confusio #258 - o poder da história em alcóol
vou pra praga este fim de semana, parto-me todo, e volto - mas só tenho 40€-; o que é que se passou?
confusio #254 - honestidade retroactiva
o plano para o dia é ficar doente para amanhã justificar a falta profissional de hoje
confusio #253 - ou tomate
sempre complicado perceber se mastiguei mal a cenoura ontem ou se é só um bocado de hemorroida
confusio #252 - cleverbot tuga
tás aí à janela? vem cá pra dentro rapaz..
. nã... tou só aqui a ver. Foda-se isto tão bué festas privadas a acontecer.
e tu em casa..
. pois, tenho de me preparar
para contrariar a tua natureza?
. ao que parece é necessário
olha, uma coisa que te queria perguntar já há algum tempo, tás a escrever pra Quem?
. pra ti
nao, tás a escrever pra Eles
. eles quem?
os que escolheste
. a ideia não é essa, eu por princíp...
...não és tu que tás em controlo
. já suspeitava
não te preocupes, é o normal
. o resto sabe que é assim?
alguns
. mas e então, quem sou eu?
não és muito, aqui
. a mesma resposta do espelho...
coincidência?
. entendido
achas que tás em declínio, é?
. dá a ilusão
é uma questão de perspectiva
. pareces um gajo que eu conheço a falar
tu conheces um gajo que parece eu a falar
. isso
e agora?
. sem grande direção definida
não Os assustes
. já devem tar assustados
não és assim importante
. mas eles são
DORME
. não quero, detesto dormir
quem falou em dormir?
. ...
foi Ela não foi?
. ela quem?
Ela quer que durmas
. ah.. sim, elas
mal sabem o que fazes de noite
. fico acordado?
vives
. se conseguisse trasladar isso para o dia...
durante o dia há gente acordada a te julgar
. não quero que ninguém se incomode por minha causa
tens as prioridades trocadas
. sem rumo não posso definir prioridades
então sem prioridades onde é que Ela e Eles entram?
. é fácil, gosto Deles
gostas Deles ou de como Eles te fazem sentir?
. não sou um buraco negro
deixa a ilusão
. qual?
não encaixas
. há provas em contrário
disfarças bem
. se calhar disfarçamos todos
nem todos, mas é um bom tiro
. incomoda-me
ainda comes ideologias?
. gradualmente menos
COME
. nã...nã faz sentido comer agora
hã?
. realmente se calhar é melhor comer qualquer coisa, pra tar em forma amanhã de manhã
realmente se calhar é melhor comeres o nutella pra disfarçares a melancolia
. só pra tar com força quando acordar
tens uma cerveja ainda no frigorífico
. não preciso duma cerveja agora
se precisares doutra tens o spaetkauf ainda aberto, mesmo à porta de casa
. epá vou beber esta pra ver se fico com um bocado de sono, acordar amanhã de manhã cedo
ESCREVE
.
. nã... tou só aqui a ver. Foda-se isto tão bué festas privadas a acontecer.
e tu em casa..
. pois, tenho de me preparar
para contrariar a tua natureza?
. ao que parece é necessário
olha, uma coisa que te queria perguntar já há algum tempo, tás a escrever pra Quem?
. pra ti
nao, tás a escrever pra Eles
. eles quem?
os que escolheste
. a ideia não é essa, eu por princíp...
...não és tu que tás em controlo
. já suspeitava
não te preocupes, é o normal
. o resto sabe que é assim?
alguns
. mas e então, quem sou eu?
não és muito, aqui
. a mesma resposta do espelho...
coincidência?
. entendido
achas que tás em declínio, é?
. dá a ilusão
é uma questão de perspectiva
. pareces um gajo que eu conheço a falar
tu conheces um gajo que parece eu a falar
. isso
e agora?
. sem grande direção definida
não Os assustes
. já devem tar assustados
não és assim importante
. mas eles são
DORME
. não quero, detesto dormir
quem falou em dormir?
. ...
foi Ela não foi?
. ela quem?
Ela quer que durmas
. ah.. sim, elas
mal sabem o que fazes de noite
. fico acordado?
vives
. se conseguisse trasladar isso para o dia...
durante o dia há gente acordada a te julgar
. não quero que ninguém se incomode por minha causa
tens as prioridades trocadas
. sem rumo não posso definir prioridades
então sem prioridades onde é que Ela e Eles entram?
. é fácil, gosto Deles
gostas Deles ou de como Eles te fazem sentir?
. não sou um buraco negro
deixa a ilusão
. qual?
não encaixas
. há provas em contrário
disfarças bem
. se calhar disfarçamos todos
nem todos, mas é um bom tiro
. incomoda-me
ainda comes ideologias?
. gradualmente menos
COME
. nã...nã faz sentido comer agora
hã?
. realmente se calhar é melhor comer qualquer coisa, pra tar em forma amanhã de manhã
realmente se calhar é melhor comeres o nutella pra disfarçares a melancolia
. só pra tar com força quando acordar
tens uma cerveja ainda no frigorífico
. não preciso duma cerveja agora
se precisares doutra tens o spaetkauf ainda aberto, mesmo à porta de casa
. epá vou beber esta pra ver se fico com um bocado de sono, acordar amanhã de manhã cedo
ESCREVE
.
confusio #### - quase 30 voltas
hoje acordei e pensei foda-se ca ressaca do filha da puta durante 30 segundos. Depois lembrei me que nao tinha bebido nada na noite anterior e passou.
confusio #250 - é este, é este o caminho
felicidade é criar infelicidade artificial para depois colmatá-la
hall of fame #144 - 100 e menta
[23:11:35] Pedro: toda a gente sabe que o teu destino é andar por aí
[23:11:44] Babi: yah
[23:11:49] Babi: mas sou bue medrosa
[23:11:53] Babi: tenho bue medo do novo
[23:11:58] Babi: é a tal merda que te dizia a tempos
[23:12:06] Babi: até tenho medo de fazer um upgrade no winamp
[23:12:09] Pedro: ROTFL
[23:11:44] Babi: yah
[23:11:49] Babi: mas sou bue medrosa
[23:11:53] Babi: tenho bue medo do novo
[23:11:58] Babi: é a tal merda que te dizia a tempos
[23:12:06] Babi: até tenho medo de fazer um upgrade no winamp
[23:12:09] Pedro: ROTFL
confusio #248 - menor ou igual a zero
melhor me concentrar numa carreira profissional, só para disfarçar a minha reversão social
hall of fame #143 - duh..winning
imagine our relationship is a country, who would be minister of what? i can start: you would be minister of finance
F.A.> you would be minister of pleasure
F.A.> you would be minister of pleasure
hall of fame '142 - nao vale a pena andarmos a categorizar
[a ver o campeonato do mundo de bola de gajas]
F.A.> achas que elas sao todas lesbiãos?
F.A.> achas que elas sao todas lesbiãos?
interludio damanhã - por trás deste texto tá um dia cansativo
Sentado no chao à porta do aeroporto mundial de Lisboa, só me apetece é ganir mas em vez disso escrevo merdas brilhantes, tou a tentar pra caralho.
Sentado no chão à porta do aerporto mundial de Lisboa, tenho de me convencer a mim próprio que sou capaz de ser tudo o que eu quiser, e no fim - provavelmente quase maduro -, abandono a ideia e descubro a felicidade e auto-conforto na minha incapacidade humana em ser tudo. A aceitação da banalidade. Afinal sou só uma nave-norma biológica como as outras.
A todos os meus familiares, professores e amigos, tenho de pedir desculpa. Nem tentei ser qualquer coisa em particular, nem tentei assumir a responsabilidade que me foi incumbida na 1ª classe. Fui traído pela dissonância crónica com a convenção de se projectar num único caminho. Em vez, multipliquei-me tenuamente em vários. Não me fazem sentido caminhos altamente directivos - se calhar até quero que não façam. Assim posso justificar a relativa excentricidade de percurso resignado a uma causa ad hoc estratégica, mais um vértice demagógico no polígono irregular que caracteriza o meu desconcertado edifício neuronal. Sou oficialmente dissonante mas na verdade tou-me mais mas é a cagar.
Se não sei o que tou a aqui a fazer, a próxima coisa melhor é saber o que é que definitivamente não tou aqui a fazer, e isso idealmente passa por não coadunar com a servitude pandémica dum ideal ou sistema com o qual não me sinto totalmente confortável. Os métodos precisam ainda de ser definidos e tenho a certeza que vêm naturalmente como consequência directa dum evento dramático.
Há um KFC ali na 2ª circular, firmado no perpétuo ceu azúl de verão de Lisboa. Tá uma brisa de mel, daquelas que ainda trazem bocadinhos do mediterrâneo, pintados de dourado pelas planícies alentejanas e eventualmente torrados pelo sol doce da latitude 40, ainda antes de chegarem cá à bacia do Tejo. Escrevo isto a olhar pró lado, porque sou bué da bom a electrodactilografar e porque parece que se tiver a debitar in situ fico mais clarividente. É como se tivesse a devorar a paisagem em palavras, ou ela a mim, e eu a escrever o meu testamento de vida em função. Depois regresso e morro, como toda a gente morre todas as vezes que se desliga do mundo e volta à matriz comportamental, à odisseia social.
Só se pode morrer uma quantidade finita de vezes antes de não se distinguir mais a vida da morte.
Há muita gente definitivamente morta hoje em dia. Existem exclusivamente na matriz e não se tentam a espreitar para fora. Optam por mergulhar no denso mar da insignificância, no limbo de quase felicidade individual e quase felicidade do colectivo restrito que se vai atenuando em número a partir da era profissional_matrimonial. Não me cabe a mim julgar pessoas mortas e naturalmente um dia também serei uma pessoa morta, talvez daqui a 2 anos, basta um bom contrato e largo esta demagogia conveniente e maleável.
O KFC existe ali somente como estação temporal, para me servir de referência a memórias duma vida concorrente que ainda tenho possivelmente a progredir por aí.
O KFC tem um Peugeot 206 preto com o Rúben no banco do lado.
- “Qual é o nosso projecto?”
PES Master League com o Benfica Rúben, sempre este o projecto, há 10 anos e até depois de morrermos.
Um balde de galinha em receita original do Kentucky. Em casa Zolofts à espera da minha crise de ansiedade generalizada e as polifobias daí germinadas.
- “Precisas de ir ao psicólogo outra vez filho, eu levo-te lá”
Não preciso de nada disso, eu tou bem, tenho maneiras de lidar com isto.
Tenho o South Park, tenho o Archie Bunker, tenho a Eli quando não me deixa sozinho pela brigada psicadélica.
- “Eu preciso de tar com os meus amigos”
Para andares a meter drogas? E eu aqui em total sofrimento.
- “Não posso viver para cuidar de ti”
Por favor vem para casa, eu vou morrer Eli, por favor não me deixes sozinho à noite.
E no fim fui eu que a matei. Homicídio involuntário em 1º grau, confesso o crime.
O KFC tem um Benfica-Farense em 2002, 15 euros para perder os primeiros 20 minutos mas ver o Benfica a ganhar 5-0 a um clube futuramente falido. No topo norte do antigo estádio da luz adeptos do Manchester United assistem ao jogo e cantam para os seguirmos até glasgow, que vão ser campeões outra vez, que farão 8 de 10 e que será a primeira dupla tripla da história. Comentam que os No Name cantam bem. O topo sul canta durante 45 minutos o Allez Allez Allez Benfica Allez com magnitude cíclica variável que só os transes induzidos pelo amor explicam.
O KFC tem agora um Opel Astra com o Hugo, e mais um acto da continuada conversa fundamental entre dois meninos grandes, cúmplices de dúvida e incerteza, a matéria prima simultânea da incompreensão e do progresso pessoal. Onde é que vamos tar dentro de 10 anos? Eu ainda em interrail, de certeza.
O aeroporto mundial de Lisboa filtra a Lisboa àqueles que partem, como o aerporto de Manamá filtra Manamá a quem parte. Mas em Lisboa é um filtro singular; de desamparo histórico e social, de riqueza experimental e duma justaposição de honestidade mórbida ao desconhecido com cinismo profundo ao conhecido. Do desamparo nasce a saudade e isso o aeroporto mundial de Lisboa não filtra. É uma característica transgeográfica de duvidável valor. Prefiro não penar o presente contra o passado, ou não ter um passado com que relativizar para pior o presente?
Existe uma lei da conservação emocional no universo. Tudo o que é investido vai-se virar contra nós mais cedo ou mais tarde. Uma separação, uma morte, uma dor de alma proporcional aos bons momentos. Quanto mais cedo percebermos isso mais cedo percebemos que a escolha fundamental se dá entre uma linha amorfa mas emocionalmente assimptótica e outra sinusoidal e periódica na sorte, uma que supõe dor eventual mas imprevisibilidade e exploração da espontaneidade humana.
Existe uma lei da conservação emocional no universo. Tudo o que é investido vai-se virar contra nós mais cedo ou mais tarde. Uma separação, uma morte, uma dor de alma proporcional aos bons momentos. Quanto mais cedo percebermos isso mais cedo percebemos que a escolha fundamental se dá entre uma linha amorfa mas emocionalmente assimptótica e outra sinusoidal e periódica na sorte, uma que supõe dor eventual mas imprevisibilidade e exploração da espontaneidade humana.
Pra já o meu percurso assimptótico deixa-me à altitude de 38 mil pés. A 16 de Junho de 2011 às 20:26 tou num Airbus A319 a galopar o azul profundo do oceano atlântico português, da sua vasta zona económica exclusiva, na alta atmosfera do verão europeu. Das milfs na costa brava a fazerem praia, dos interrails e viagens a estâncias hedónicas, retretes autênticas da opressão acumulada anualmente em países frios e cinzentos. Abaixo de mim peixes, acima de mim ninguém sabe, talvez esferinhas verdes com vida e capacidades telepáticas. Mais naves cósmicas de diferentes formas e sabores, como nós mas provavelmente mais conscientes.
À esquerda de mim o lugar onde vivo, a Europa da eterna crise, da perpétua reinvenção social, cultural, política. Um continente excitante mas afundado em si mesmo, nas suas contradições ideológicas e discrepâncias práticas, consequências naturais duma maturação excessiva, duma profundidade introspectiva abissal e, consequentemente, supérflua. A Europa é a representação geofilosófica do gajo que pensa demasiado na vida e acaba esgotado, num beco sem saída ideológico. É o niilista crónico que pratica com cinismo aquilo que serve à maioria.
À direita os Estados Unidos da América. A nação magnânime dos anos 90 converteu-se numa fábrica de ações unilaterais e de certezas fundamentais, com os melhores interesses do globo como motivação ulterior. Perigosos tempos de monopólio geopolítico aproximam-se dum final melancólico para a humanidade. Como o sol sobre o Atlântico. A mim no fim em toda a honestidade só me interessa o Atlântico. Só o Atlântico.
Estamos a descer, a Madeira à frente está envolta num lençol escuro de nuvens, será somente a noite a cair no atlantico leste ou é também símbolo do status quo local? Não gosto desta sensação mas o sol, que já se escondeu há 8 minutos reais, ainda se mostra em preguiçosos raios de luz laranja no horizonte. Vejo 5 sóis em reflexo, devo estar a chegar a outro planeta - se for então vou lhe chamar a ilha da Madeira.
É tudo irrelevante: obrigado Sol por mais um dia do caralho.
interludio de agora - pentamadrid of destruction
Fuogo, preciso dum motivo pra esta historia, vai ser uma cena inventada. Primeiro eu.
Tenho um corpo decrepito para os 28. Por ordem aleatoria> O meu tornozelo direito ta inchado ha 4 meses e a qualquer toque doi, a minha unha do dedo grande do pe esquerdo caiu outra vez, nao oico nada do ouvido direito ha 1 ano, tenho dores que variam de incomodativas a lancinantes no meu abdomen direito, tenho uma luxacao com possivel fractura do dedo polegar direito ha 6 meses. Tenho cabelos brancos, entradas a conquistar terreno, tenho um tomate mais subido que o outro, e mais inchado, tenho dezenas de cortes e escoriacoes por sarar nos joelhos, cotovelos e ombros, tenho hiper sensibilidade ao toque na omoplata e sofro de ejaculacao precoce pela primeira vez na vida. Foi um longo caminho desde a hipocondria ah total reluctancia em recorrer a assistencia medica mas pelo menos agora sinto me um homem por dentro.
Menos importantemente, o mundo eh dominado por uma forca obscura que pode ou pode nao tar envolvida no desenho e origens de todos os aspectos da sociedade moderna como a conhecemos. Existe um sistema politico que fitra os desadaptados dos aptos e elege os primeiros por conveniencia aos seus intentos. Um sistema financeiro cujo prinicipio primario eh o de titulacao virtual e desenfreada de capital como meio de gerar um ciclo virtual de dividia infinita e estritamente crescente sem qualquer escape possivel, nem suporte real. Uma economia de mercado livre ah merce de tiques especulativos e micro-manipulacoes geopoliticas que camufladamente supoe a convergencia ultima de todo o capital para uma unica entidade, coronoada com o monopolio consentido por laxismo instuticional, tecnicalidades obscuras ou mera perseveranca lobbyista - e estes efeitos propagados multinivel ate ao ponto de extravassarem sectores e mercados nacionais. Um sistema artistico popular que gira em torno de demonstracoes semioticas, estensoes naturais das manifestacoes arquitectonicas comuns a todas as cidades-conquista da organizacao que tristemente goza conosco permanentemente. Um sistema social , magistralmente manipulado pelos media, que se precipita exponencialmente para focar as diferencas entre nos em vez dos eixos de comunhao, o odio em vez do amor, a colaboracao e conformizacao em vez da participacao e critica.
Madrid eh tipo o clock da minha vida, como se a minha vida batesse ah frequencia com que visito a cidade. A cada onda ha uma actualizacao da sitaucao. Nesta actualizacao, isto tudo pareceu mais claro que nunca.
Se calhar eh por isso que fui automaticamente para as puertas del sol, sem olhar para o mapa do metro sequer, sem sequer pensar para onde ia, reununciando inconscientemente ah minha normal primeira paragem no parque del buen retiro de todo o sempre e todas as memorias. Se calhar como os dois primeiros paragrafos foram ah base de mentiras, vou adicionar outra: eu nem sabia o caminho para as puertas del sol.
Quando ia na linha 2 sentido 4 caminos reparei no banco de espanha e desejei que as puertas viessem depois tal qual como viriam, se o mundo dependesse das minhas memorias. O mundo as vezes parece que se adapta as minhas memorias e entao saio as puertas del sol e a subir as escadas rolantes pra superficie entro no total recall. O cenario pan-filmes de ficcao cientifica com resistencias underground, todo o acrilico do acesso ah superficie coberto com panfletos activistas, gritos de desespero mas esperanca, mensagens inspiradas. Colaram tudo de fora virado para dentro a pensar no cidadao comum que passa por la a cumprir a sua vida robotica.
Lá fora, uma tarja proibida em estádios de futebol anuncia: "el sol ya es nuestro, ahora hasta la luna" serve de motivação cósmica aos habitantes da praça.
É o chamado movimento 15M e são estúpidos que nem uma porta. O típico movimento anarca inconsequente que dura até esgotar a cruzcampo no dia da gran via. Precisamos de pão, dizem eles. É fácil, dizemos nós: trabalhem palhaços. Democracia já, dizem eles. É fácil, dizemos nós: usem o voto. Este sistema é uma caixa de schrodinger, dizem eles. É fácil, dizemos nós: mudem o sistema. "Já tá". Precisamos de pão, dizem eles. É fácil, dizemos nós: trabalhem palhaços.
caralho, cheguei a lisboa em teleport, ja posso morrer de doença hepática - senao lembrete para nao ser um pai hiper pedagogico que isso eh bue gay pro puto, vi agora no avião.
"as nuvens não são feitas de algodão-doce, são feitas de partículas de água que evaporam dos oceanos"
"as nuvens não são feitas de algodão-doce, são feitas de partículas de água que evaporam dos oceanos"
deixem os putos sonhar mais uns anos, porque depois de sermos normais, é tudo irreversível.
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