidade (i.e. bónus (x2) sobre a pontuação do país com maior percentagem de PIB dedicado às ciências, penalização de x0.1 pró mais poluente, x0.5 pró país campeão do mundo de futebol (descompensação relativa à felicidade natural dos seus cidadãos no decorrer desse período - não precisam de comer tanto pra serem felizes), etc).
tomando o exemplo prático dum voto dum qualquer cidadão português sobre Espanha:
1 (pontuação base - só um exemplo) x 2.5 (factor correctivo positivo por causa de grande animosidade sentida por um português em relação a Espanha, que é susceptível de tar a influenciar consciente/inconscientemente a pontuação dada) x 0.5 (campeã do mundo - necessidade menor de boa alimentação pra ser feliz) x 1.1 (bónus científico - investigadores da universidade de barcelona descobrem que a cerveja tem os mesmo efeitos nocivos à saúde que a água) = 1,375
e depois da votação, o resto?
Depois os votos totais de cada país seriam distribuídos por uma assembleia mundial de fome com um número de mandatos pra cada país a seguir o método de hondt, partindo do quadro de pontuação. Os plenários da assembleia decidiriam o tipo de alimentação dispensado a cada país e tratavam de criar comités e comissões de acompanhamento e fiscalização da distribuição alimentar, para além de estabelecerem a matriz de factores correctivos mencionados anteriormente.
logisticamente, seria exequível?
Claro, haveria um supercomputador chamado neptodemetrodite que controlaria todas as culturas agrícolas e pecuárias do mundo em simultâneo e reencaminharia comida pelos premiados seguindo o protocolo IPv18 micro-wormhole, no port tele.
Talvez pró ano.
Ya? como?
O ranking seria estabelecido anualmente, através de votações globais associadas a um programa de TV tipo eurovisão, apresentado por uma gaja boa mas não muito voluptuosa para evitar controvérsia.
como é que se poderia implementar isto de forma "democrática"?
Haveria um período de campanha pra cada país mostrar os seus argumentos de carência. Depois, na fase de votação, haveriam desfiles em bikini de indivíduas-protótipo de cada país, pra dar aos globoespectadores uma ideia in loco do índice de massa corporal de cada nacionalidade. O programa culminaria, claro, com a votação em directo e simultâneo por TV interactiva, net, e-mail, skype, telefone, correio ou sinais de fumo, com camêras espalhadas pelas praças principais das capitais dos maiores candidatos à vitória final, pra se poderem captar as reacções espontâneas de rejubilo/desilusão de cada povo. As votações seriam na verdade pontuações: cada habitante do mundo pontuaria cada país de 1 a 5 de acordo com a sua "urgência alimentar", baseado nos argumentos apresentados pela máquina de marketing do país (sensibilização intelectual), e pela visualização da manequim étnica/nacional no próprio programa (sensibilização sensorial).
como evitar que países como israel ou espanha morressem à fome por demanda popular?
Questão legítima mas de resolução fácil. Cada uma das pontuações seria "corrigida" por um factor (de 0.01 a 3) que tomaria em consideração o historial de animosidade religiosa, política, social, cultural e futebolística entre o país de origem do votante e o país pontuado, assim evitar-se-iam decisões demasiado "populistas" baseadas em vendettas ou mero desreconhecimento internacional. A tabela de factores correctivos seria actualizada anualmente numa assembleia alimentar mundial (mais sobre isto adiante). Outros factores correctivos poderiam também ser introduzidos - por exemplo baseados na performance desse país ao longo do ano em termos de benefícios e prejuízos ambientais, científicos, culturais, artísticos ou desportivos à humanidade (i.e. bónus (x2) sobre a pontuação do país com maior percentagem de PIB dedicado às ciências, penalização de x0.1 pró mais poluente, x0.5 pró país campeão do mundo de futebol (descompensação relativa à felicidade natural dos seus cidadãos no decorrer desse período - não precisam de comer tanto pra serem felizes), etc).
tomando o exemplo prático dum voto dum qualquer cidadão português sobre Espanha:
1 (pontuação base - só um exemplo) x 2.5 (factor correctivo positivo por causa de grande animosidade sentida por um português em relação a Espanha, que é susceptível de tar a influenciar consciente/inconscientemente a pontuação dada) x 0.5 (campeã do mundo - necessidade menor de boa alimentação pra ser feliz) x 1.1 (bónus científico - investigadores da universidade de barcelona descobrem que a cerveja tem os mesmo efeitos nocivos à saúde que a água) = 1,375
e depois da votação, o resto?
Depois os votos totais de cada país seriam distribuídos por uma assembleia mundial de fome com um número de mandatos pra cada país a seguir o método de hondt, partindo do quadro de pontuação. Os plenários da assembleia decidiriam o tipo de alimentação dispensado a cada país e tratavam de criar comités e comissões de acompanhamento e fiscalização da distribuição alimentar, para além de estabelecerem a matriz de factores correctivos mencionados anteriormente.
logisticamente, seria exequível?
Claro, haveria um supercomputador chamado neptodemetrodite que controlaria todas as culturas agrícolas e pecuárias do mundo em simultâneo e reencaminharia comida pelos premiados seguindo o protocolo IPv18 micro-wormhole, no port tele.
Talvez pró ano.
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