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|Flashbecker| - coca-cola we can't make it

olá o ano era obviamente 8002 e a ocasião era obviamente que quem fizesse o video mais espectacular relacionado com a coca-cola podia participar no desafio de ir de não sei onde a não sei onde só com latas de coca-cola como moeda de troca.

obviamente ganhamos mas entrava em conflito com o rail e sem o rail o way não tinha tido desculpa para acabar com a laura: resumindo, rail.

a direção artística é da georgina, uma então recém formada em desenho que recrutamos na rua perpendicular à da minha casa. a edição foi do absinto.



final alternativo

confusio #239 - lisgresso

acabei de atravessar a zona j em tronco nu e com o tag nos boxers

11 Abril 2009, Lisboa (DJ Dekay)

Noite Típica de Sábado (NTS) Numa Qualquer Boite de Lisbonera Stadt (NQBLS): às 2 e meia da matina já me passaram pela mão pracima DKnhentos (500) copos, já me abordaram cerca de 0,2 mulheres (é A Minha Média Apensa à Variável Aleatória Típica Noite de Sábado - AMMAVANTS) e já tive pra Comer Nos Cornos (CNC) mas fui salvo por Amigos que Não Bebem Absinto (ANBAs) B vezes sendo B o número de bares em que a minha presença já foi tolerada durante Essa Noite (EN).

A única diferença é que:

|- desta vez os 500 copos estavam desprovidos de Absinto, Whisky, Vodka (A,W,V) ou arranjos com repetição entre A,W,V - e algumas vezes já vinham partidos por defeito;
/- as 0,2 mulheres que me abordaram eram na realidade mulheroides de profissão cabeleireira ou mulheres de jogadores de futebol do belenenses/estrela (passe a redundância) em contraposição às habituais 0,2 erasmus espanholas gordas de valladolid que sobraram do desequilíbrio demográfico intergéneros, no jantar do referido programa académico de intercâmbio sexual dessa NTS;
-- ao invés de quase CNC da espanhola por sugerir que a única hipótese seria ela me deixar meter o meu "da" em "espanhola" e ser salvo por um ANBA que a acabou por foder em compensação (obrigado valente x20), não consigo inventar nenhuma merda para contrapor - e tou farto deste parágrafo totalmente irrelevante à história. Ah e esta noite eu próprio era um ANBA, porque tava a trabalhar NQBLS que não o lux (não tenho estofo estético/artístico/sexual) nem o lábios de vinho (n sou fufa, porque não posso, porque se fosse gaja, continuava a gostar de gajas e o meu sonho era trabalhar NQBLS como o lábios de vinho) nem o jamaica (n tenho classe). é outro. eu dou pistas mais prá frente, sem querer.

assim encontrava-me no habitual frenesim robótico de Search, Carry & Wash (SCW) de copos, e às 2 e meia da matina, em total hora de ponta (de ocupação, refiro-me), oiço uma voz na minha cabeça que me solicita "pedro, depois vai dar ali um jeitinho à cabine meter um som". digo que oiço uma voz porque nem tive tempo de retorquir, nos cerca de 6 décimos de segundo que demorei a apreender, processar e reagir, a fonte física da voz já tinha desaparecido por entre a multidão em êxtase, que danceflooreava - colectivamente ébria - ao som dum aparente medley das mais pirosas melodias brasileiras com eternos êxitos tugas cada um evocando-me a memória de uma diferente época em que o benfica não foi campeão com 92% de probabilidade. assim, mistificado pelas razões que levaram a que se consumasse esse facto ignoro os 100 copos por arrumar, os 100 por recolher - incluindo 20 a 30 em situações precárias de rendição total à gravidade -, os 10 jarros para lavar, a taça do gelo sem gelo, os cerca de 10 clientes que me vao perguntar que tipos de poncha há antes de me pedirem "aquela de laranja", justamente a que eu não referi porque não existe, e a pita de 17 anos que não sai da zona do balcão em frente ao lavatório por tar a tentar-me seduzir com o intuito de obter shots à pala mais tarde/até e ao longo do mais tarde se possível. dirigo-me ao meu omnisapiente patrão instead.

dou dois passos relativamente à posição inicial em que me encontrava e segredo-lhe ao ouvido "porquê artur jorge? mas porquê?" e ele responde bravamente "duas palavras ligadas por um infant: maçon-aria". tudo fazia sentido daqui a 15 anos, em 1994 mas por agora preocupava-me mais com outra questão que subliminarmente me vinha a causar prurido emocional nos vastos 20 segundos anteriores: "ehm... presumo que tenha sido o gonçalo, o DJ - mas não tive tempo de estabelecer contacto visual... ele disse-me para tomar as rédeas da cabine sonora... mas eu não tenho conhecimento técnico/musical nem solidez emocional para operar um sistema sonoro NQBLS.. a isto chamo proposição subtil a Linchamento Público (LP)... ". foi nesta altura que o meu superior hierarquico - e dono da boite - procedeu a explanar toda a sua ambivalência: para além de ser superiormente dotado na gestão de pessoal, promoção do espaço e preparação de substâncias doces e amareladas, era um filósofo e motivador por natureza. iluminou-me a alma num discurso adornado pela mais lírica prosa verbal desde o 282º romance intelectualmente estéril (em 282 tentativas) da margarida rebelo pinto: - "pedro... não sei.. se ele disse isso... olha, faz o teu melhor, vê o que podes fazer..."
respondo na mesma moeda - "mas oiça eu não faço a mínima ideia de como mexer naquele caralho... não é melhor meter outra pessoa?"
precipitação clímakstica para o âmago filosófico - "hôm se ele disse q'era p'ra ires, vai tu... faz o que puderes.. olha se der merda, deu.."

assim fui mais descansado para a cabine do DJ, sabendo que se desse merda e todas as 100 pessoas lá dentro subitamente dedicassem a sua atenção total e simultânea a mim, saberia que, apesar dos apupos, insultos e a deprimente visão de pessoas a abandonar o estabelecimento por minha exclusiva responsabilidade - o acidentalmente indigitado DJ -, pelo menos tinha dado o meu melhor, e por esse prisma teria coleccionado mais uma vitória moral na minha vida e assim ultrapassado o paulo bento outra vez na lista do guiness world records para vitórias morais na categoria das pessoas com inexplicável infinidade de crédito apesar de fracassarem sistematicamente.

é então com esta considerável inércia moral que chego à cabine. ignoro os decks de vinyl e os LPs, é melhor que não hajam LPs à mistura por razões óbvias - a menos que seja útil dalguma forma os lavar e secar, processo que domino por esta altura, independentemente do objecto sobre o qual é aplicado. inspecciono o computador: à primeira vista dada a dimensão e complexidade visual do mesmo parecia controlar toda a maquinaria audio-visual daquela boite e possivelmente da peninsula ibérica inteira. procurei o botão que destruia espanha e o nacional da madeira em vão antes de dar uma rápida mirada para a pista de dança, reparando no processo na espectacularmente clara perspectiva que tinha sobre todo o espaço e - concluo resignado - que todo o espaço tinha sobre mim. volto ao botão do nacional da madeira mas perco-me numa (outra) visão alarmante - por entre todo o tipo de informação criptográfica disposta no ecrã sobre a forma dum programa profissional para DJs há um sinal decifrável: há uma contagem decrescente (digo isto porque do 28 passava pro 27 e do 27 pro 26 - cheguei à conclusão de que seria uma contagem decrescente pelo método de indução, que aprendi em 2001 na FCUL, quando estava a tirar educação física mas sem a educação), que imagino, esteja associada ao terminus da faixa a tocar. 3:26. tenho 3 minutos e 26 pra salvar o mundo, mas mesmo que arranje a solução antes vou esperar até ao último segundo a mamar um martini como nos filmes do missão impossível porque tenho um fetiche pra mimicar o pearce brochenan. e tenho que arranjar uns fios verdes e vermelhos pra fingir que tou a cortar ou merda assim - as palhas das caipirinhas dão na boa. fantasias isotéricas àparte tento não clickar em nenhum botão do programa complexo pra DJs e rezo a katsouranis para que o computador tenha RAM suficiente para não brekar qdo carregar no botão do menu iniciar. faço uma procura *.mp3 e obtenho pastas com diversos mp3s, como pretendido. abro o winamp e rezo outra vez (é uma religião em vias de extinção). onde estao os mp3s dos xutos - uma aposta segura até 2250 para o público português? encontro o contentores, drag & drop pra playlist do winamp, buraka som sistema - kalemba (da moda há 12 meses para o resto do mundo conhecido - novidade para os trintões habitués daquela boite), drag & drop, os hits brasileiros - daniela mercury (pra perceber quais as cotas que já tão (prontas pras) mamadas), banda eva (oportunidade de dança a dois), mc marcinho (oportunidade de orgia colectiva), d. pedro IV e josé dominguez (pt's finest exports) tudo drag & drop. tenho 120 horas de música das quais 110 horas são discursos do d. pedro IV a abdicar de merdas e 8 sons de fintas desnecessárias do dominguez, deve dar para o que der e vier, contas feitas tou preparado para um after hours de 118 houras e meia, se necessário. sinto-me confiante.

tal como planeado espero que a love generation toque até aos segundos finais... 5..4...3...2...1.. DJ Dekay em acção: double click na música nº1 na playlist do winamp, gnr-contentores. timing perfeito. colaboração afectiva do sistema sonoro computadorizado. verbalização unissónica das lyrics por parte das cabeleireiras e dos vendedores de carros/dealers. aclamação pública indirecta do DJ. alívio pessoal e intransmissível. patenteamento de método pioneiro de DJing. Drag & Drop/Double Click (DD/DC) powered by winamp. pensamentos subversivos de abandono de estudos e dedicação a carreira electro-musical. retorno inesperado do verdadeiro DJ. despertar.

- "foda-se obrigadão, tava mesmo à rasca..."
- "ah na boa... foi na boa, mas onde é que foste?"
- "homem, tava com bué cólicas, mas não curto cagar aqui, tive de ir a casa.."

de volta aos copos vazios e partidos. às erasmus espanholas. à outra cena que não consegui contrapor. e tenho 9 cadeiras pra fazer. filha da puta, tive quase a conseguir o meu break...

24 Outubro 2008, Lisboa (screw you, i´m walking)

ah yeah sim ontem saimos.
não custou muito combinar os gajos já vinham lançados de casa do way e demorei um bocadinho mais a descer porque por coincidência a gaja só entrou no messenger tipo no momento que me dão o toque pra descer... tinha que lhe dizer qualquer coisa mas não disse nada de jeito.

o valente levou-nos pra botica, no início mostrei-me retinente em relação à opção mas o bagaço e amarga straight up x2 (ou 3?) dissiparam-me esses pensamentos. aliás dissiparam-me todos os pensamentos. ainda em fase de reconhecimento dos dois amigos do valente stressei com um gnr q tava fora de serviço mas era amigo do valente "o que é que disseste caralho?" foi a minha reacção a qualquer coisa que ele sussurrou ao valente mas que parecia na minha direcção, acho que tava pumped up das histórias da tropa e o caralho que os outros dois sacanas iam contando. ficamos num estado lamentável de embriaguez bastante rápido e por causa disso começaram as primeiras variantes da descompressão violenta que adoramos executar. desta vez decidimos fazer braço de ferro em cima dum caixote do lixo que andava pra lá. de pé. escusado será dizer que não era muito rigoroso... de qualquer forma o poço de força que é o outro gajo q n me lembro o nome, o amigo do valente (24 anos e 2 filhos...), não deu qualquer hipótese a ninguém. eu perdi contra o way o que não faz sentido porque treino-me todos os dias no ginásio para que isto não aconteça. o jogo acabou quando o gryn começou a insistir para fazer o braço de ferro com a mão direita, ignorando por completo - inebriado pelo OH - que talvez pudesse ter consequências nefastas para o escafoide que inconvenientemente o fez se masturbar com a mão esquerda durante meses a fio (não que seja mau, é só diferente como todas sabem)...
após este breve episódio lá voltamos pra mais uma round, acompanhado por prestação de informações sobre a marinha e quanto mais. acabei por perceber que os GOE e DAE são os grupos mais especializados de Portugal e os paraquedistas aceitam mulheres agora portanto tá tudo dito em relação a esse bando de panascas.

partimos confiantemente para o lux cerca das 2 da matina, depois de estacionar o carro decidimos conscientemente e por livre vontade do gryn dançar no tejadilho daquele mítico punto ao som dos summer hits do rail. pena não haver registo fotográfico mas há mnemésico de qualquer forma era mais uma ou outra que iam pro facebook pra verem o louco que sou(mos).
mesmo assim entramos no luxor. começei a fumar outra vez e obviamente. não me lembro de grande coisa lá dentro, só de beber um absinto e ir prá pista de baixo onde encetamos uma espécie de dança de aproximação com umas chicks que nem conseguia ver bem à frente. o valente apareceu e lá se agarrou a uma obviamente mas inda deu pra curtir bem isso lembro-me... tava cheio e tudo. o gryn baza entretanto já não me lembro como nem quando honestamente com trabalho às 8 ou 9 da manhã é dourado ainda ir pro lux com aquela ramada. heroico.

dá me um vibe qualquer honestamente não me lembro (ajudem-me aqui) e decido que tenho que bazar, eles vêm e juntamos o nosso guito todo. dá pra 3 bifanas (nem dá, faltam 20 cêntimos mas eles fazem o gesto). tentamos convencer a gaja a meter um ovo lá dentro mas ela depois de conferenciar com o marido diz que não há hipóteses, foda-se nós, clientes habituais... como castigo mamamos batatas como se não houvesse amanhã. e esvaziamos o frasco de mayonese dentro das bifanas. tava suculento. vamos esperar que o metro abra. stresso outra vez e decido ir pra casa a pé, uma escolha inteligente. Eles naturalmente tentam me convencer a esperar pelo metro mas não tenho guito e quero obstinadamente, por alguma razão obscura, a nostalgia de quando cheguei a lisboa. me sentir desamparado, unicamente dependente de mim (dei um peido agora com cheiro a mayonese podre) a unica diferença é que quando chegar a casa não ensalsicho o falo por entre as pernas duma gaja. desamparo mission acomplished, e lá vou eu parando em sítios para ver merdas e dizer cenas estúpidas a todos. em santa apolónia entro prá estação, reparo que existem zero vírgula zero comboios internacionais (à excepção do comboio para o porto) naquela manhã, o que me fascinou. paro em frente ao ISPA pra fazer o exercício da bulimia e deixo como objecto de psicanálise um género de açorda de mayonese com suco gástrico. Finalmente, passo pelas portas de alfama e decido voltar atrás e me meter por lá dentro... para dormir... e durmo, não sem antes ter o discernimento de esconder as chaves nas boxers e o móvel nas meias... ali no meio do chão com o hood to casaco on devo ficar com um aspecto não muito são mentalmente mas há loucos para tudo. durmo 2 horas e acordo, de dia, todo fodido, sem dinheiro... são 8 da manhã e ainda tenho que chegar a casa. lá vou eu razoavelmente arrependido da decisão que tomei. adorei os comboios de santa apolónia e os autocarros no ISPA com os voyeurs do puke freak show mas fazer a almirante reis toda de ressaca é um preço marginalmente demasiado a pagar...
como consolação sei que , ao contrário dos robots do horário do expediente, vou pra casa dormir e vou acordar as 4 pra não fazer um caralho, mas passou-me pela cabeça várias vezes, por entre dores excruciantes, que, desta vez, só desta vez, se calhar até trocava de posição. aliás por mim até trocava com os poetas do limão ali no intendente. tudo por evitar a nausea de subir a almirante reis toda.

lá chego à rua dos açores e toco à campainha. porque? porque não tenho as chaves de casa, perdi, ou roubaram-me.. chego a casa sento-me e sinto-me. as chaves tão nas boxers anormal. prá que é que acordaste a tua irmã que repousava depois duma noite de labuta honesta? desolado vou ali à mercearia. shopping list: uma grande de água das pedras, um papo seco, 2 aglomerados de gordura suína (torresmos), um mango e duas bananas. tou pronto pra ir dormir, são 9 da manhã. ahhhhh a beleza desta juventude...

22 Julho 2008, Lisboa (this is iberian Novalja)

terça feira. ya tamos de férias mas foda-se não se espera grande pistola nunca duma terça a menos que tejamos numa estância balnear de qualquer género, no verão e a riscar branca. mesmo assim o internacional português ao serviço do marítimo, abstraindo-se da falta de condições para explanar o seu jogo, procurava mais uma internacionalização, desta vez contra a alemanha, depois duma tercena de meses profícua em que foi chamado a representar a nação em desafios importantes, nomeadamente e em particular em Madrid, onde a selecção nacional goleou, por exemplo, a sua congénere americana por expressivos 10-4 e empatou 1-1 com a equipa anfitriã.

ultimamente, contudo, uma série de empates a 0 têm levado os analistas em geral a criticar, de forma razoavelmente injusta, o seu estilo defensivo e cauteloso. Este tipo de jogo, embora admitidamente pouco espectacular, é justificável pelo facto de se tar a jogar em Lisboa e portanto ser imperativo não sofrer golos, conservando assim as possibilidades de passagam à próxima eliminatória quando jogando a 2ª mão, fora de casa.

esgotada a alegoria passo a relatar a noite transacta: praia durante o dia e essas merdas chegamos a casa tarde. ainda da pra ir ao super ali ao AC $anto$ ser enrabados com umas compras do cari-cá-cá que custaram 30 euros. o que interessa é que no meio vinha uma garrafita de vodka toda produzida com um fatiota felpuda tipo neve. não sei quem teve esta ideia mas... posso dizer?... acho que fica muito bem assim. inda por cima é eristoff, wow. tambem adquirimos naturalmente red bulls para dar algum sabor taurino à água de batatas russa. um tuga, duas alemães, uma bebida russa e um cocktail hipermetabólico austríaco. personificamos assim esta globalização que nos consome e nos faz consumir (huhu).

as meninas alemães, ambas as duas queridas mas uma consideravelmente mais bem disposta fisionomicamente que a outra preparam-se para um jantar surpresa. da ultima vez que isto aconteceu o passaporte das gajas dizia canada e nao me arrependi: entre timidos murmurios de inaptidão para a cozinha la saiu alguma coisa de jeito, um chili com macarrão à moda de edmonton que ainda acabou por dar para 3 ou 4 dias de ceias ao chegar a casa todo fodido do absinto. claro está, as moças germanicas apostaram no macarrao outra vez (em parte porque iam comprar batatas pra cozer e eu disse que já tinha em casa mas afinal tinha-as mas era já há demasiado tempo - pelo menos descobrimos donde vinha o cheiro fétido que pairava por entre a cerca de centena de moscas de diferentes espécies que povoam o espaço aéreo da minha kitchen) mas no forno gratinado e com umas meatballs bacanas pré-fritas por cima. 5 estrelas, apesar de tar mal gratinado, fruto da manifesta e admitida inexperiência culinária das berliners.
a sobremesa não tardou a chegar e tomava a forma do gryn e do mike, dois exemplos mor do melhor que a pastelaria lisbonense tem para oferecer. vieram acompanhados de cervejas e boa disposição assim como muita queridez e goofyness. jogar à mafia e o crl, passados uns minutos way e covão aparecem vindos do poker do valente (meu deus que ramada que o rei da zona centro tava) e juntam-se à festa.

já se sabia como é que a mafia funcionava, sempre stresses entre amigos e assim foi. a espectacular ingenuidade inicial de quem se estreia neste jogo é sempre um dos principais focos de interesse, no sentido em que acreditam que se olharem directamente nos olhos e perguntarem, extrapolando o jogo para a vida real, se honestamente e em nome da amizade a super fluffy best friend tá a mentir, ela vai ceder. na verdade é um jogo de perversidade social extrema, já que nos apercebemos da facilidade com que aqueles em que mais confiamos nos conseguem mentir em plena situação de olhos fitados.

de resto durante o jogo chateei-me com vários amigos e como sempre, com alcóol à mistura fiz do jogo uma batalha pessoal de habilidade em ser aleatório. destaque-se no fim de tudo a flawless victory com que e o way rematamos as cerca de duas horas de diversão de volta do jogo. pelo meio ainda houve tempo para os indescritíveis truques de cartas intercalados com incursões de intimidade física em terreno alemão dum valliant braveheart em absolutas altas rotações.

é com esta nota de redundancia que me despeco do relato desta cena. a proxima cena dar-se-ia no bairro baixo. raptados pela fada verde disfarcada de cerveja prontamente concordamos em demonstrar toda a nossa masculinidade naquele jogo de chapadas por rondas. como as canadianas elas ficaram loucas do amor. assim, a morena nao largava o valente por um instante, tornando-se gradualmente mais e mais agressiva no toque. isto levou-me naturalmente a interceder junto dela para lhe explicar que ele era um rapaz sério e que tinha namorada. no fundo um deja-vu. acabamos muito felizes todos no jamaica. especialmente o covao. pela sua expressao facial percebia-se o quanto estava a apreciar aqueles momentos.

tenho saudades das canadianas , todos os dias ao despertar era um abraço e um pequeno almoço e uma festa, como se nao nos vissemos há 3 anos sei que é tudo falso mas pelo menos enchia me o coração com carinho e afecto.

eu que sou emocionalmente uma ilha isolada comovia-me todos os dias.

8 Julho 2008, Lisboa (Sindicato prá bófia)

7 da manhã, é dia há 1 hora e tal.

Após quatro horas imerso em considerações tácticas e afinações no meu 4-5-1 desdobrável em 4-3-3 ao serviço do Borussia Dortmund (terceiro lugar na 1ª época, batam isto) acordo para a realidade e é como se tivesse comido com um martelo nas ventas: daqui a três horas chegam as gajas do Canadá e para dizer a verdade, avaliando pelas fotos que visualizei delas, não sei se três horas de descanso serão suficientes para o meu aparelho cardiovascual encontrar forças para sustentar o fluxo sanguíneo para o meu pénis aquando da chegada delas (eish, que ordinário!).

De qualquer forma lá me fui deitar mais uma vez a um misto de luz solar (o meu estore tá preso na posição 85% open) com luz televisiva emanada por mais um episódio ancestral do CSI, que começa exactamente às 6:34 e acaba às 7:24 (mtos anos a viver no limite). Como sempre tive tempo de ver uma recolha de pistas e uma troca de olhares cúmplice entre o black e a gaja (a nova) antes de adormecer no meu super sofá da merda, que multiplica o meu tempo de descanso por um factor de 0.7, ou seja tenho que dormir 11h25m para cada 8h de sono oficialmente recomendadas pela comunidade médica interplanetária.

Próxima merda que me lembro é acordar, de forma que admito a possibilidade dos meus sonhos terem sido bué monótonos, talvez retratando uma crónica do vasco pulido valente ou um jogo do sporting. Acordo e lembro-me, epá uma cena que me tinha escapado na confusão do Signal-Iduna Park, que a casa tá completamente virada ao contrário. Como sempre, 30 segundos depois de acordar recebo um telefonema, previsivelmente (em retrospectiva) eram elas a dizer que tinham chegado agora ao aeroporto e dizem que vao apanhar o autocarro e depois o metro prá minha casa. Com a bomba de sono nem me preocupo em recomendar direcções e solto um lacónico "ok" antes de começar uma limpeza frenética pela casa prestando especial atenção a segregações líquidas próprias do corpo humano e não me refiro somente ao sémen e a aglomerados expectorais vulgo escarros, coisas que tenho o hábito de soltar livremente pela casa quando me encontro sozinho como é óbvio. De qualquer forma demoram mais do que estaria à espera e ainda bem porque ainda tenho tempo de jogar um joguito de pré-época com o meu Borussia (empatando em casa com o Benfica, um resultado que eu e a direcção consideramos histórico) antes que elas cheguem. Oiço a campainha a tocar e eis que elas amandam com aquele estridente ou rowdy se quiserem american accent (nunca digam a elas que eu disse isto) e eu pra mim "pronto já estás". Preocupado com a minha aparência abaixo da cintura visto dois pares de slips e meto o fato de banho por cima. Numa de mandar onda cool meto Sublime a tocar. I Don't Practice Santeria diz o gajo e eu pra mim ok tudo bem lá vêm elas e eu também por outro lado tenho que estudar como vai ser?

Bacano chegam, sorridentes e felizes, e aquelas tretas da apresentação a fria sequência de perguntas banais inicial - que eu adoro, mas tem de ser né. Pronto de qualquer maneira seguimos o protocolo ,mostro a casa à banda sonora do ainda Santeria misturado com ainda não percebi se culturais ou se falsos "uaus", já que o meu flat não passa dum vulgar espaço arrendado com 2 assoalhadas, e no fim é meio dia e meia. Sento me no meu sofá vem uma delas falar comigo e ficamos lá com uma conversa mais profunda e interessante, tipo a falar do tempo e da viagem delas - sabendo que toda a gente lhes pergunta isso, e tendo experimentado o sufoco que é durante 1 mês toda a gente perguntar a mesma merda, defendi-me com o habitual e sempre razoavelmente humorístico "ok let's get the usual questions out of the way", ao qual obviamente ela simultaneamente sorriu e retorquiu com um "no, no it's ok". Só surpresas. Ah a propósito, elas são na realidade agradáveis do ponto de vista estético e pela primeira vez sou anfitrião de gajas que se parecem remotamente com o que vi nas fotos.

uma e tal e eu já cheio de fome, decido sugerir almoço mas negam então ficamos num vai não vai e situações awkward pq ainda não nos conhecemos e ainda não tive oportunidade de pô-las suficientemente à vontade para encaixarem o meu humor ligeiro sem se sentirem ofendidas ou uma merda assim *evita o choque cultural*. o gryn sugere praia pelo messenger. sim, fixe... mas obviamente não posso porque tenho que estudar mas elas são capazes de querer já que só me falavam que queriam todos os dias praia e não sei quantos pronto tudo combinado lá vão elas prá praia com o gryn e eu vou mas é estudar pra fazer quatro cadeiras este semestre ao menos e CAV parece que é preciso marrar c'má merda mas antes tenho que me nutrir desesperadamente. nº29 rua da ilha terceira, R/C Esq. o trio maravilha, Valente, Cabeças e Johnny, apresentação às miúdas, almoço ao Rialva, Frango à moda da casa que mais podia se chamar à moda da merda, a Tanille fuma pra caralho, a Marie não e elas - agora de calçonetas - provam, de forma sistemática, que são agradáveis. tou curioso pra ver na praia. O chefe de lá não para de mandar piadas às gajas, que por acaso até têm piada e lá vou eu traduzindo *algumas ahem* e ao mesmo tempo delicio-me com a maneira como o valente introduz novos termos no dicionário anglo-saxónico. mas a linguagem corporal dele é mais forte e a comunicação dá-se por outros meios portanto tá limpo. Dou 4,5 euros por aquele bocado de estrume e vou à merda do banco em busca do meu cartão perdido (NR: o qual foi perdido no dia seguinte outra vez), mas afinal nera preciso porque tava em casa da Eli e o previsível "porque é que não mudas de morada?" em tom acusatório e como resposta a este crime hediondo que cometi. eu percebo, é demasiado incómodo receber uma carta em casa.

naturalmente, que sa foda o estudo, começo amanhã, claro, e então arrenka carlinhos prá praia e tudo a fingir que é bué marado com berros ocasionais e o crl no trânsito e música alta, a cena habitual, "LIBERDADE PRA DENTRO DA CABEÇA". Iamos 6 no carro (elas, eu, Gryn, Cabeças e Valente), comprometi-me a pagar a multa e foda-se no total elas tiveram que se esconder umas 20 vezes tal era o caudal de bófia que se amandava contra nós, surgindo sobre as mais diversas formas e cores, tipo de bike, num carro à paisana, a orientar trânsito e às vezes a usar um fato azul. Lá chegamos à praia do castelo depois duma viagem recheada de fotos bizarras (tiradas por elas) a muros e a árvores na zona de monsanto e mais bófia desta vez a cavalo, louco pensam elas e desatam a tirar + fotos com a devida autorização do agente da autoridade que notoriamente pulpita de excitação. Dão umas festas ali ao cavalo e chega de zoofilia siga pra bingo... mudo de vestimenta freestyle atrás dum carro (perante a atenção das papparazzi mas fui rápido de mais, não vão ver a lenda assim à borla) e não satisfeitos com a nossa ilustre companhia escolhemos obviamente um sítio na plage condizente com o nosso insaciável apetite. Pareciam gajas com os seus 20 e poucos juro mas depois de atenta observação já com os headquarters estabelecidos eis que são pitas e agora é tarde de mais para fazer a transferência logística para outro spot mas também não é preciso porque - repito-me mas foi assim que as circunstâncias do dia ditaram - dá pra se distrair bem com as nossas amigas da américa do norte e elas até fizeram o favor de ir logo à água pondo logo tudo o que tinham em cima da mesa. Epá é melhor jogar mas é à bola porque o ambiente tá pesado ali

Partidinha: Valente e eu contra Cabeças e Gryn, tanto no volei (jogamos tanto) como no beach soccer (jogo tanto) em que a nossa equipa perdeu por falta de motivação do valente e paulada a torto e a direito por parte do Gryn. Mais tarde, enquanto Valente explanava na toalha a sua magia com as estranjas, com olhares subtis patrocinados por uns óculos quasi-transparentes à kara davis, lá dei uns tiritos keeper vs avançado com o cabeças com o habitual stress de ocupação territorial da praia e outra conversa a tentar meter nojo por intermédio da calma e serenidade em oposição à revolta emocional das vítimas das nossas actividades lúdicas com bola. Não consegui desta vez, as pessoas em questão tinham bom senso infelizmente. e pronto resumiu-se a isto a hora e meia que tivemos na praia porque o Gryn tinha que bazar pro curso de remo ou lá o que é que ele diz que tá a tirar.

Voltamos para casa com ele, porque o Ruben afinal não ia ter conosco e ficamos no cais do fodré enquanto gryn ia pro supracitado curso e pronto: casa, jantar no nº29 da ilha terceira, "delicious" segundo elas, no meu padrão uma merda qq q o cabeças fez pra lá à papo seco e yeah cortei o cabelo a mim mesmo mais tarde (tá bacano, independentemente do que todos os fdps digam), bola (ka merda de jogo mas ganhamos 7-3 e no fim ainda houve fight yay) e depois cama apesar de todos os planos que alegadamente haviam.

AH O GRYN VIU A PATRULHA MARÍTIMA DA GNR no curso também!!!!!!!!!!!! Portanto reforça a perseguição a que fomos alvos, seguramente encomendada pelos serviços secretos canadianos. AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

4 Julho 2008, Lisboa (Barrote Sightseeing Night)


Horário:
00:30 - 5:00

Espaços profanados: Botica, porta do Teatro da Comuna, porta do Lux, porta do Kubiko

Ingestão de alcóol: 2 cervejas + 1 bagaço + 1 amêndoa amarga na Botica + 2 cervejas no carro (total de 0,2L de alcóol puro)

Guita queimada: 5 euros

Grandes acontecimentos se esperavam. Desde o início da semana que esta noite prometia essencialmente pela super festa do Tamariz. Depois dum dia stressante (apesar da 1 hora e meia de praia) por causa do fdp do trabalho de fotónica (que ficou fora de série, a propósito) eis que existe algum entusiasmo da minha parte para uma noite de deboche.

Botica

Os planos eram de delinear o rail na minha casa ao sabor duma de whisky e umas caipirinhas mas devo ter percebido mal. Em vez disso saimos de casa (eu, bruno, way, e gryn) à meia noite e meia direitinhos para a Botica o que constituiu um início de noite de sonho. Tudo isto naturalmente me suscitou alguma ira no ouvido interno. A noite assim afigurava-se promissora e foi por isso que bazamos de lá o mais rápido que conseguimos. Não é que eu não goste do saudosismo a que me remete aquele ambiente jovial, é só porque depois de Madrid só me apetece americanas e ali só há mature tugas dos 12 aos 16. O Bruno por seu turno tratava de tentar provocá-las ostentando de forma simultaneamente orgulhosa e subtil (se é possível) o seu pénis dentro do estabelecimento. De qualquer forma, e apesar de tar a gostar muito da conversa dos pelos púbicos que dai decorreu, saimos de lá já algo aviados e certos de que o sistema imunitário do way nunca mais seria o mesmo depois de bagaço e amarguinha sobre antibióticos, ele que já há um ano marcava golos na própria assim. Mas o certo é que valeu a pena, pela noite que acabou por ser. O Ruben sai do Tamariz porque não vamos lá ter, apesar de alegadamente tar um ambiente espectacular e acaba no Teatro da Comuna por sugestão do Manel. De dentro do teatro o Manel informa: fila grande mas cá dentro "tá bom", liguei a perguntar como tava de gajas e ele diz "quase 50/50". Bacano, catalizados pelo supra entusiasmo do Gryn (que eu publicamente apoiei) bora pro antro da esquerda unida da noite (eu sei, eu sei), até porque não tenho nada contra esses caralhos. Mais uma viagem com os ocasionais e habituais flirts de semáforo e gritos aleatórios ao som de hip-hop, regados por umas cervejas fresquinhas que o gryn tinha no porta bagagem desde a queima e finalmente chegamos à comuna.

Teatro da Comuna

Saimos do carro, chegamos à fila, grupo de madeirenses lá atrofiados, falo e os primeiros sinais são loucos "é só gajos e fomos barrados, são 5 euros pra entrar". Não nos deteve e continuamos pra fila. Um grupo de gajas do caralho (maioritariamente louras) à nossa frente mas acho que era miragem porque passados 3 segundos foram embora promovendo o Lux. O que não era miragem era a quantidade industrial de gajos que tava na fila, o tamanho da mesma e o fluxo de pessoas a sair. Bué louco, fiquei surpreendido, de qualquer forma, com a astúcia das louras que só demoraram 3 segundos para perceber aquilo que nós demoramos 1 minuto, e com mais sinais do que elas (nomeadamente ausência de gajas na fila) - a festa da comuna era a melhor festa que havia em lisboa nesta noite, na praça de espanha e num teatro comunista. Como tinhamos carro decidimos ver se havia alguma festa melhor mas com um menor grau de especificidade, nomeadamente no lux, alimentados no fundo pela esperança de ser barrados e ter desculpa para acabar numa roulotte, sem remorsos. Viagem pra santa apolónia estacionamento e o momento alto da noite a mija quadripartida prás escadas do metro com a empregada de limpeza do metro a chamar o segurança e correria pra culminar, à meninos, nem demos fight ao security. Tinhamos dado o mote para o tipo de comportamento adequado para entrar no Lux.

i love Lux

Seyz e Inês aparecem e tenho a impressão que já sabiam o que ia acontecer quando disseram que esperavam para ver se entravamos antes. Tentamos ainda assim a táctica dois a dois em sequência intercalada com Bruno e Way a irem à frente mas o habitual 250 euros de consumo mínimo já que aparentemente era o Vibe lá dentro. Esse colosso da musica electrónica nacional, colosso de rhodes mesmo tal é a antiguidade daquele homem. Às vezes confundo a morte dele com a do mário cesariny mas não interessa o que interessa é que tinhamos a roulotte do outro lado MAS fomos persuadidos a não comer nada lá pela Inês (obrigado), o que também não foi muito difícil: apesar de me apetecer foder o projecto de mega dieta a 3 anos, os preços concomitantes com o super mega hiper chic club do outro lado da rua (5 euros ao quilo de gordura) suportavam bem os argumentos da Inês. Para além disso mais ninguém tinha, obviamente (como se veio a verificar dentro dos 3600 segundos seguintes) , vontade de comer.

Kubiko loves vácuo

Por sugestão do Seyz fomos até ao Kubiko, na rotunda lá ao fundo depois de xabregas, com promessas erásmicas. Alta tenda estilo musica electronica e um espaço aberto bacano, particularmente pelo vazio humano que continha. Felizmente outra roulotte lá com preços mais acessíveis. Era fácil deduzir o que ia sair dali. Iamos até à porta e checkavamos o admission fee e se fosse mais do que 50 cêntimos iamos à roulotte foder 3 num hamburger com umas tiras de gosma vagamente semelhantes a bacon. Dito e feito. A entrada eram 15 euros, por alguma razão que me escapou. De fora viam-se uns 20 playmobils lá dentro da tenda a cortire o que sinceramente me tentou a dar 15 euros mas depois lembrei-me que dava para 5 hamburgers e aceitei a sugestão de grupo da roulotte. Chegado lá não comi nada, nem o Gryn (sim sr.) mas ao invés acabamos por ir ao pão com chouriço onde comi um desses sofregamente (o Gryn ainda mais, como se tivesse a sufocar) e uma bola que mais tarde comi em casa, recheada de grão de bico, e lá fomos pra casa tristes por esta noite não se ter perpetuado por um lado mas orgulhosos da noite que juntos conseguimos construir (obrigado way por teres tomado a escolha acertada hahahahahahahahaahahahahhahahaahhahahahahaahhahahahahahahahahahahaahha).

Hoje há a festa da maxmen no del maria mas depois de ontem e tendo em conta a pancada da relativização que todos nós temos, em geral (o que vai ser útil no interrail, esta desaptabilidade à situação), acho que vai ser uma desilusão mas também não quero criar muitas expectativas.

P.S. não posso publicar as fotos desta noite, por pudor.


Grau alcoolemia:
7
Prolificidade com gajas:
0,0
Nível de Convívio:
13
Factor de Agressividade:
8
Classificação geral:
7,122131(3)