e eu, ha dias, a pensar - foda-se pq eh que eu so me sinto bem Иeles?
ha qualquer merda male
hall of fame #117 - costal o anormal
Costa: How do you call a japanese director whose hips don't lie?
Costa: Shakira Kurosawa
Costa: Shakira Kurosawa
o arquivo da foto da semana - wk6 (várias de wk<=6 porque: a melhorar: fraca correlação documentação/memórias)
vídeo promocional família c++, "Somos felizes"
nos bastidores da família C++
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| vende-se 3 mil euros |
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| em 1 de janeiro de 2011, depois como era um dia especial ficamos bêbedos e fomos para a disco e eu depois como era um dia especial acabei sozinho num taxi pra casa |
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| não fui eu que fiz, e quem fez deu-lhe mais um presente do que eu, neste 23º aniversário |
hall of fame #116 - what a underful world
[14:33] Costa: Stevie Wonder was talking to one of his fans, answering questions. Suddenly this fan says "you are such a great singer and a fantastic person.. but it must be really difficult being blind, how do you cope with it?"
[14:33] Costa: and Stevie Wonder replied: "Well, son, it's not that big of a deal, at least i'm not fucking black"
[14:33] Costa: and Stevie Wonder replied: "Well, son, it's not that big of a deal, at least i'm not fucking black"
hall of fame #115 - avistamento registado da lendária Sara
[18:45:47] Guilherme Pereira (CELFINET) @ VDF - Lisboa, PT: eles trabalham naquelas empresas q o skype n bomba.. entao usam aqueles emuladores q n permitem chat-group
[18:46:21] Guilherme Pereira (CELFINET) @ VDF - Lisboa, PT: ou melhor.. eles conseguem ver nós a manda-los po crl, mas no conseguem responder para o "grupo"
[18:46:26] Guilherme Pereira (CELFINET) @ VDF - Lisboa, PT: pussys
<<< vai t foder oh cabrao— Sarocas, Today 18:55
<<< fodaaaa-seeee.. levas uma cabeçada rotativa no ceu da boca q ate espirras espinafres pelo cotovelo!— Sarocas, Today 18:56
[18:46:21] Guilherme Pereira (CELFINET) @ VDF - Lisboa, PT: ou melhor.. eles conseguem ver nós a manda-los po crl, mas no conseguem responder para o "grupo"
[18:46:26] Guilherme Pereira (CELFINET) @ VDF - Lisboa, PT: pussys
<<< vai t foder oh cabrao— Sarocas, Today 18:55
<<< fodaaaa-seeee.. levas uma cabeçada rotativa no ceu da boca q ate espirras espinafres pelo cotovelo!— Sarocas, Today 18:56
confusio #207 - poupare bués
a validade dos meus 15€ de telefone é até o ano 3000 e tenciono equigastá-lo no tempo
hall of fame #114 - marca wars
Messi:" Dios me mando para enseñarle al Mundo a jugar el futbol"
CR:" y este Tio que dice, yo no he mandado a nadie"
CR:" y este Tio que dice, yo no he mandado a nadie"
o arquivo da foto da semana - Natal/NYE/EXAMES 2010/2011 - só há fotos de 2 eventos mas passou-se bué mais merda
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| PORRA PÁ MERDA TÁ AO CONTRÁRIO E AGORA |
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| cenas verdes, cenas verdes na cabeça, cenas verdes na cabeça até ao 155 assomada |
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| energia, esta energia, esta energia é benigna penso |
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| freitas, batatas, batatas freitas |
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| sim, sim, rodrigo, tá bem, tá bem |
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| freddie canhon-man-cury |
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| a laura silva |
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| complexo processo ració-emocional |
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confusio #206 - virginidade perdida
gerhard berghain ftw gays techno drogas fumo sexo fábrica submundo, é isto
confusio #203 - hoje sou imaturo
"a moral continua a estar ligada à religião, em minha opinião :) (pense-se nos diferentes sistemas morais à volta do mundo e suas correlações com respectivas religiões locais), e este é o paradoxo último dum ateísta que acredita na sociedade.
um mundo sem religião é então puramente um mundo niilista e posso desenvolver sobre isto a pedidro. esta conclusão faz todo o sentido por outro lado porque fenomenologicamente não me parecem haver fundamentos biológicos/naturais para quase nenhum princípio moral que conheço - não somos seguramente programados geneticamente para isto, logo é nos incutido, e depende dum factor tão frívolo e aleatório como a localização geográfica em que crescemos.
a grande dúvida aqui pra mim é entre ser niilista participante ou não participante: em qualquer um dos casos optados a sensação é de desfasamento mórbido entre a lógica e o nosso modo de vida."
um mundo sem religião é então puramente um mundo niilista e posso desenvolver sobre isto a pedidro. esta conclusão faz todo o sentido por outro lado porque fenomenologicamente não me parecem haver fundamentos biológicos/naturais para quase nenhum princípio moral que conheço - não somos seguramente programados geneticamente para isto, logo é nos incutido, e depende dum factor tão frívolo e aleatório como a localização geográfica em que crescemos.
a grande dúvida aqui pra mim é entre ser niilista participante ou não participante: em qualquer um dos casos optados a sensação é de desfasamento mórbido entre a lógica e o nosso modo de vida."
és bués da berlim #8 - tese: pouco sobre berlim
caro rofpressor matias silveira,
não elaborei a tese de doutramento a que me propus por mera distração pelo que lamento ter faltado à confiança que depositou em mim. Não sei se lhe serão relevantes as razões que apresento mas passo-lhe a explicar, na esperança que seja solidário com a minha situação:
tava a planear fazer a tese nesta última sexta-feira pela noite e inclusive tinha tomado providências no sentido de que me iria deitar mais tarde que ao normal. Não obstante, quando me deslocava ao supermercado, por mera aleatoriedade, escapou-se me do cálice consciencial o porquê não só da minha viagem ao supermercado como de toda a jornada que normalmente rodeia estas pequenas idas ao supermercado - vida, ou destino, dependendo da sua convicção, que assumo, sendo o senhor ropfessor da área de telecomunicações e portanto com uma certa afinidade à visão estocástica da natureza, ser a primeira.
Nesta viagem notei, paralelamente, que as diferentes tecnologias de transmissão de informação em rede não são mais que meras metáforas para as diferentes crenças canónicas sobre como a vida se desdobra. Dentro dessa alegoria maior, um circuito virtual pode-se equiparar a um destino e um internet protocol a um quasi-livre arbítrio, digamos.
durante o tempo que me desencontrava na mencionada dissertação tecnofilosófica, o meu corpo divagou sem peias pelos andadores do supermercado. Sei que ao início eu fiquei a tocar nos mangos à entrada como sempre faço com os meus 65 anos de suspeição mas a ele o meu corpo não lhe consigo ao certo descrever a trajectória - e dou particular atenção a este pormenor porque parece-me decisivo para o desfecho não só da viagem como da jornada. Se me permite entrar em queda livre por abismos especulativos, talvez tenha depois consultado, suspicaz, o brilho eternista das golden smith, ou a curvatura modelar da banana chiquitita do equador, mas recolecto ao certo que ao recuperar a orientação encontrei-me, por multincidência provavelmente obra do acaso, junto à secção das bebidas.
Perante este desfecho, decidi então consciente - mas assumo que por reflexo condicionado -- que não combati -- -, me dosificar em alcóol. Desta feita, contudo, sobre formas novas nunca dantes navegadas - nomeadamente babashkoff laranja e limão. Naturalmente, e na tentativa de exumar partículas de vida atoladas no cemitério temporal, introduzi, com motivação catalizadora de nostalgia, um red bull e dois frascos de vodka no meu registo consumista. estava de volta a novalja e a todo o recomfortante degredo que isso para sempre significará para a minha vida.
Num grosseiro e irrelevante àparte, talvez justificado por um ímpeto bifurcado de ingenuidade-tipo e exaltação-infantil (tudo sublinhado por uma provável dose de jactância inata), gostaria de aproveitar a oportunidade para lhe fazer uma sugestão quanto à melhor maneira de obter nostalgia. Digo isto porque imagino que para outros, como o Caro rofpressor neste particular, seja tão grande uma aspiração como a minha conseguir atingir nostalgia e sorvê-la de coração remoído. O segredo consiste na activação neuronal localizada através de estímulação sensorial, basta só descobrir a chave para cada fragmento mnemésico e experiência da sua vida. Talvez isto não lhe seja novo, mas a minha grande descoberta recente, no entanto, é outra. Curiosamente, ressalta duma antiga crença minha de que o olfacto era o único dos sentidos que poderia ser dado como facultativo à nascença. Na realidade, representa o mais eficiente (com a audição) dos canais teletransportativos no nosso mapa cerebral. Música e cheiros, tenho vindo a descobrir, são o combustível do psiconauta.
Voltando ao supermercado, apresentei-me de tal maneira alienado do meu próprio entendimento na caixa registadora e o seu apêndice humano que resolvi, por precaução, reservar uma pausa para mim próprio com o motivo de recomposição racional. Resulta que neste processo de pausa me é solicitada pela psique uma reavaliação dos conteúdos da minha caixa de produtos a adquirir, mormente pela ausência de substâncias sólidas que me pudessem manter consciente nas horas subsequentes ao consumo hiperbólico de alcóol. Retrocedo corredores até ao pão e regresso triunfante ao local de pagamento. Sinto-me confiante socialmente porque tenho suporte financeiro para a operação comercial que irei propor ao estabelecimento de distribuição alimentar. Sou, para todos os efeitos, mais que um humano, um cidadão cumpridor de protocolos. Trabalho e consumo, como acabaria por fazer em qualquer sistema de organização colectiva, do tribalismo ao fascismo mas infelizmente o sistema em que estou mergulhado não é o da moda, porque é o vigente, e importa renegá-lo e estigmatizá-lo para se sobrepor à maioria ignorante. O mourinho tá para o futebol como o capitalismo democrático para as doutrinas socio-económicas - servem como trampolins para a elevação crítica pseudo-intelectual, daquela que se faz sentado numa esplanada, de calças justas ao tornozelo, bigode irónico, um iPhone numa mão e um café biológico em cima da mesa.
Isto leva-me à questão dos paradigmas, senhor ropfessor, e da minha parte favorita dos paradigmas - a de refutação popperiana e consequente - adoro esta parte - ruptura, rutura, rotura, destruição, aniquilação de paradigmas e seus apoiantes, mas penso que isto será uma tentação média a qualquer cientista de renome como eu, tanto que muitas vezes nos precipitamos na ansia de contrariar. perigoso, atenção.
Volvi à minha habitação à procura de conforto, seduzido pelos três aquecedores do quarto e o magnetismo abstrato que paira em frente ao meu ecrã de computador. Inspirava alcóol e permutava a atenção entre 3 buracos negros sobre a forma de facebook, google reader e Marca. A mulher que conheci em 2003 no rato e que tive breve período de contacto humano tem um gato novo a 7000 km de distância, uma miúda imersa em filosofias subversivas fringe encontrou uma fotografia duma vagina desfigurada e publicou no blog. ela gosta destas coisas porque vive aborrecida no meio do wisconsin. o cristiano ronaldo continua a bater recordes de golos e o mourinho, mercurial como sempre, fez cócó na boca do presidente juan carlos de castela.
Que mais fazer senão beber? Eu sóbrio estou desalinhado caro ropfessor. Estou desalinhado e regularmente no comboio questiono-me sobre porque é que não namoro com uma modelo em madrid ou sou CEO da maçonaria, as coisas que mais quero. Bêbedo estou no estado quântico fundamental, estou em harmonia com o mundo. a minha namorada passa a ser uma modelo de várias nacionalidades fetiche e a maçonaria passa a ser uma organização inofensiva para velhos que gostam de se vestir de forma estúpida, como na realidade.
E foi assim que justificadamente me escapou o enquadramento de responsabilidade que se exige e espera para se fazer uma tese. Não fui eu, foi o mundo senhor matias. Eu só sou uma peça e a edita vilkeviciute de kaunas, capricórnio nascida a 1 de janeiro de 1989 é outra. Tenho de dar outra oportunidade a ac milão, porque das outras 120 vezes nao vi corno disto.
não elaborei a tese de doutramento a que me propus por mera distração pelo que lamento ter faltado à confiança que depositou em mim. Não sei se lhe serão relevantes as razões que apresento mas passo-lhe a explicar, na esperança que seja solidário com a minha situação:
tava a planear fazer a tese nesta última sexta-feira pela noite e inclusive tinha tomado providências no sentido de que me iria deitar mais tarde que ao normal. Não obstante, quando me deslocava ao supermercado, por mera aleatoriedade, escapou-se me do cálice consciencial o porquê não só da minha viagem ao supermercado como de toda a jornada que normalmente rodeia estas pequenas idas ao supermercado - vida, ou destino, dependendo da sua convicção, que assumo, sendo o senhor ropfessor da área de telecomunicações e portanto com uma certa afinidade à visão estocástica da natureza, ser a primeira.
Nesta viagem notei, paralelamente, que as diferentes tecnologias de transmissão de informação em rede não são mais que meras metáforas para as diferentes crenças canónicas sobre como a vida se desdobra. Dentro dessa alegoria maior, um circuito virtual pode-se equiparar a um destino e um internet protocol a um quasi-livre arbítrio, digamos.
durante o tempo que me desencontrava na mencionada dissertação tecnofilosófica, o meu corpo divagou sem peias pelos andadores do supermercado. Sei que ao início eu fiquei a tocar nos mangos à entrada como sempre faço com os meus 65 anos de suspeição mas a ele o meu corpo não lhe consigo ao certo descrever a trajectória - e dou particular atenção a este pormenor porque parece-me decisivo para o desfecho não só da viagem como da jornada. Se me permite entrar em queda livre por abismos especulativos, talvez tenha depois consultado, suspicaz, o brilho eternista das golden smith, ou a curvatura modelar da banana chiquitita do equador, mas recolecto ao certo que ao recuperar a orientação encontrei-me, por multincidência provavelmente obra do acaso, junto à secção das bebidas.
Perante este desfecho, decidi então consciente - mas assumo que por reflexo condicionado -- que não combati -- -, me dosificar em alcóol. Desta feita, contudo, sobre formas novas nunca dantes navegadas - nomeadamente babashkoff laranja e limão. Naturalmente, e na tentativa de exumar partículas de vida atoladas no cemitério temporal, introduzi, com motivação catalizadora de nostalgia, um red bull e dois frascos de vodka no meu registo consumista. estava de volta a novalja e a todo o recomfortante degredo que isso para sempre significará para a minha vida.
Num grosseiro e irrelevante àparte, talvez justificado por um ímpeto bifurcado de ingenuidade-tipo e exaltação-infantil (tudo sublinhado por uma provável dose de jactância inata), gostaria de aproveitar a oportunidade para lhe fazer uma sugestão quanto à melhor maneira de obter nostalgia. Digo isto porque imagino que para outros, como o Caro rofpressor neste particular, seja tão grande uma aspiração como a minha conseguir atingir nostalgia e sorvê-la de coração remoído. O segredo consiste na activação neuronal localizada através de estímulação sensorial, basta só descobrir a chave para cada fragmento mnemésico e experiência da sua vida. Talvez isto não lhe seja novo, mas a minha grande descoberta recente, no entanto, é outra. Curiosamente, ressalta duma antiga crença minha de que o olfacto era o único dos sentidos que poderia ser dado como facultativo à nascença. Na realidade, representa o mais eficiente (com a audição) dos canais teletransportativos no nosso mapa cerebral. Música e cheiros, tenho vindo a descobrir, são o combustível do psiconauta.
Voltando ao supermercado, apresentei-me de tal maneira alienado do meu próprio entendimento na caixa registadora e o seu apêndice humano que resolvi, por precaução, reservar uma pausa para mim próprio com o motivo de recomposição racional. Resulta que neste processo de pausa me é solicitada pela psique uma reavaliação dos conteúdos da minha caixa de produtos a adquirir, mormente pela ausência de substâncias sólidas que me pudessem manter consciente nas horas subsequentes ao consumo hiperbólico de alcóol. Retrocedo corredores até ao pão e regresso triunfante ao local de pagamento. Sinto-me confiante socialmente porque tenho suporte financeiro para a operação comercial que irei propor ao estabelecimento de distribuição alimentar. Sou, para todos os efeitos, mais que um humano, um cidadão cumpridor de protocolos. Trabalho e consumo, como acabaria por fazer em qualquer sistema de organização colectiva, do tribalismo ao fascismo mas infelizmente o sistema em que estou mergulhado não é o da moda, porque é o vigente, e importa renegá-lo e estigmatizá-lo para se sobrepor à maioria ignorante. O mourinho tá para o futebol como o capitalismo democrático para as doutrinas socio-económicas - servem como trampolins para a elevação crítica pseudo-intelectual, daquela que se faz sentado numa esplanada, de calças justas ao tornozelo, bigode irónico, um iPhone numa mão e um café biológico em cima da mesa.
Isto leva-me à questão dos paradigmas, senhor ropfessor, e da minha parte favorita dos paradigmas - a de refutação popperiana e consequente - adoro esta parte - ruptura, rutura, rotura, destruição, aniquilação de paradigmas e seus apoiantes, mas penso que isto será uma tentação média a qualquer cientista de renome como eu, tanto que muitas vezes nos precipitamos na ansia de contrariar. perigoso, atenção.
Volvi à minha habitação à procura de conforto, seduzido pelos três aquecedores do quarto e o magnetismo abstrato que paira em frente ao meu ecrã de computador. Inspirava alcóol e permutava a atenção entre 3 buracos negros sobre a forma de facebook, google reader e Marca. A mulher que conheci em 2003 no rato e que tive breve período de contacto humano tem um gato novo a 7000 km de distância, uma miúda imersa em filosofias subversivas fringe encontrou uma fotografia duma vagina desfigurada e publicou no blog. ela gosta destas coisas porque vive aborrecida no meio do wisconsin. o cristiano ronaldo continua a bater recordes de golos e o mourinho, mercurial como sempre, fez cócó na boca do presidente juan carlos de castela.
Que mais fazer senão beber? Eu sóbrio estou desalinhado caro ropfessor. Estou desalinhado e regularmente no comboio questiono-me sobre porque é que não namoro com uma modelo em madrid ou sou CEO da maçonaria, as coisas que mais quero. Bêbedo estou no estado quântico fundamental, estou em harmonia com o mundo. a minha namorada passa a ser uma modelo de várias nacionalidades fetiche e a maçonaria passa a ser uma organização inofensiva para velhos que gostam de se vestir de forma estúpida, como na realidade.
E foi assim que justificadamente me escapou o enquadramento de responsabilidade que se exige e espera para se fazer uma tese. Não fui eu, foi o mundo senhor matias. Eu só sou uma peça e a edita vilkeviciute de kaunas, capricórnio nascida a 1 de janeiro de 1989 é outra. Tenho de dar outra oportunidade a ac milão, porque das outras 120 vezes nao vi corno disto.
confusio #202 - jasus vlada de omsk, jasus...
olá hoje fui descer uma ribeira vestido de power ranger e não não é carnaval (AHHAHAHAHAHHHA - sou um blog de gajas). várias considerações sobre ribeiras:
- donde vem a água toda
outras considerações a ftv midnight hot é excelente
- donde vem a água toda
outras considerações a ftv midnight hot é excelente
confusio #201(1)
New Year's Day. Now is the accepted time to make all your regular annual good resolutions. Next week you can begin paving hell with them as usual. Yesterday, everybody smoked his last cigar, took his last drink, and swore his last oath. Today we are a pious and exemplary community. Thirty days from now, we shall have cast our reformation to the winds and gone to cutting our ancient shortcomings considerably shorter than ever. We shall also reflect pleasantly upon how we did the same old thing last year about this time. However, go in, as a scapegoat for promiscuous drunks, and friendly calls, and humbug resolutions, and we wish you to enjoy it with a looseness suited to the greatness of the occasion.
confusio 199 (199 caralho) - berlim antes do natal se eu tivesse tweeter
#work agora sou programador em ruby
#nightlife consumi uma garrafa de @absinto_com_neve em @schonhauser_allee numa tarde de sábado
#futebol abandonei o jogo contra o @berlin_sc com uma concussão
#nightlife saí de casa às 23 com 100 euros, voltei às 8 com um @microondas e uma @pizza_turca
#nightlife,#social apalpei a mama direita da @maria_nieland
#nightlife,#social mandei a @namorada_do_zuca pró @caralho
#nightlife acabei com a aguardente caseira do @serafim, com o @zuca
#relação acordei num lago de período
#futebol torçi o tornozelo a fazer a finta do elástico
#social recebi 3 chocolates dum desalojado num supermercado
confusium,198 - tou a pensar bué num título, mas não consigo
interessante que cada vez que chegue a casa bêbedo me apeteça apagar o blog. acho que é um impulso-testemunha da vontade que tenho em não existir - no sentido no name.
hall of fame #112 - top of the charts
[contexto de jantar em casa da babi populado por amigos e os meus pais]
[serafim encarregue de ir a machico buscar vinho com teixeira]
[Serafim volta visivelmente modificado relativamente ao tempo de partida]
[círculo de conversação entre todos estabelecido na sala de estar]
Nisto há uma pausa na conversa, o grupo pedia tema de continuação para que o social florescesse, eu tou no fundo da sala, sentado, numa pequena conversa paralela, o silêncio chama-me a atenção e de repente a interrupção:
"Eu consumi MDMA"
serafim puro, equilíbrio social quebrado
os meus pais partem para casa numa noite que acabou sendo memorável por várias razões cómicas, um dia se calhar escrevo-me sobre isso
[serafim encarregue de ir a machico buscar vinho com teixeira]
[Serafim volta visivelmente modificado relativamente ao tempo de partida]
[círculo de conversação entre todos estabelecido na sala de estar]
Nisto há uma pausa na conversa, o grupo pedia tema de continuação para que o social florescesse, eu tou no fundo da sala, sentado, numa pequena conversa paralela, o silêncio chama-me a atenção e de repente a interrupção:
"Eu consumi MDMA"
serafim puro, equilíbrio social quebrado
os meus pais partem para casa numa noite que acabou sendo memorável por várias razões cómicas, um dia se calhar escrevo-me sobre isso
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