Miguel diz (22:09):
man era incapaz de andar com uma gaja feia e gorda
e que n s soubesse arranjar
Pedro ( ペドロ) diz (22:10):
exacto
Miguel diz (22:10):
é que fodasse n sou ennhum santo crlh
a vida n é pra se andar a ser gozado pelos amigso
Pedro ( ペドロ) diz (22:10):
HAHAHAHAHA
Hall of Fame #4 - amor de irmãos
uma conversa com o meu irmão de 7 anos...
João Campos diz (22:03):
vejo que já tás de pijama palhaço
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:04):
n tou de pijama urso
João Campos diz (22:04):
despaxate
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:04):
despacha-te como assim?
João Campos diz (22:05):
aescrever super palhaço
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:05):
n tou a ser rapido?
foda-se
João Campos diz (22:05):
és paneleiro
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:05):
HAHAHAHAHAHAH
João Campos diz (22:07):
o que queres dizer com isso palhaço,paneleiro
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:07):
com isso o q?
João Campos diz (22:07):
borru
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:07):
ah rapaz vais comer uma chapada q nem imaginas qdo eu chegar à madeira
João Campos diz (22:09):
e tu vaiscomer com um palhaço á ferente
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:10):
tás completamente lixado
vou te dar um pontapé que vais bater ao risto rei
João Campos diz (22:11):
tu éssa teve piada
_______________________________________
João Campos diz (22:44):
mostrame o teu quarto
*[Mostro o quarto com a webcam]*
João Campos diz (22:45):
esuper jiro e inmesionante
João Campos diz (22:03):
vejo que já tás de pijama palhaço
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:04):
n tou de pijama urso
João Campos diz (22:04):
despaxate
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:04):
despacha-te como assim?
João Campos diz (22:05):
aescrever super palhaço
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:05):
n tou a ser rapido?
foda-se
João Campos diz (22:05):
és paneleiro
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:05):
HAHAHAHAHAHAH
João Campos diz (22:07):
o que queres dizer com isso palhaço,paneleiro
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:07):
com isso o q?
João Campos diz (22:07):
borru
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:07):
ah rapaz vais comer uma chapada q nem imaginas qdo eu chegar à madeira
João Campos diz (22:09):
e tu vaiscomer com um palhaço á ferente
Pedro (ペドロ in deutsch) diz (22:10):
tás completamente lixado
vou te dar um pontapé que vais bater ao risto rei
João Campos diz (22:11):
tu éssa teve piada
_______________________________________
João Campos diz (22:44):
mostrame o teu quarto
*[Mostro o quarto com a webcam]*
João Campos diz (22:45):
esuper jiro e inmesionante
24 Outubro 2008, Lisboa (screw you, i´m walking)
ah yeah sim ontem saimos.
não custou muito combinar os gajos já vinham lançados de casa do way e demorei um bocadinho mais a descer porque por coincidência a gaja só entrou no messenger tipo no momento que me dão o toque pra descer... tinha que lhe dizer qualquer coisa mas não disse nada de jeito.
o valente levou-nos pra botica, no início mostrei-me retinente em relação à opção mas o bagaço e amarga straight up x2 (ou 3?) dissiparam-me esses pensamentos. aliás dissiparam-me todos os pensamentos. ainda em fase de reconhecimento dos dois amigos do valente stressei com um gnr q tava fora de serviço mas era amigo do valente "o que é que disseste caralho?" foi a minha reacção a qualquer coisa que ele sussurrou ao valente mas que parecia na minha direcção, acho que tava pumped up das histórias da tropa e o caralho que os outros dois sacanas iam contando. ficamos num estado lamentável de embriaguez bastante rápido e por causa disso começaram as primeiras variantes da descompressão violenta que adoramos executar. desta vez decidimos fazer braço de ferro em cima dum caixote do lixo que andava pra lá. de pé. escusado será dizer que não era muito rigoroso... de qualquer forma o poço de força que é o outro gajo q n me lembro o nome, o amigo do valente (24 anos e 2 filhos...), não deu qualquer hipótese a ninguém. eu perdi contra o way o que não faz sentido porque treino-me todos os dias no ginásio para que isto não aconteça. o jogo acabou quando o gryn começou a insistir para fazer o braço de ferro com a mão direita, ignorando por completo - inebriado pelo OH - que talvez pudesse ter consequências nefastas para o escafoide que inconvenientemente o fez se masturbar com a mão esquerda durante meses a fio (não que seja mau, é só diferente como todas sabem)...
após este breve episódio lá voltamos pra mais uma round, acompanhado por prestação de informações sobre a marinha e quanto mais. acabei por perceber que os GOE e DAE são os grupos mais especializados de Portugal e os paraquedistas aceitam mulheres agora portanto tá tudo dito em relação a esse bando de panascas.
partimos confiantemente para o lux cerca das 2 da matina, depois de estacionar o carro decidimos conscientemente e por livre vontade do gryn dançar no tejadilho daquele mítico punto ao som dos summer hits do rail. pena não haver registo fotográfico mas há mnemésico de qualquer forma era mais uma ou outra que iam pro facebook pra verem o louco que sou(mos).
mesmo assim entramos no luxor. começei a fumar outra vez e obviamente. não me lembro de grande coisa lá dentro, só de beber um absinto e ir prá pista de baixo onde encetamos uma espécie de dança de aproximação com umas chicks que nem conseguia ver bem à frente. o valente apareceu e lá se agarrou a uma obviamente mas inda deu pra curtir bem isso lembro-me... tava cheio e tudo. o gryn baza entretanto já não me lembro como nem quando honestamente com trabalho às 8 ou 9 da manhã é dourado ainda ir pro lux com aquela ramada. heroico.
dá me um vibe qualquer honestamente não me lembro (ajudem-me aqui) e decido que tenho que bazar, eles vêm e juntamos o nosso guito todo. dá pra 3 bifanas (nem dá, faltam 20 cêntimos mas eles fazem o gesto). tentamos convencer a gaja a meter um ovo lá dentro mas ela depois de conferenciar com o marido diz que não há hipóteses, foda-se nós, clientes habituais... como castigo mamamos batatas como se não houvesse amanhã. e esvaziamos o frasco de mayonese dentro das bifanas. tava suculento. vamos esperar que o metro abra. stresso outra vez e decido ir pra casa a pé, uma escolha inteligente. Eles naturalmente tentam me convencer a esperar pelo metro mas não tenho guito e quero obstinadamente, por alguma razão obscura, a nostalgia de quando cheguei a lisboa. me sentir desamparado, unicamente dependente de mim (dei um peido agora com cheiro a mayonese podre) a unica diferença é que quando chegar a casa não ensalsicho o falo por entre as pernas duma gaja. desamparo mission acomplished, e lá vou eu parando em sítios para ver merdas e dizer cenas estúpidas a todos. em santa apolónia entro prá estação, reparo que existem zero vírgula zero comboios internacionais (à excepção do comboio para o porto) naquela manhã, o que me fascinou. paro em frente ao ISPA pra fazer o exercício da bulimia e deixo como objecto de psicanálise um género de açorda de mayonese com suco gástrico. Finalmente, passo pelas portas de alfama e decido voltar atrás e me meter por lá dentro... para dormir... e durmo, não sem antes ter o discernimento de esconder as chaves nas boxers e o móvel nas meias... ali no meio do chão com o hood to casaco on devo ficar com um aspecto não muito são mentalmente mas há loucos para tudo. durmo 2 horas e acordo, de dia, todo fodido, sem dinheiro... são 8 da manhã e ainda tenho que chegar a casa. lá vou eu razoavelmente arrependido da decisão que tomei. adorei os comboios de santa apolónia e os autocarros no ISPA com os voyeurs do puke freak show mas fazer a almirante reis toda de ressaca é um preço marginalmente demasiado a pagar...
como consolação sei que , ao contrário dos robots do horário do expediente, vou pra casa dormir e vou acordar as 4 pra não fazer um caralho, mas passou-me pela cabeça várias vezes, por entre dores excruciantes, que, desta vez, só desta vez, se calhar até trocava de posição. aliás por mim até trocava com os poetas do limão ali no intendente. tudo por evitar a nausea de subir a almirante reis toda.
lá chego à rua dos açores e toco à campainha. porque? porque não tenho as chaves de casa, perdi, ou roubaram-me.. chego a casa sento-me e sinto-me. as chaves tão nas boxers anormal. prá que é que acordaste a tua irmã que repousava depois duma noite de labuta honesta? desolado vou ali à mercearia. shopping list: uma grande de água das pedras, um papo seco, 2 aglomerados de gordura suína (torresmos), um mango e duas bananas. tou pronto pra ir dormir, são 9 da manhã. ahhhhh a beleza desta juventude...
não custou muito combinar os gajos já vinham lançados de casa do way e demorei um bocadinho mais a descer porque por coincidência a gaja só entrou no messenger tipo no momento que me dão o toque pra descer... tinha que lhe dizer qualquer coisa mas não disse nada de jeito.
o valente levou-nos pra botica, no início mostrei-me retinente em relação à opção mas o bagaço e amarga straight up x2 (ou 3?) dissiparam-me esses pensamentos. aliás dissiparam-me todos os pensamentos. ainda em fase de reconhecimento dos dois amigos do valente stressei com um gnr q tava fora de serviço mas era amigo do valente "o que é que disseste caralho?" foi a minha reacção a qualquer coisa que ele sussurrou ao valente mas que parecia na minha direcção, acho que tava pumped up das histórias da tropa e o caralho que os outros dois sacanas iam contando. ficamos num estado lamentável de embriaguez bastante rápido e por causa disso começaram as primeiras variantes da descompressão violenta que adoramos executar. desta vez decidimos fazer braço de ferro em cima dum caixote do lixo que andava pra lá. de pé. escusado será dizer que não era muito rigoroso... de qualquer forma o poço de força que é o outro gajo q n me lembro o nome, o amigo do valente (24 anos e 2 filhos...), não deu qualquer hipótese a ninguém. eu perdi contra o way o que não faz sentido porque treino-me todos os dias no ginásio para que isto não aconteça. o jogo acabou quando o gryn começou a insistir para fazer o braço de ferro com a mão direita, ignorando por completo - inebriado pelo OH - que talvez pudesse ter consequências nefastas para o escafoide que inconvenientemente o fez se masturbar com a mão esquerda durante meses a fio (não que seja mau, é só diferente como todas sabem)...
após este breve episódio lá voltamos pra mais uma round, acompanhado por prestação de informações sobre a marinha e quanto mais. acabei por perceber que os GOE e DAE são os grupos mais especializados de Portugal e os paraquedistas aceitam mulheres agora portanto tá tudo dito em relação a esse bando de panascas.
partimos confiantemente para o lux cerca das 2 da matina, depois de estacionar o carro decidimos conscientemente e por livre vontade do gryn dançar no tejadilho daquele mítico punto ao som dos summer hits do rail. pena não haver registo fotográfico mas há mnemésico de qualquer forma era mais uma ou outra que iam pro facebook pra verem o louco que sou(mos).
mesmo assim entramos no luxor. começei a fumar outra vez e obviamente. não me lembro de grande coisa lá dentro, só de beber um absinto e ir prá pista de baixo onde encetamos uma espécie de dança de aproximação com umas chicks que nem conseguia ver bem à frente. o valente apareceu e lá se agarrou a uma obviamente mas inda deu pra curtir bem isso lembro-me... tava cheio e tudo. o gryn baza entretanto já não me lembro como nem quando honestamente com trabalho às 8 ou 9 da manhã é dourado ainda ir pro lux com aquela ramada. heroico.
dá me um vibe qualquer honestamente não me lembro (ajudem-me aqui) e decido que tenho que bazar, eles vêm e juntamos o nosso guito todo. dá pra 3 bifanas (nem dá, faltam 20 cêntimos mas eles fazem o gesto). tentamos convencer a gaja a meter um ovo lá dentro mas ela depois de conferenciar com o marido diz que não há hipóteses, foda-se nós, clientes habituais... como castigo mamamos batatas como se não houvesse amanhã. e esvaziamos o frasco de mayonese dentro das bifanas. tava suculento. vamos esperar que o metro abra. stresso outra vez e decido ir pra casa a pé, uma escolha inteligente. Eles naturalmente tentam me convencer a esperar pelo metro mas não tenho guito e quero obstinadamente, por alguma razão obscura, a nostalgia de quando cheguei a lisboa. me sentir desamparado, unicamente dependente de mim (dei um peido agora com cheiro a mayonese podre) a unica diferença é que quando chegar a casa não ensalsicho o falo por entre as pernas duma gaja. desamparo mission acomplished, e lá vou eu parando em sítios para ver merdas e dizer cenas estúpidas a todos. em santa apolónia entro prá estação, reparo que existem zero vírgula zero comboios internacionais (à excepção do comboio para o porto) naquela manhã, o que me fascinou. paro em frente ao ISPA pra fazer o exercício da bulimia e deixo como objecto de psicanálise um género de açorda de mayonese com suco gástrico. Finalmente, passo pelas portas de alfama e decido voltar atrás e me meter por lá dentro... para dormir... e durmo, não sem antes ter o discernimento de esconder as chaves nas boxers e o móvel nas meias... ali no meio do chão com o hood to casaco on devo ficar com um aspecto não muito são mentalmente mas há loucos para tudo. durmo 2 horas e acordo, de dia, todo fodido, sem dinheiro... são 8 da manhã e ainda tenho que chegar a casa. lá vou eu razoavelmente arrependido da decisão que tomei. adorei os comboios de santa apolónia e os autocarros no ISPA com os voyeurs do puke freak show mas fazer a almirante reis toda de ressaca é um preço marginalmente demasiado a pagar...
como consolação sei que , ao contrário dos robots do horário do expediente, vou pra casa dormir e vou acordar as 4 pra não fazer um caralho, mas passou-me pela cabeça várias vezes, por entre dores excruciantes, que, desta vez, só desta vez, se calhar até trocava de posição. aliás por mim até trocava com os poetas do limão ali no intendente. tudo por evitar a nausea de subir a almirante reis toda.
lá chego à rua dos açores e toco à campainha. porque? porque não tenho as chaves de casa, perdi, ou roubaram-me.. chego a casa sento-me e sinto-me. as chaves tão nas boxers anormal. prá que é que acordaste a tua irmã que repousava depois duma noite de labuta honesta? desolado vou ali à mercearia. shopping list: uma grande de água das pedras, um papo seco, 2 aglomerados de gordura suína (torresmos), um mango e duas bananas. tou pronto pra ir dormir, são 9 da manhã. ahhhhh a beleza desta juventude...
Hall of Fame #3 - tá safo então
PS : A SANGRIA É DO LIDEL.PLO K O PPL DE OUTRAS BARRACAS DISSEM É DA SABOROSA.
Gabriel Teixeira Rodrigues
Gabriel Teixeira Rodrigues
Hall of Fame #2 - mike reborn
Miguel diz: passam a vida a foder-ma . vou tomar as rédeas da minha vida . vou fode-la eu
Hall of Fame #1 - volatilidade política
Pedro diz:
és de que orientação política?
Miguel diz:
depende da vida
Miguel diz:
ja todos fomos assaltados por emigrantes
Miguel diz:
para dar um exemplo de um dia de extremismo
Pedro diz:
como te percebo
és de que orientação política?
Miguel diz:
depende da vida
Miguel diz:
ja todos fomos assaltados por emigrantes
Miguel diz:
para dar um exemplo de um dia de extremismo
Pedro diz:
como te percebo
25 Julho, Santa Cruz (Ozeangeist)
elas iam bazar para san sebastian neste dia mas sugeri mesmo ao acordar santa cruz e o ocean spirit. queria que elas ficassem, por um lado porque já tinha secretamente desistido dos exames que me faltavam e o resto do pessoal ainda tava em exames e por outro porque tava a gostar genuinamente de andar dum lado para o outro com elas/acordar e socializar todos os dias , tudo em underwear, na minha cozinha. é claro que elas acederam à sugestão e para dizer a verdade pareceram-me tão surpreendidas como emocionadas pelo que deduzo que também estivessem a gostar. como não tinham exames admito que fosse pela socialização vespertina na cozinha.
santa cruz só por si constitui um destino turístico mais relevante e reputável que san sebastian e a zona centro do país - região-berço duma série de peculiares expressões e apêndices pictorescos ao nosso vocabulário - um exemplo excepcional de como se socializa no limite da violência verbal no nosso país. certamente vinham informadas destas particularidades por leitura dum guia de backpacker qualquer portanto 1 hora depois da decisão fácil fácil, já estavamos na estrada, por sinal a caminho de Sintra.
estudado o percurso e calculado o consumo exacto através do via michelin para posterior divisão rigorosa de despesas fizemo-nos à estrada. nunca fui a santa cruz penso eu e por outro lado começo a pensar onde vamos ficar já que tinha prometido casa às gajas não fossem elas começar a ter dúvidas sobre se partir pra euskadi ou ficar por solo luso. a minha dúvida emerge por uma razão simples: telefono ao murtosa e ele nega a possibilidade de ficarmos todos em casa dele. não faz mal, são 14h e só dormimos lá prás 4 da manhã, vai correr tudo bem no fim, campos style. entretanto as explicações do costume, pelo IC19 dizer que o ghetto lx tá ali na damaia, amadora, cacém e cascais e lá chegamos a sintra.
em sintra as paneleiradas habituais que já tinhamos feito com as canadianas, fotos ali e aqui a queijada de sintra e depois siga pro palácio amarelo e cor de rosa. sem dinheiro decidimos ficar no carro eu e gryn, a dormir. elas vão lá dentro e voltam fascinadas. finalmente bora pra algo diferente, santa cruz city, via ericeira pra comprar duas de vodka e red bolo no LIDL.
chegados a santa cruz um jantar a ver o benfica perder já nem me lembro com quem num amigável e depois mamar vodka red bull pra praia ou isso. lembro-me que não foi grande pistola o ambiente nessa altura e que tava meio desmoralizado com o outcome da noite. uma delas parecia me tar a evitar como se pensasse que eu queria alguma coisa com ela e então disse-lhe "gryn, não sejas tão segura de ti, ainda sofro de amores pela eli pelo que não sinto nada por ti.". depois disso o ambiente desanuviou um bocado e lá fomos para a festa propriamente dita.
é óbvio que não bebemos a vodka toda sendo que tava acompanhado de três meninas então decidimos praticar actos ilícitos e passar a vodka para dentro do recinto através da zona de casas de banho. tivemos sucesso nesse particular e acabei por ficar com uma senhora bebedeira à pala disso, mas acho que fui o único. ah encontramo-nos com o pessoal todo de civil da classe de 2001 foi bacano. de qualquer um dos formatos não me lembro de grande coisa a partir daqui, só pelas fotos e videos (faltam-me algumas fotos bacanas do telemóvel do gryn que vou meter posteriormente) aqui está a selecçao mundial do top7 das fotos:

1. Dois Duques, uma Rainha
Momento comovente de amizade genuína entre três pessoas que se conhecem bem. A captura destes momentos só está ao alcance de fotógrafos de sensibilidade superlativa e dotados dum know-how cromo-luminoso excepcionalis uniqum. Note-se como Manel, em primeiro plano, de perfil sublinhado e encerrado pela sombra reage de forma afectuosa a uma possível paródia que lhe tenha sido endereçada por Ruben e Vera, que contemplam, expectantes, a sua reacção.

2. Um Ás, duas Rainhas
Gryn, num excelente momento de forma, quer a nível físico, quer a nível mental, mostra fim de semana após fim de semana de forma desenvolta e confiante porque é que é uma das referências da engenharia civil no que concerne à interacção com seres do género feminino. Deixando sempre a sua marca humana, de sinceridade, afabilidade e mais importantemente, fofura, obtém aqui a aclamação de macho dominante sobre a forma dum beijo duplo simultâneo. Note-se como Laura sente profusamente o beijo e Faye certifica-se que a fotografia está a ser tirada, para posterior lembrança dum momento de extraordinária qualidade.

3. Uma carta fora do baralho
A felicidade bem patente na sua expressão, Pedro aspira a que este momento único aqui capturado nunca acabe. Num rasgo de discernimento apercebe-se que o tempo caminha incontornavelmente a passos largos em direcção ao futuro e que a partir de agora, depois de passado o auge da vida a nível de contacto físico com mulheres, tudo se desmoronará, e efectivamente entrará em forte declínio de agora em diante. Obrigado por as convenceres Gryn, durante 2 segundos o meu ego veio à tona deste oceano de carência em que vivo imerso

4. Poker de quatro(s)
Foto de plano quadripartido, de contraste escuro e exposição adequada. Note-se como o obturador disparou, como planeado, levando ao bom funcionamento do sistema fotográfico e armazenamento em formato digital. É de salientar que o cabo bidireccional mini USB<->USB foi capaz de transferir, com a ajuda dos controladores, num nível de software, os dados de forma satisfatória para o laptop e este conseguiu se socorrer da internet para chegar ao layer 3 (camada de aplicação) de transmissão de dados e efectuar o upload desta imagem que aqui comento. reparem como tou amuado e não retribuo o abraço. sou assim mesmo, fo-di-do, braço atrás das costas e não é nada comigo - abraça-me tu e é se quiseres, penso eu ali.

5. Não fumo normalmente mãe
Com a secreta esperança de ficar suficientemente high para ou capotar ou para ter coragem para tentar qualquer coisa com o gryn, começo a fumar. Normalmente ao primeiro cigarro sinto afrontamentos mas a partir daí só um mau gosto na boca e uma estranha obssessão em não parar, ao ponto de cravar deseperadamente tabaco ao próximo. Aqui uma foto na qual tento parecer que vivo uma situação normal e habitual. Na realidade estou atemorizado pela possibilidade de ou tossir quando prender ou de repararem que não vou prender. A Laura personifica a situação antagónica. Simula que tem um cigarro banhado em ouro à sua frente pelo qual sente uma necessidade fora do vulgar em esgotar por inalação de vapores. E convence(-me). Afinal de contas trata-se dum Marbloro Ligths, wow.

6. Não sou máfia, sou do povo
i think you're mafia - no i'm not - are you sure? - yes, i'm people - prove it, look into my eyes without laughing - ok. e depois o resto da história a foto conta. posso chamar talvez a atenção a uma ou outra particularidade que possa passar impune ao observador mais desatento. em primeiro lugar o facto de eu possuir um cigarro na minha boca , em segundo (preparem-se) notem como tenho uma carrinha comercial branca por detrás do meu plano, portanto perpendicular ao meu eixo de orientação horizontal. talvez seja só uma coincidência (claro, é sempre) mas simplesmente digo isto : informem-se (pista- usem o google) e descubram a relação...

7. Stop in the name of love
Nesta foto sou parado (e quem me dera detido) pela autoridade máxima do meu coração. Faye se algum dia leres isto por esta altura já tou a fazer uma figura de urso considerável mas se me amas tens que aceitar que sou assim, como a eli aceitou durante 6 anos e depois retribui à minha maneira, na polónia.
santa cruz só por si constitui um destino turístico mais relevante e reputável que san sebastian e a zona centro do país - região-berço duma série de peculiares expressões e apêndices pictorescos ao nosso vocabulário - um exemplo excepcional de como se socializa no limite da violência verbal no nosso país. certamente vinham informadas destas particularidades por leitura dum guia de backpacker qualquer portanto 1 hora depois da decisão fácil fácil, já estavamos na estrada, por sinal a caminho de Sintra.
estudado o percurso e calculado o consumo exacto através do via michelin para posterior divisão rigorosa de despesas fizemo-nos à estrada. nunca fui a santa cruz penso eu e por outro lado começo a pensar onde vamos ficar já que tinha prometido casa às gajas não fossem elas começar a ter dúvidas sobre se partir pra euskadi ou ficar por solo luso. a minha dúvida emerge por uma razão simples: telefono ao murtosa e ele nega a possibilidade de ficarmos todos em casa dele. não faz mal, são 14h e só dormimos lá prás 4 da manhã, vai correr tudo bem no fim, campos style. entretanto as explicações do costume, pelo IC19 dizer que o ghetto lx tá ali na damaia, amadora, cacém e cascais e lá chegamos a sintra.
em sintra as paneleiradas habituais que já tinhamos feito com as canadianas, fotos ali e aqui a queijada de sintra e depois siga pro palácio amarelo e cor de rosa. sem dinheiro decidimos ficar no carro eu e gryn, a dormir. elas vão lá dentro e voltam fascinadas. finalmente bora pra algo diferente, santa cruz city, via ericeira pra comprar duas de vodka e red bolo no LIDL.
chegados a santa cruz um jantar a ver o benfica perder já nem me lembro com quem num amigável e depois mamar vodka red bull pra praia ou isso. lembro-me que não foi grande pistola o ambiente nessa altura e que tava meio desmoralizado com o outcome da noite. uma delas parecia me tar a evitar como se pensasse que eu queria alguma coisa com ela e então disse-lhe "gryn, não sejas tão segura de ti, ainda sofro de amores pela eli pelo que não sinto nada por ti.". depois disso o ambiente desanuviou um bocado e lá fomos para a festa propriamente dita.
é óbvio que não bebemos a vodka toda sendo que tava acompanhado de três meninas então decidimos praticar actos ilícitos e passar a vodka para dentro do recinto através da zona de casas de banho. tivemos sucesso nesse particular e acabei por ficar com uma senhora bebedeira à pala disso, mas acho que fui o único. ah encontramo-nos com o pessoal todo de civil da classe de 2001 foi bacano. de qualquer um dos formatos não me lembro de grande coisa a partir daqui, só pelas fotos e videos (faltam-me algumas fotos bacanas do telemóvel do gryn que vou meter posteriormente) aqui está a selecçao mundial do top7 das fotos:

1. Dois Duques, uma Rainha
Momento comovente de amizade genuína entre três pessoas que se conhecem bem. A captura destes momentos só está ao alcance de fotógrafos de sensibilidade superlativa e dotados dum know-how cromo-luminoso excepcionalis uniqum. Note-se como Manel, em primeiro plano, de perfil sublinhado e encerrado pela sombra reage de forma afectuosa a uma possível paródia que lhe tenha sido endereçada por Ruben e Vera, que contemplam, expectantes, a sua reacção.

2. Um Ás, duas Rainhas
Gryn, num excelente momento de forma, quer a nível físico, quer a nível mental, mostra fim de semana após fim de semana de forma desenvolta e confiante porque é que é uma das referências da engenharia civil no que concerne à interacção com seres do género feminino. Deixando sempre a sua marca humana, de sinceridade, afabilidade e mais importantemente, fofura, obtém aqui a aclamação de macho dominante sobre a forma dum beijo duplo simultâneo. Note-se como Laura sente profusamente o beijo e Faye certifica-se que a fotografia está a ser tirada, para posterior lembrança dum momento de extraordinária qualidade.

3. Uma carta fora do baralho
A felicidade bem patente na sua expressão, Pedro aspira a que este momento único aqui capturado nunca acabe. Num rasgo de discernimento apercebe-se que o tempo caminha incontornavelmente a passos largos em direcção ao futuro e que a partir de agora, depois de passado o auge da vida a nível de contacto físico com mulheres, tudo se desmoronará, e efectivamente entrará em forte declínio de agora em diante. Obrigado por as convenceres Gryn, durante 2 segundos o meu ego veio à tona deste oceano de carência em que vivo imerso

4. Poker de quatro(s)
Foto de plano quadripartido, de contraste escuro e exposição adequada. Note-se como o obturador disparou, como planeado, levando ao bom funcionamento do sistema fotográfico e armazenamento em formato digital. É de salientar que o cabo bidireccional mini USB<->USB foi capaz de transferir, com a ajuda dos controladores, num nível de software, os dados de forma satisfatória para o laptop e este conseguiu se socorrer da internet para chegar ao layer 3 (camada de aplicação) de transmissão de dados e efectuar o upload desta imagem que aqui comento. reparem como tou amuado e não retribuo o abraço. sou assim mesmo, fo-di-do, braço atrás das costas e não é nada comigo - abraça-me tu e é se quiseres, penso eu ali.

5. Não fumo normalmente mãe
Com a secreta esperança de ficar suficientemente high para ou capotar ou para ter coragem para tentar qualquer coisa com o gryn, começo a fumar. Normalmente ao primeiro cigarro sinto afrontamentos mas a partir daí só um mau gosto na boca e uma estranha obssessão em não parar, ao ponto de cravar deseperadamente tabaco ao próximo. Aqui uma foto na qual tento parecer que vivo uma situação normal e habitual. Na realidade estou atemorizado pela possibilidade de ou tossir quando prender ou de repararem que não vou prender. A Laura personifica a situação antagónica. Simula que tem um cigarro banhado em ouro à sua frente pelo qual sente uma necessidade fora do vulgar em esgotar por inalação de vapores. E convence(-me). Afinal de contas trata-se dum Marbloro Ligths, wow.

6. Não sou máfia, sou do povo
i think you're mafia - no i'm not - are you sure? - yes, i'm people - prove it, look into my eyes without laughing - ok. e depois o resto da história a foto conta. posso chamar talvez a atenção a uma ou outra particularidade que possa passar impune ao observador mais desatento. em primeiro lugar o facto de eu possuir um cigarro na minha boca , em segundo (preparem-se) notem como tenho uma carrinha comercial branca por detrás do meu plano, portanto perpendicular ao meu eixo de orientação horizontal. talvez seja só uma coincidência (claro, é sempre) mas simplesmente digo isto : informem-se (pista- usem o google) e descubram a relação...

7. Stop in the name of love
Nesta foto sou parado (e quem me dera detido) pela autoridade máxima do meu coração. Faye se algum dia leres isto por esta altura já tou a fazer uma figura de urso considerável mas se me amas tens que aceitar que sou assim, como a eli aceitou durante 6 anos e depois retribui à minha maneira, na polónia.
Etiquetas:
Crónica,
Fotolog,
Santa Cruz
Interlúdio #3 - retrospectiva branda
e que noite que foi em praga essa ultima diga-se........
cheguei agora da regata das canáriasmal tenha paxorra vou meter aqui o top 20 das fotos do rail. vai ser fdd mas vou tentar fazer uma selecção mundial do interrail 2008...
descrições de sítios e essas merdas fds n sei acho que agora é fora de contexto e na altura era fora de âmbito.
talvez me dê na cabeça e meto aqui uma ou outra história q me lembre...
por agora apenas critpomania: POR 1945 <3 6/12/35/
cheguei agora da regata das canáriasmal tenha paxorra vou meter aqui o top 20 das fotos do rail. vai ser fdd mas vou tentar fazer uma selecção mundial do interrail 2008...
descrições de sítios e essas merdas fds n sei acho que agora é fora de contexto e na altura era fora de âmbito.
talvez me dê na cabeça e meto aqui uma ou outra história q me lembre...
por agora apenas critpomania: POR 1945 <3 6/12/35/
Interlúdio #2 - the story so far and the fucking bees
Intro
uma semana de rail , milano, venezia, ljubljana e quase acabou Praga jah. nao da pra meter caracteres especiais no bolo do caco portanto vai num portugues ah martelo pneumatico pra variar.
1. Estatisticamos
a(aaaaaaa) 90% do tempo passamos a ouvir um dos membros da crew a dizer "foda-se a serio ja nao aguento mais, tenho que comer uma gaja, nem que va as putas".
b(ees suck) 40% da guita ja se fodeu
c(unt) 95% do cerebro fritou
d(runk style) 10% das gajas que conhecemos alegaram ser lesbicas
e() 5% fizeram questao de o demonstrar
f(oda-se) 75% o que falta em termos temporais
g(ay bruno) 266 as vezes que o trio gryn/eu/way ja tivemos discussoes acaloradas enquanto fritos do alcool. acaba sempre como imaginam.
2. Aprendizagem cultural
aparentemente nao se pode dizer fuck the police em italia
no mexico levam a mal se perguntarmos se querem ir la tras dar um traco
confirma-se : milao eh uma merda de cidade
algumas pontes em veneza sao escorregadias, quando nos dependuramos
algumas pracas em veneza sao muito sociaveis
gosto muito das festas de graducao de arquitectura em italia
o gryn domina italia
o gryn anda a fazer jogo de bastidores com a faye
em ljubljana, nao e facil vomitar das pontes sem sujar o parapeito
em ljubljana, as autoridades facilitam o trabalho dos turistas ao dispor sinais com informacoes sobre a localizacao de femeas. cona a 30 com um circulo vermelho ah volta eh especialmente comum.
nao comam burek de carne nunca sem antes haver um puke fest agendado
tou a escrever com a 13a (decima terceira) garrafa de vodka ah minha frente. esquecemos o whisky depois das 2 primeiras que bebemos no aviao
as meninas finlandesas sao um bocado frias mas os tugas conseguem arrancar abracos e dancas
ontem perdi uma francesa bissexual para uma fufa. ainda tentei o threesome naturalmente mas a outra nao quis. pena.
as meninas estrangeiras tem muita facilidade em aprender a palavra foda-se.
nao tenho tempo para mais factos. depois actualizo.
aka pseudo suicide bridge bombers eh o nome do projecto que nasceu a partir dos esforcos conjuntos de mc esquentador (aka peter/f), mc corta unhas (aka *way*), mc leao marinho (aka gryn) e mc pepino (aka morfin). na devida altura lancaremos o dvd da nossa tourne pela europa com hits como Ljubljana cona a 30.
//fotos:
soon e vai valer a pena
NAO TENHO TEMPO PRA MAIS LAST NIGHT IN PRAHA SHIT, LETS GO
uma semana de rail , milano, venezia, ljubljana e quase acabou Praga jah. nao da pra meter caracteres especiais no bolo do caco portanto vai num portugues ah martelo pneumatico pra variar.
1. Estatisticamos
a(aaaaaaa) 90% do tempo passamos a ouvir um dos membros da crew a dizer "foda-se a serio ja nao aguento mais, tenho que comer uma gaja, nem que va as putas".
b(ees suck) 40% da guita ja se fodeu
c(unt) 95% do cerebro fritou
d(runk style) 10% das gajas que conhecemos alegaram ser lesbicas
e() 5% fizeram questao de o demonstrar
f(oda-se) 75% o que falta em termos temporais
g(ay bruno) 266 as vezes que o trio gryn/eu/way ja tivemos discussoes acaloradas enquanto fritos do alcool. acaba sempre como imaginam.
2. Aprendizagem cultural
aparentemente nao se pode dizer fuck the police em italia
no mexico levam a mal se perguntarmos se querem ir la tras dar um traco
confirma-se : milao eh uma merda de cidade
algumas pontes em veneza sao escorregadias, quando nos dependuramos
algumas pracas em veneza sao muito sociaveis
gosto muito das festas de graducao de arquitectura em italia
o gryn domina italia
o gryn anda a fazer jogo de bastidores com a faye
em ljubljana, nao e facil vomitar das pontes sem sujar o parapeito
em ljubljana, as autoridades facilitam o trabalho dos turistas ao dispor sinais com informacoes sobre a localizacao de femeas. cona a 30 com um circulo vermelho ah volta eh especialmente comum.
nao comam burek de carne nunca sem antes haver um puke fest agendado
tou a escrever com a 13a (decima terceira) garrafa de vodka ah minha frente. esquecemos o whisky depois das 2 primeiras que bebemos no aviao
as meninas finlandesas sao um bocado frias mas os tugas conseguem arrancar abracos e dancas
ontem perdi uma francesa bissexual para uma fufa. ainda tentei o threesome naturalmente mas a outra nao quis. pena.
as meninas estrangeiras tem muita facilidade em aprender a palavra foda-se.
nao tenho tempo para mais factos. depois actualizo.
//**Mochos do Hip-hop**\\
aka pseudo suicide bridge bombers eh o nome do projecto que nasceu a partir dos esforcos conjuntos de mc esquentador (aka peter/f), mc corta unhas (aka *way*), mc leao marinho (aka gryn) e mc pepino (aka morfin). na devida altura lancaremos o dvd da nossa tourne pela europa com hits como Ljubljana cona a 30.
//fotos:
soon e vai valer a pena
NAO TENHO TEMPO PRA MAIS LAST NIGHT IN PRAHA SHIT, LETS GO
Interlúdio #1 - 0-day madness
ok 0-day madness e que semana (ou semanas - ou meses) antecederam este 0-day.
começa hoje uma viagem de 30 e tal dias por aí fora na europa culimando com uma regatta das canárias pra mim e com o início do emprego pra gryn e bruno.
nao sei como vai ser mas vou tentar manter isto aqui mais ou menos actualizado pra uma transposição mnemésica mais fresca.
as expectativas são mínimas e da minha parte tenciono relaxar um bocado deste último semestre, que foi, em toda a honestidade, extremamente stressante e desgastante. ver uns monumentos, aprender um pouco sobre outras culturas e sociedades e essencialmente ganhar forças para o semestre que se avizinha, descansando o melhor que puder.
em jeito de auto homenagem ao que fui capaz de fazer este semestre, deixo aqui uma espécie de "best of" das fotografias que foram tiradas, por ordem cronológica, do mais recente para o mais antigo. inda por cima é super bock, wow.


















começa hoje uma viagem de 30 e tal dias por aí fora na europa culimando com uma regatta das canárias pra mim e com o início do emprego pra gryn e bruno.
nao sei como vai ser mas vou tentar manter isto aqui mais ou menos actualizado pra uma transposição mnemésica mais fresca.
as expectativas são mínimas e da minha parte tenciono relaxar um bocado deste último semestre, que foi, em toda a honestidade, extremamente stressante e desgastante. ver uns monumentos, aprender um pouco sobre outras culturas e sociedades e essencialmente ganhar forças para o semestre que se avizinha, descansando o melhor que puder.
em jeito de auto homenagem ao que fui capaz de fazer este semestre, deixo aqui uma espécie de "best of" das fotografias que foram tiradas, por ordem cronológica, do mais recente para o mais antigo. inda por cima é super bock, wow.












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Interlúdio
22 Julho 2008, Lisboa (this is iberian Novalja)
terça feira. ya tamos de férias mas foda-se não se espera grande pistola nunca duma terça a menos que tejamos numa estância balnear de qualquer género, no verão e a riscar branca. mesmo assim o internacional português ao serviço do marítimo, abstraindo-se da falta de condições para explanar o seu jogo, procurava mais uma internacionalização, desta vez contra a alemanha, depois duma tercena de meses profícua em que foi chamado a representar a nação em desafios importantes, nomeadamente e em particular em Madrid, onde a selecção nacional goleou, por exemplo, a sua congénere americana por expressivos 10-4 e empatou 1-1 com a equipa anfitriã.
ultimamente, contudo, uma série de empates a 0 têm levado os analistas em geral a criticar, de forma razoavelmente injusta, o seu estilo defensivo e cauteloso. Este tipo de jogo, embora admitidamente pouco espectacular, é justificável pelo facto de se tar a jogar em Lisboa e portanto ser imperativo não sofrer golos, conservando assim as possibilidades de passagam à próxima eliminatória quando jogando a 2ª mão, fora de casa.
esgotada a alegoria passo a relatar a noite transacta: praia durante o dia e essas merdas chegamos a casa tarde. ainda da pra ir ao super ali ao AC $anto$ ser enrabados com umas compras do cari-cá-cá que custaram 30 euros. o que interessa é que no meio vinha uma garrafita de vodka toda produzida com um fatiota felpuda tipo neve. não sei quem teve esta ideia mas... posso dizer?... acho que fica muito bem assim. inda por cima é eristoff, wow. tambem adquirimos naturalmente red bulls para dar algum sabor taurino à água de batatas russa. um tuga, duas alemães, uma bebida russa e um cocktail hipermetabólico austríaco. personificamos assim esta globalização que nos consome e nos faz consumir (huhu).
as meninas alemães, ambas as duas queridas mas uma consideravelmente mais bem disposta fisionomicamente que a outra preparam-se para um jantar surpresa. da ultima vez que isto aconteceu o passaporte das gajas dizia canada e nao me arrependi: entre timidos murmurios de inaptidão para a cozinha la saiu alguma coisa de jeito, um chili com macarrão à moda de edmonton que ainda acabou por dar para 3 ou 4 dias de ceias ao chegar a casa todo fodido do absinto. claro está, as moças germanicas apostaram no macarrao outra vez (em parte porque iam comprar batatas pra cozer e eu disse que já tinha em casa mas afinal tinha-as mas era já há demasiado tempo - pelo menos descobrimos donde vinha o cheiro fétido que pairava por entre a cerca de centena de moscas de diferentes espécies que povoam o espaço aéreo da minha kitchen) mas no forno gratinado e com umas meatballs bacanas pré-fritas por cima. 5 estrelas, apesar de tar mal gratinado, fruto da manifesta e admitida inexperiência culinária das berliners.
a sobremesa não tardou a chegar e tomava a forma do gryn e do mike, dois exemplos mor do melhor que a pastelaria lisbonense tem para oferecer. vieram acompanhados de cervejas e boa disposição assim como muita queridez e goofyness. jogar à mafia e o crl, passados uns minutos way e covão aparecem vindos do poker do valente (meu deus que ramada que o rei da zona centro tava) e juntam-se à festa.
já se sabia como é que a mafia funcionava, sempre stresses entre amigos e assim foi. a espectacular ingenuidade inicial de quem se estreia neste jogo é sempre um dos principais focos de interesse, no sentido em que acreditam que se olharem directamente nos olhos e perguntarem, extrapolando o jogo para a vida real, se honestamente e em nome da amizade a super fluffy best friend tá a mentir, ela vai ceder. na verdade é um jogo de perversidade social extrema, já que nos apercebemos da facilidade com que aqueles em que mais confiamos nos conseguem mentir em plena situação de olhos fitados.
de resto durante o jogo chateei-me com vários amigos e como sempre, com alcóol à mistura fiz do jogo uma batalha pessoal de habilidade em ser aleatório. destaque-se no fim de tudo a flawless victory com que e o way rematamos as cerca de duas horas de diversão de volta do jogo. pelo meio ainda houve tempo para os indescritíveis truques de cartas intercalados com incursões de intimidade física em terreno alemão dum valliant braveheart em absolutas altas rotações.
é com esta nota de redundancia que me despeco do relato desta cena. a proxima cena dar-se-ia no bairro baixo. raptados pela fada verde disfarcada de cerveja prontamente concordamos em demonstrar toda a nossa masculinidade naquele jogo de chapadas por rondas. como as canadianas elas ficaram loucas do amor. assim, a morena nao largava o valente por um instante, tornando-se gradualmente mais e mais agressiva no toque. isto levou-me naturalmente a interceder junto dela para lhe explicar que ele era um rapaz sério e que tinha namorada. no fundo um deja-vu. acabamos muito felizes todos no jamaica. especialmente o covao. pela sua expressao facial percebia-se o quanto estava a apreciar aqueles momentos.
tenho saudades das canadianas , todos os dias ao despertar era um abraço e um pequeno almoço e uma festa, como se nao nos vissemos há 3 anos sei que é tudo falso mas pelo menos enchia me o coração com carinho e afecto.
eu que sou emocionalmente uma ilha isolada comovia-me todos os dias.
ultimamente, contudo, uma série de empates a 0 têm levado os analistas em geral a criticar, de forma razoavelmente injusta, o seu estilo defensivo e cauteloso. Este tipo de jogo, embora admitidamente pouco espectacular, é justificável pelo facto de se tar a jogar em Lisboa e portanto ser imperativo não sofrer golos, conservando assim as possibilidades de passagam à próxima eliminatória quando jogando a 2ª mão, fora de casa.
esgotada a alegoria passo a relatar a noite transacta: praia durante o dia e essas merdas chegamos a casa tarde. ainda da pra ir ao super ali ao AC $anto$ ser enrabados com umas compras do cari-cá-cá que custaram 30 euros. o que interessa é que no meio vinha uma garrafita de vodka toda produzida com um fatiota felpuda tipo neve. não sei quem teve esta ideia mas... posso dizer?... acho que fica muito bem assim. inda por cima é eristoff, wow. tambem adquirimos naturalmente red bulls para dar algum sabor taurino à água de batatas russa. um tuga, duas alemães, uma bebida russa e um cocktail hipermetabólico austríaco. personificamos assim esta globalização que nos consome e nos faz consumir (huhu).
as meninas alemães, ambas as duas queridas mas uma consideravelmente mais bem disposta fisionomicamente que a outra preparam-se para um jantar surpresa. da ultima vez que isto aconteceu o passaporte das gajas dizia canada e nao me arrependi: entre timidos murmurios de inaptidão para a cozinha la saiu alguma coisa de jeito, um chili com macarrão à moda de edmonton que ainda acabou por dar para 3 ou 4 dias de ceias ao chegar a casa todo fodido do absinto. claro está, as moças germanicas apostaram no macarrao outra vez (em parte porque iam comprar batatas pra cozer e eu disse que já tinha em casa mas afinal tinha-as mas era já há demasiado tempo - pelo menos descobrimos donde vinha o cheiro fétido que pairava por entre a cerca de centena de moscas de diferentes espécies que povoam o espaço aéreo da minha kitchen) mas no forno gratinado e com umas meatballs bacanas pré-fritas por cima. 5 estrelas, apesar de tar mal gratinado, fruto da manifesta e admitida inexperiência culinária das berliners.
a sobremesa não tardou a chegar e tomava a forma do gryn e do mike, dois exemplos mor do melhor que a pastelaria lisbonense tem para oferecer. vieram acompanhados de cervejas e boa disposição assim como muita queridez e goofyness. jogar à mafia e o crl, passados uns minutos way e covão aparecem vindos do poker do valente (meu deus que ramada que o rei da zona centro tava) e juntam-se à festa.
já se sabia como é que a mafia funcionava, sempre stresses entre amigos e assim foi. a espectacular ingenuidade inicial de quem se estreia neste jogo é sempre um dos principais focos de interesse, no sentido em que acreditam que se olharem directamente nos olhos e perguntarem, extrapolando o jogo para a vida real, se honestamente e em nome da amizade a super fluffy best friend tá a mentir, ela vai ceder. na verdade é um jogo de perversidade social extrema, já que nos apercebemos da facilidade com que aqueles em que mais confiamos nos conseguem mentir em plena situação de olhos fitados.
de resto durante o jogo chateei-me com vários amigos e como sempre, com alcóol à mistura fiz do jogo uma batalha pessoal de habilidade em ser aleatório. destaque-se no fim de tudo a flawless victory com que e o way rematamos as cerca de duas horas de diversão de volta do jogo. pelo meio ainda houve tempo para os indescritíveis truques de cartas intercalados com incursões de intimidade física em terreno alemão dum valliant braveheart em absolutas altas rotações.
é com esta nota de redundancia que me despeco do relato desta cena. a proxima cena dar-se-ia no bairro baixo. raptados pela fada verde disfarcada de cerveja prontamente concordamos em demonstrar toda a nossa masculinidade naquele jogo de chapadas por rondas. como as canadianas elas ficaram loucas do amor. assim, a morena nao largava o valente por um instante, tornando-se gradualmente mais e mais agressiva no toque. isto levou-me naturalmente a interceder junto dela para lhe explicar que ele era um rapaz sério e que tinha namorada. no fundo um deja-vu. acabamos muito felizes todos no jamaica. especialmente o covao. pela sua expressao facial percebia-se o quanto estava a apreciar aqueles momentos.
tenho saudades das canadianas , todos os dias ao despertar era um abraço e um pequeno almoço e uma festa, como se nao nos vissemos há 3 anos sei que é tudo falso mas pelo menos enchia me o coração com carinho e afecto.
eu que sou emocionalmente uma ilha isolada comovia-me todos os dias.
8 Julho 2008, Lisboa (Sindicato prá bófia)
7 da manhã, é dia há 1 hora e tal.
Após quatro horas imerso em considerações tácticas e afinações no meu 4-5-1 desdobrável em 4-3-3 ao serviço do Borussia Dortmund (terceiro lugar na 1ª época, batam isto) acordo para a realidade e é como se tivesse comido com um martelo nas ventas: daqui a três horas chegam as gajas do Canadá e para dizer a verdade, avaliando pelas fotos que visualizei delas, não sei se três horas de descanso serão suficientes para o meu aparelho cardiovascual encontrar forças para sustentar o fluxo sanguíneo para o meu pénis aquando da chegada delas (eish, que ordinário!).
De qualquer forma lá me fui deitar mais uma vez a um misto de luz solar (o meu estore tá preso na posição 85% open) com luz televisiva emanada por mais um episódio ancestral do CSI, que começa exactamente às 6:34 e acaba às 7:24 (mtos anos a viver no limite). Como sempre tive tempo de ver uma recolha de pistas e uma troca de olhares cúmplice entre o black e a gaja (a nova) antes de adormecer no meu super sofá da merda, que multiplica o meu tempo de descanso por um factor de 0.7, ou seja tenho que dormir 11h25m para cada 8h de sono oficialmente recomendadas pela comunidade médica interplanetária.
Próxima merda que me lembro é acordar, de forma que admito a possibilidade dos meus sonhos terem sido bué monótonos, talvez retratando uma crónica do vasco pulido valente ou um jogo do sporting. Acordo e lembro-me, epá uma cena que me tinha escapado na confusão do Signal-Iduna Park, que a casa tá completamente virada ao contrário. Como sempre, 30 segundos depois de acordar recebo um telefonema, previsivelmente (em retrospectiva) eram elas a dizer que tinham chegado agora ao aeroporto e dizem que vao apanhar o autocarro e depois o metro prá minha casa. Com a bomba de sono nem me preocupo em recomendar direcções e solto um lacónico "ok" antes de começar uma limpeza frenética pela casa prestando especial atenção a segregações líquidas próprias do corpo humano e não me refiro somente ao sémen e a aglomerados expectorais vulgo escarros, coisas que tenho o hábito de soltar livremente pela casa quando me encontro sozinho como é óbvio. De qualquer forma demoram mais do que estaria à espera e ainda bem porque ainda tenho tempo de jogar um joguito de pré-época com o meu Borussia (empatando em casa com o Benfica, um resultado que eu e a direcção consideramos histórico) antes que elas cheguem. Oiço a campainha a tocar e eis que elas amandam com aquele estridente ou rowdy se quiserem american accent (nunca digam a elas que eu disse isto) e eu pra mim "pronto já estás". Preocupado com a minha aparência abaixo da cintura visto dois pares de slips e meto o fato de banho por cima. Numa de mandar onda cool meto Sublime a tocar. I Don't Practice Santeria diz o gajo e eu pra mim ok tudo bem lá vêm elas e eu também por outro lado tenho que estudar como vai ser?
Bacano chegam, sorridentes e felizes, e aquelas tretas da apresentação a fria sequência de perguntas banais inicial - que eu adoro, mas tem de ser né. Pronto de qualquer maneira seguimos o protocolo ,mostro a casa à banda sonora do ainda Santeria misturado com ainda não percebi se culturais ou se falsos "uaus", já que o meu flat não passa dum vulgar espaço arrendado com 2 assoalhadas, e no fim é meio dia e meia. Sento me no meu sofá vem uma delas falar comigo e ficamos lá com uma conversa mais profunda e interessante, tipo a falar do tempo e da viagem delas - sabendo que toda a gente lhes pergunta isso, e tendo experimentado o sufoco que é durante 1 mês toda a gente perguntar a mesma merda, defendi-me com o habitual e sempre razoavelmente humorístico "ok let's get the usual questions out of the way", ao qual obviamente ela simultaneamente sorriu e retorquiu com um "no, no it's ok". Só surpresas. Ah a propósito, elas são na realidade agradáveis do ponto de vista estético e pela primeira vez sou anfitrião de gajas que se parecem remotamente com o que vi nas fotos.
uma e tal e eu já cheio de fome, decido sugerir almoço mas negam então ficamos num vai não vai e situações awkward pq ainda não nos conhecemos e ainda não tive oportunidade de pô-las suficientemente à vontade para encaixarem o meu humor ligeiro sem se sentirem ofendidas ou uma merda assim *evita o choque cultural*. o gryn sugere praia pelo messenger. sim, fixe... mas obviamente não posso porque tenho que estudar mas elas são capazes de querer já que só me falavam que queriam todos os dias praia e não sei quantos pronto tudo combinado lá vão elas prá praia com o gryn e eu vou mas é estudar pra fazer quatro cadeiras este semestre ao menos e CAV parece que é preciso marrar c'má merda mas antes tenho que me nutrir desesperadamente. nº29 rua da ilha terceira, R/C Esq. o trio maravilha, Valente, Cabeças e Johnny, apresentação às miúdas, almoço ao Rialva, Frango à moda da casa que mais podia se chamar à moda da merda, a Tanille fuma pra caralho, a Marie não e elas - agora de calçonetas - provam, de forma sistemática, que são agradáveis. tou curioso pra ver na praia. O chefe de lá não para de mandar piadas às gajas, que por acaso até têm piada e lá vou eu traduzindo *algumas ahem* e ao mesmo tempo delicio-me com a maneira como o valente introduz novos termos no dicionário anglo-saxónico. mas a linguagem corporal dele é mais forte e a comunicação dá-se por outros meios portanto tá limpo. Dou 4,5 euros por aquele bocado de estrume e vou à merda do banco em busca do meu cartão perdido (NR: o qual foi perdido no dia seguinte outra vez), mas afinal nera preciso porque tava em casa da Eli e o previsível "porque é que não mudas de morada?" em tom acusatório e como resposta a este crime hediondo que cometi. eu percebo, é demasiado incómodo receber uma carta em casa.
naturalmente, que sa foda o estudo, começo amanhã, claro, e então arrenka carlinhos prá praia e tudo a fingir que é bué marado com berros ocasionais e o crl no trânsito e música alta, a cena habitual, "LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA". Iamos 6 no carro (elas, eu, Gryn, Cabeças e Valente), comprometi-me a pagar a multa e foda-se no total elas tiveram que se esconder umas 20 vezes tal era o caudal de bófia que se amandava contra nós, surgindo sobre as mais diversas formas e cores, tipo de bike, num carro à paisana, a orientar trânsito e às vezes a usar um fato azul. Lá chegamos à praia do castelo depois duma viagem recheada de fotos bizarras (tiradas por elas) a muros e a árvores na zona de monsanto e mais bófia desta vez a cavalo, louco pensam elas e desatam a tirar + fotos com a devida autorização do agente da autoridade que notoriamente pulpita de excitação. Dão umas festas ali ao cavalo e chega de zoofilia siga pra bingo... mudo de vestimenta freestyle atrás dum carro (perante a atenção das papparazzi mas fui rápido de mais, não vão ver a lenda assim à borla) e não satisfeitos com a nossa ilustre companhia escolhemos obviamente um sítio na plage condizente com o nosso insaciável apetite. Pareciam gajas com os seus 20 e poucos juro mas depois de atenta observação já com os headquarters estabelecidos eis que são pitas e agora é tarde de mais para fazer a transferência logística para outro spot mas também não é preciso porque - repito-me mas foi assim que as circunstâncias do dia ditaram - dá pra se distrair bem com as nossas amigas da américa do norte e elas até fizeram o favor de ir logo à água pondo logo tudo o que tinham em cima da mesa. Epá é melhor jogar mas é à bola porque o ambiente tá pesado ali
Partidinha: Valente e eu contra Cabeças e Gryn, tanto no volei (jogamos tanto) como no beach soccer (jogo tanto) em que a nossa equipa perdeu por falta de motivação do valente e paulada a torto e a direito por parte do Gryn. Mais tarde, enquanto Valente explanava na toalha a sua magia com as estranjas, com olhares subtis patrocinados por uns óculos quasi-transparentes à kara davis, lá dei uns tiritos keeper vs avançado com o cabeças com o habitual stress de ocupação territorial da praia e outra conversa a tentar meter nojo por intermédio da calma e serenidade em oposição à revolta emocional das vítimas das nossas actividades lúdicas com bola. Não consegui desta vez, as pessoas em questão tinham bom senso infelizmente. e pronto resumiu-se a isto a hora e meia que tivemos na praia porque o Gryn tinha que bazar pro curso de remo ou lá o que é que ele diz que tá a tirar.
Voltamos para casa com ele, porque o Ruben afinal não ia ter conosco e ficamos no cais do fodré enquanto gryn ia pro supracitado curso e pronto: casa, jantar no nº29 da ilha terceira, "delicious" segundo elas, no meu padrão uma merda qq q o cabeças fez pra lá à papo seco e yeah cortei o cabelo a mim mesmo mais tarde (tá bacano, independentemente do que todos os fdps digam), bola (ka merda de jogo mas ganhamos 7-3 e no fim ainda houve fight yay) e depois cama apesar de todos os planos que alegadamente haviam.
AH O GRYN VIU A PATRULHA MARÍTIMA DA GNR no curso também!!!!!!!!!!!! Portanto reforça a perseguição a que fomos alvos, seguramente encomendada pelos serviços secretos canadianos. AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Após quatro horas imerso em considerações tácticas e afinações no meu 4-5-1 desdobrável em 4-3-3 ao serviço do Borussia Dortmund (terceiro lugar na 1ª época, batam isto) acordo para a realidade e é como se tivesse comido com um martelo nas ventas: daqui a três horas chegam as gajas do Canadá e para dizer a verdade, avaliando pelas fotos que visualizei delas, não sei se três horas de descanso serão suficientes para o meu aparelho cardiovascual encontrar forças para sustentar o fluxo sanguíneo para o meu pénis aquando da chegada delas (eish, que ordinário!).
De qualquer forma lá me fui deitar mais uma vez a um misto de luz solar (o meu estore tá preso na posição 85% open) com luz televisiva emanada por mais um episódio ancestral do CSI, que começa exactamente às 6:34 e acaba às 7:24 (mtos anos a viver no limite). Como sempre tive tempo de ver uma recolha de pistas e uma troca de olhares cúmplice entre o black e a gaja (a nova) antes de adormecer no meu super sofá da merda, que multiplica o meu tempo de descanso por um factor de 0.7, ou seja tenho que dormir 11h25m para cada 8h de sono oficialmente recomendadas pela comunidade médica interplanetária.
Próxima merda que me lembro é acordar, de forma que admito a possibilidade dos meus sonhos terem sido bué monótonos, talvez retratando uma crónica do vasco pulido valente ou um jogo do sporting. Acordo e lembro-me, epá uma cena que me tinha escapado na confusão do Signal-Iduna Park, que a casa tá completamente virada ao contrário. Como sempre, 30 segundos depois de acordar recebo um telefonema, previsivelmente (em retrospectiva) eram elas a dizer que tinham chegado agora ao aeroporto e dizem que vao apanhar o autocarro e depois o metro prá minha casa. Com a bomba de sono nem me preocupo em recomendar direcções e solto um lacónico "ok" antes de começar uma limpeza frenética pela casa prestando especial atenção a segregações líquidas próprias do corpo humano e não me refiro somente ao sémen e a aglomerados expectorais vulgo escarros, coisas que tenho o hábito de soltar livremente pela casa quando me encontro sozinho como é óbvio. De qualquer forma demoram mais do que estaria à espera e ainda bem porque ainda tenho tempo de jogar um joguito de pré-época com o meu Borussia (empatando em casa com o Benfica, um resultado que eu e a direcção consideramos histórico) antes que elas cheguem. Oiço a campainha a tocar e eis que elas amandam com aquele estridente ou rowdy se quiserem american accent (nunca digam a elas que eu disse isto) e eu pra mim "pronto já estás". Preocupado com a minha aparência abaixo da cintura visto dois pares de slips e meto o fato de banho por cima. Numa de mandar onda cool meto Sublime a tocar. I Don't Practice Santeria diz o gajo e eu pra mim ok tudo bem lá vêm elas e eu também por outro lado tenho que estudar como vai ser?
Bacano chegam, sorridentes e felizes, e aquelas tretas da apresentação a fria sequência de perguntas banais inicial - que eu adoro, mas tem de ser né. Pronto de qualquer maneira seguimos o protocolo ,mostro a casa à banda sonora do ainda Santeria misturado com ainda não percebi se culturais ou se falsos "uaus", já que o meu flat não passa dum vulgar espaço arrendado com 2 assoalhadas, e no fim é meio dia e meia. Sento me no meu sofá vem uma delas falar comigo e ficamos lá com uma conversa mais profunda e interessante, tipo a falar do tempo e da viagem delas - sabendo que toda a gente lhes pergunta isso, e tendo experimentado o sufoco que é durante 1 mês toda a gente perguntar a mesma merda, defendi-me com o habitual e sempre razoavelmente humorístico "ok let's get the usual questions out of the way", ao qual obviamente ela simultaneamente sorriu e retorquiu com um "no, no it's ok". Só surpresas. Ah a propósito, elas são na realidade agradáveis do ponto de vista estético e pela primeira vez sou anfitrião de gajas que se parecem remotamente com o que vi nas fotos.
uma e tal e eu já cheio de fome, decido sugerir almoço mas negam então ficamos num vai não vai e situações awkward pq ainda não nos conhecemos e ainda não tive oportunidade de pô-las suficientemente à vontade para encaixarem o meu humor ligeiro sem se sentirem ofendidas ou uma merda assim *evita o choque cultural*. o gryn sugere praia pelo messenger. sim, fixe... mas obviamente não posso porque tenho que estudar mas elas são capazes de querer já que só me falavam que queriam todos os dias praia e não sei quantos pronto tudo combinado lá vão elas prá praia com o gryn e eu vou mas é estudar pra fazer quatro cadeiras este semestre ao menos e CAV parece que é preciso marrar c'má merda mas antes tenho que me nutrir desesperadamente. nº29 rua da ilha terceira, R/C Esq. o trio maravilha, Valente, Cabeças e Johnny, apresentação às miúdas, almoço ao Rialva, Frango à moda da casa que mais podia se chamar à moda da merda, a Tanille fuma pra caralho, a Marie não e elas - agora de calçonetas - provam, de forma sistemática, que são agradáveis. tou curioso pra ver na praia. O chefe de lá não para de mandar piadas às gajas, que por acaso até têm piada e lá vou eu traduzindo *algumas ahem* e ao mesmo tempo delicio-me com a maneira como o valente introduz novos termos no dicionário anglo-saxónico. mas a linguagem corporal dele é mais forte e a comunicação dá-se por outros meios portanto tá limpo. Dou 4,5 euros por aquele bocado de estrume e vou à merda do banco em busca do meu cartão perdido (NR: o qual foi perdido no dia seguinte outra vez), mas afinal nera preciso porque tava em casa da Eli e o previsível "porque é que não mudas de morada?" em tom acusatório e como resposta a este crime hediondo que cometi. eu percebo, é demasiado incómodo receber uma carta em casa.
naturalmente, que sa foda o estudo, começo amanhã, claro, e então arrenka carlinhos prá praia e tudo a fingir que é bué marado com berros ocasionais e o crl no trânsito e música alta, a cena habitual, "LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA". Iamos 6 no carro (elas, eu, Gryn, Cabeças e Valente), comprometi-me a pagar a multa e foda-se no total elas tiveram que se esconder umas 20 vezes tal era o caudal de bófia que se amandava contra nós, surgindo sobre as mais diversas formas e cores, tipo de bike, num carro à paisana, a orientar trânsito e às vezes a usar um fato azul. Lá chegamos à praia do castelo depois duma viagem recheada de fotos bizarras (tiradas por elas) a muros e a árvores na zona de monsanto e mais bófia desta vez a cavalo, louco pensam elas e desatam a tirar + fotos com a devida autorização do agente da autoridade que notoriamente pulpita de excitação. Dão umas festas ali ao cavalo e chega de zoofilia siga pra bingo... mudo de vestimenta freestyle atrás dum carro (perante a atenção das papparazzi mas fui rápido de mais, não vão ver a lenda assim à borla) e não satisfeitos com a nossa ilustre companhia escolhemos obviamente um sítio na plage condizente com o nosso insaciável apetite. Pareciam gajas com os seus 20 e poucos juro mas depois de atenta observação já com os headquarters estabelecidos eis que são pitas e agora é tarde de mais para fazer a transferência logística para outro spot mas também não é preciso porque - repito-me mas foi assim que as circunstâncias do dia ditaram - dá pra se distrair bem com as nossas amigas da américa do norte e elas até fizeram o favor de ir logo à água pondo logo tudo o que tinham em cima da mesa. Epá é melhor jogar mas é à bola porque o ambiente tá pesado ali
Partidinha: Valente e eu contra Cabeças e Gryn, tanto no volei (jogamos tanto) como no beach soccer (jogo tanto) em que a nossa equipa perdeu por falta de motivação do valente e paulada a torto e a direito por parte do Gryn. Mais tarde, enquanto Valente explanava na toalha a sua magia com as estranjas, com olhares subtis patrocinados por uns óculos quasi-transparentes à kara davis, lá dei uns tiritos keeper vs avançado com o cabeças com o habitual stress de ocupação territorial da praia e outra conversa a tentar meter nojo por intermédio da calma e serenidade em oposição à revolta emocional das vítimas das nossas actividades lúdicas com bola. Não consegui desta vez, as pessoas em questão tinham bom senso infelizmente. e pronto resumiu-se a isto a hora e meia que tivemos na praia porque o Gryn tinha que bazar pro curso de remo ou lá o que é que ele diz que tá a tirar.
Voltamos para casa com ele, porque o Ruben afinal não ia ter conosco e ficamos no cais do fodré enquanto gryn ia pro supracitado curso e pronto: casa, jantar no nº29 da ilha terceira, "delicious" segundo elas, no meu padrão uma merda qq q o cabeças fez pra lá à papo seco e yeah cortei o cabelo a mim mesmo mais tarde (tá bacano, independentemente do que todos os fdps digam), bola (ka merda de jogo mas ganhamos 7-3 e no fim ainda houve fight yay) e depois cama apesar de todos os planos que alegadamente haviam.
AH O GRYN VIU A PATRULHA MARÍTIMA DA GNR no curso também!!!!!!!!!!!! Portanto reforça a perseguição a que fomos alvos, seguramente encomendada pelos serviços secretos canadianos. AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
4 Julho 2008, Lisboa (Barrote Sightseeing Night)
Horário: 00:30 - 5:00
Espaços profanados: Botica, porta do Teatro da Comuna, porta do Lux, porta do Kubiko
Ingestão de alcóol: 2 cervejas + 1 bagaço + 1 amêndoa amarga na Botica + 2 cervejas no carro (total de 0,2L de alcóol puro)
Guita queimada: 5 euros
Grandes acontecimentos se esperavam. Desde o início da semana que esta noite prometia essencialmente pela super festa do Tamariz. Depois dum dia stressante (apesar da 1 hora e meia de praia) por causa do fdp do trabalho de fotónica (que ficou fora de série, a propósito) eis que existe algum entusiasmo da minha parte para uma noite de deboche.
Botica
Os planos eram de delinear o rail na minha casa ao sabor duma de whisky e umas caipirinhas mas devo ter percebido mal. Em vez disso saimos de casa (eu, bruno, way, e gryn) à meia noite e meia direitinhos para a Botica o que constituiu um início de noite de sonho. Tudo isto naturalmente me suscitou alguma ira no ouvido interno. A noite assim afigurava-se promissora e foi por isso que bazamos de lá o mais rápido que conseguimos. Não é que eu não goste do saudosismo a que me remete aquele ambiente jovial, é só porque depois de Madrid só me apetece americanas e ali só há mature tugas dos 12 aos 16. O Bruno por seu turno tratava de tentar provocá-las ostentando de forma simultaneamente orgulhosa e subtil (se é possível) o seu pénis dentro do estabelecimento. De qualquer forma, e apesar de tar a gostar muito da conversa dos pelos púbicos que dai decorreu, saimos de lá já algo aviados e certos de que o sistema imunitário do way nunca mais seria o mesmo depois de bagaço e amarguinha sobre antibióticos, ele que já há um ano marcava golos na própria assim. Mas o certo é que valeu a pena, pela noite que acabou por ser. O Ruben sai do Tamariz porque não vamos lá ter, apesar de alegadamente tar um ambiente espectacular e acaba no Teatro da Comuna por sugestão do Manel. De dentro do teatro o Manel informa: fila grande mas cá dentro "tá bom", liguei a perguntar como tava de gajas e ele diz "quase 50/50". Bacano, catalizados pelo supra entusiasmo do Gryn (que eu publicamente apoiei) bora pro antro da esquerda unida da noite (eu sei, eu sei), até porque não tenho nada contra esses caralhos. Mais uma viagem com os ocasionais e habituais flirts de semáforo e gritos aleatórios ao som de hip-hop, regados por umas cervejas fresquinhas que o gryn tinha no porta bagagem desde a queima e finalmente chegamos à comuna.
Teatro da Comuna
Saimos do carro, chegamos à fila, grupo de madeirenses lá atrofiados, falo e os primeiros sinais são loucos "é só gajos e fomos barrados, são 5 euros pra entrar". Não nos deteve e continuamos pra fila. Um grupo de gajas do caralho (maioritariamente louras) à nossa frente mas acho que era miragem porque passados 3 segundos foram embora promovendo o Lux. O que não era miragem era a quantidade industrial de gajos que tava na fila, o tamanho da mesma e o fluxo de pessoas a sair. Bué louco, fiquei surpreendido, de qualquer forma, com a astúcia das louras que só demoraram 3 segundos para perceber aquilo que nós demoramos 1 minuto, e com mais sinais do que elas (nomeadamente ausência de gajas na fila) - a festa da comuna era a melhor festa que havia em lisboa nesta noite, na praça de espanha e num teatro comunista. Como tinhamos carro decidimos ver se havia alguma festa melhor mas com um menor grau de especificidade, nomeadamente no lux, alimentados no fundo pela esperança de ser barrados e ter desculpa para acabar numa roulotte, sem remorsos. Viagem pra santa apolónia estacionamento e o momento alto da noite a mija quadripartida prás escadas do metro com a empregada de limpeza do metro a chamar o segurança e correria pra culminar, à meninos, nem demos fight ao security. Tinhamos dado o mote para o tipo de comportamento adequado para entrar no Lux.
i love Lux
Seyz e Inês aparecem e tenho a impressão que já sabiam o que ia acontecer quando disseram que esperavam para ver se entravamos antes. Tentamos ainda assim a táctica dois a dois em sequência intercalada com Bruno e Way a irem à frente mas o habitual 250 euros de consumo mínimo já que aparentemente era o Vibe lá dentro. Esse colosso da musica electrónica nacional, colosso de rhodes mesmo tal é a antiguidade daquele homem. Às vezes confundo a morte dele com a do mário cesariny mas não interessa o que interessa é que tinhamos a roulotte do outro lado MAS fomos persuadidos a não comer nada lá pela Inês (obrigado), o que também não foi muito difícil: apesar de me apetecer foder o projecto de mega dieta a 3 anos, os preços concomitantes com o super mega hiper chic club do outro lado da rua (5 euros ao quilo de gordura) suportavam bem os argumentos da Inês. Para além disso mais ninguém tinha, obviamente (como se veio a verificar dentro dos 3600 segundos seguintes) , vontade de comer.
Kubiko loves vácuo
Por sugestão do Seyz fomos até ao Kubiko, na rotunda lá ao fundo depois de xabregas, com promessas erásmicas. Alta tenda estilo musica electronica e um espaço aberto bacano, particularmente pelo vazio humano que continha. Felizmente outra roulotte lá com preços mais acessíveis. Era fácil deduzir o que ia sair dali. Iamos até à porta e checkavamos o admission fee e se fosse mais do que 50 cêntimos iamos à roulotte foder 3 num hamburger com umas tiras de gosma vagamente semelhantes a bacon. Dito e feito. A entrada eram 15 euros, por alguma razão que me escapou. De fora viam-se uns 20 playmobils lá dentro da tenda a cortire o que sinceramente me tentou a dar 15 euros mas depois lembrei-me que dava para 5 hamburgers e aceitei a sugestão de grupo da roulotte. Chegado lá não comi nada, nem o Gryn (sim sr.) mas ao invés acabamos por ir ao pão com chouriço onde comi um desses sofregamente (o Gryn ainda mais, como se tivesse a sufocar) e uma bola que mais tarde comi em casa, recheada de grão de bico, e lá fomos pra casa tristes por esta noite não se ter perpetuado por um lado mas orgulhosos da noite que juntos conseguimos construir (obrigado way por teres tomado a escolha acertada hahahahahahahahaahahahahhahahaahhahahahahaahhahahahahahahahahahahaahha).
Hoje há a festa da maxmen no del maria mas depois de ontem e tendo em conta a pancada da relativização que todos nós temos, em geral (o que vai ser útil no interrail, esta desaptabilidade à situação), acho que vai ser uma desilusão mas também não quero criar muitas expectativas.
P.S. não posso publicar as fotos desta noite, por pudor.
Grau alcoolemia: 7
Prolificidade com gajas: 0,0
Nível de Convívio: 13
Factor de Agressividade:8
Classificação geral: 7,122131(3)
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